SBTVD PAL-M


Este é o blog SBTVD PAL-M, cujo objetivo original é o de acompanhar o desenvolvimento do Serviço de Televisão Aberta no Brasil. Como ninguém é de ferro, tratamos de outros assuntos de interesse dos tecno-afeiçoados.

Um assunto palpitante, que já ultrapassa um ano de especulações, é a hipótese da expansão terrestre, jocosamente denominada Teoria da Expansão Asnática.

A expansão asnática é um contraponto à séria Teoria da Relatividade Geral de Einstein. Como a maioria das pessoas não leva à sério as idéias do gênio alemão, a hipótese da expansão asnática surge, de forma humorística,  para dar "explicações" convincentes aos grandes problemas da física contemporânea.



Escrito por Jonas às 19h45
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Assincronia Pulsátil - Um furo no teste dos neutrinos?

LHC

Perímetro = 27 km
raio = 4 297,183 m

Velocidade angular máxima dos prótons dentro do LHC = c = 299 792 458 m/s

Frequência angular dos prótons:

(299 792 458 m/s) / 27 000 m =

= 11 103,424 revoluções por segundo, ou

= 11 103,424 Hertz

Número de voltas dos prótons no LHC durante o percurso dos neutrinos:

n = f * t

n = 11 103,424 Hz * 0,002 439 s =  27,081 voltas

O número inexato de voltas pode representar um problema:

Durante o percurso dos neutrinos, houve um número de pulsações no acelerador sem relação matemática exata.Isso em radiocomunicações provoca "batimentos" indesejáveis.


O último pulso eletromagnético do LHC acontece antes dos neutrinos cruzarem a reta de chegada.



Escrito por Jonas às 19h45
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Férias do Pensamento

Começo de ano é um período infértil para grandes transações. Na mídia, nada além de catástrofes,  variado menu de crimes e atrações zoológicas. Escândalos de corrupção diminuem. Afinal, ninguém é de ferro e o poder também tira férias.

Falando em mídia, 2011 foi um ano de vacas magras para a expansão do Sistema Brasileiro de Televisão Digital. Esperamos que este ano de Eleições e o próximo de Copa alavanquem o projeto.

Entre naufrágios, deslizamentos, tsunamis e explorações narcisistas, aproveitamos esse deserto de idéias e
projetos para um pequeno balanço dos rumos da ciência, passado um ano realmente atípico.

Ao longo dos primeiros nove meses do ano passado, a hipótese de Erik Verlinde, sobre a não existência da força da gravidade, abalou o nosso blog.
 
Anular a gravidade é um sonho antigo de engenheiros aeronáuticos. Unificar a gravidade às demais forças da natureza é um sonho acalentado pelos físicos. Mas, como anular uma coisa ou unificá-la a outras, se esta coisa pode não existir?

Lutamos bravamente para validar a asnática hipótese da progressiva expansão do raio terrestre, em consonância com a hipótese da expansão cósmica, o big-bang. A gravidade seria apenas reação à expansão do raio terrestre. Buscamos inúmeros exemplos na natureza e no cosmos, que corroborassem com essa estúpida idéia de expansão (radial terrestre, bem entendido!).

Nossa humilde conclusão é que a gravidade está em pé de igualdade com a existência de Deus. Não há como prová-la, não há como negá-la. Apenas sentí-la, ou não.

O nono mês do finado ano é sacudido pelo anúncio da quebra da velocidade da luz pelo neutrino.

Numa prova de 730 km entre o laboratório CERN na Suíça e o laboratório OPERA a Itália, os neutrinos chegam ao destino com 20 metros de vantagem sobre os fótons.

Novamente, pusemos o bestunto para funcionar, a fim de encontrar uma boa explicação para tal proeza.

De início, achávamos que seria exatamente a força da gravidade a responsável pelo ganho de velocidade dessa reles partícula desprovida de carga elétrica. Evocando Newton, isso implicaria em erros de cálculo geodésico na ordem de 310 metros de desnível entre a Suiça e Itália. Um erro crasso, totalmente improvável.

A única assimetria gravitacional encontrada é o relevo de Gran Sasso. Seria esse maciço suficientemente grande para atrair e acelerar os neutrínos? Se isso for verdade, a gravidade existe e estaria salva. O resultado teria um tom romântico. Galileu Galilei começou a estudar a gravidade objetivamente na Torre de Pizza, Itália, há séculos passados.

As assimetrias magnéticas da Terra também foram consideradas. De início essas forças não poderiam interferir em partículas desprovidas de carga elétrica. O experimento americano MINOS tem aproximadamente igual direção e sentido oposto ao experimento europeu OPERA. Ambos detetaram o aumento da velocidade dos neutrinos. Logo, as assimetrias magnéticas foram totalmente descartadas.

A última possibilidade aventada é que os neutrinos saíram da Suíça com uma energia extra não contabilizada: momento angular.

Se cada partícula saísse do acelerador à velocidade da luz, somada a uma velocidade de altíssima rotação, daria uma energia de choque extra, para que os neutrinos, ao interagir com o ambiente do percurso, vencessem a corrida com os fotons.

Em meio a uma profunda crise econômica mundial, o Brasil ultrapassa alguns países do primeiro bloco. Não por que avançamos tanto, mas por perda de energia cinética dos concorrentes.

O incidente dos neutrinos vem em boa hora. Dará sobrevida ao laboratório MINOS, para a realização do "tira-teima" relativístico. Esperamos que o laboratório japonês Kamiokande seja restaurado dos estragos sísmicos e participe das provas.

A velocidade da luz seria apenas um limite apenas para a luz?  Acautelai-vos, einstenianos!

Se assim for, poderemos ambicionar por naves interestelares, capazes de cruzar o cosmos em velocidades superluminais, sem o risco de congelamento de tempo aos futuros navegantes.



Escrito por Jonas às 09h51
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Está na Rede:

GINGA AMEAÇADO

Fabricantes de TVs podem ir à Justiça contra interatividade obrigatória
Governo pretende exigir para breve que 30% das TVs de tela fina feitas no País venham equipadas com software de interatividade da TV digital

Enlace:

http://economia.estadao.com.br/noticias/neg%C3%B3cios,fabricantes-de-tvs-podem-ir-a-justica-contra-interatividade-obrigatoria-,99740,0.htm


fonte:

http://cdn.mundodastribos.com/261375-dislexia-infantil.jpg

Em minhas viagens pelo amazonas, conheci uma colega que escrevia, com a maior naturalidade, textos de ponta-cabeça. Acho que nem Leonardo da Vinci era capaz dessa proeza! Não sei se esta "faculdade" enquadra-se em algum grupo de dislexia.

Saiba um pouquinho sobre o assunto, nesse artigo da Revista Ciência Hoje, de Portugal:

Holandês cria tipografia para disléxicos


http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52566&op=all

 



Escrito por Jonas às 09h19
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Neutrinos versus Fótons  TEXTO AMPLIADO com comentários

Os neutrinos de Gran Sasso chegaram 60 nanosegundos antes dos sinais de rádio (fótons).

Os neutrinos da Supernova 1987A chegaram 3 horas depois de observada a explosão da estrela.

Não sabemos se os neutrinos, durante a explosão da SN1987a, partiram na velocidade da luz.

Muito bem, digamos que os neutrinos são mais velozes que a luz no vácuo e que isso aconteceu na explosão da SN1987A. Como compatibilizar essa aparente contradição?

Supernovas estão nos confins do universo. Supernovas acompanham a expansão cósmica, em velocidade acelerada.

Se uma supernova distancia-se da Terra, supõe-se que durante a explosão há emissão de neutrinos para todas as direções.

Os neutrinos que vieram em direção à Terra, tiveram sua velocidade subtraída da velocidade de distanciamento cósmico da SN1987A. Os fótons partiram na velocidade da luz. Por isso, chegaram a Terra três horas antes.

Essa é uma possibilidade interessantíssima, pois poderá permitir cálculos das distâncias de supernovas mais precisos que o atual sistema de análise por desvio para o vermelho e brilho relativo.

Resposta do colega Robson:

"Aparentemente houve um equívoco. Os neutrinos da SN1987A chegaram 3 horas ANTES de observada a explosão. Ambos os fenômenos apontam velocidade dos neutrinos maior que a dos fótons. A incoerência existe apenas na quantidade que os neutrinos são mais rápidos (mantido o fator encontrado em Gran Sasso, os neutrinos da supernova deveriam chegar anos antes que a luz - veja na net Arriving Fashionably Late for the Party). A desculpa que a ciência ortodoxa deu, no caso da SN1987A, foi que uma barreira de detritos da explosão impediu a passagem dos fótons, mas não dos neutrinos, por três horas, produzindo a diferença observada. É a primeira vez que tomo conhecimento deste tipo de alegação, algo jamais observado em nenhuma outra ocasião ou condição, aparenta-me uma desculpa mais que esfarrapada. De qualquer maneira temos já dois eventos diferentes em que os neutrinos bateram os fótons, o que, SE CONFIRMADO por novos experimentos, mata a essência da teoria da relatividade. Abraço."

Comentários de Jonas

Grato, Robson!

Muito grato pela preciosa informação. A expressão inglesa "before" ou after" (antes ou depois) deixa dúvidas. Depende do que tomamos como referência. Optei pelo atraso dos neutrinos, de acordo com declarações (traduzidas) do Físico "Pop Star" Michio Kaku.

Não podemos comparar em 100% os resultados de um experimento artificial do CERN com a explosão da SN1987a. Como saber a quantidade de energia "extra" que havia "à disposição" dos neutrinos em cada evento?

De qualquer maneira,  poderemos (em breve!) comemorar o fim da teoria da relatividade, uma maldição que atormenta a razão humana por mais de 100 anos.

 

Link dos neutrinos apressadinhos:

http://neutrinoscience.blogspot.com/2011/09/arriving-fashionable-late-for-party.html



Escrito por Jonas às 09h19
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Está na Rede:

A mais antiga evidência da expansão asnática



Sam Carey, em 1930, adotou o ponto de vista de Wegener, para explicar o distanciamento dos continentes. Ele não pôde, no entanto, reconstruir as peças do quebra-cabeças, se a Terra permanecesse num tamanho fixo. Como isso não foi possível, ele pesquisou e propôs a Teoria da Terra em Expansão.



O que ele não suspeitou é a possibilidade da velocidade de expansão terrestre ser absurdamente alta.

Nota de Precaução:

O estudo de Carey e seus seguidores é sério e consistente. 

O mesmo não pode ser dito de nossa especulação asinina. Rindo a toa

Mais informações (em inglês):


http://eearthk.com/Expand.html



Escrito por Jonas às 11h49
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Hipótese da Expansão Asnática Revigorada

Em postagem anterior, cheguei a comentar que o experimento dos neutrinos poderia detonar a hipótese da expansão asnática, se o aumento da velocidade dessas partículas fosse devido à superioridade da velocidade da gravidade em relação à velocidade da luz.

Muito bem, se a gravidade não existe, ela não pode ser responsável pelo aumento da velocidade dos neutrinos, se isso de fato aconteceu. A maior probabilidade é que a energia extra que impulsionou os neutrinos veio do próprio acelerador de partículas do CERN.

Há muito tempo, sugeri, que para que a hipótese da expansão asnática funcionasse, a velocidade da luz teria de "atualizar-se" constantemente, uma vez que o éter também expande-se e fica cada vez mais rarefeito. Quanto mais rarefeito o éter, maior a velocidade da luz!

O incidente ocorrido em 1987 pode corroborar com a hipótese asnática. Com a explosão da supernova, os neutrinos viajaram o tempo todo com a mesma velocidade de partida, enquanto a luz aumentou sua velocidade durante o mesmo trajeto.

Logo, a luz chegou três horas antes das partículas.

Talvez, fazendo-se uma relação matemática entre as velocidades da luz da explosão supernova e a chegada dos neutrinos, teremos uma nova maneira de calcular com grande precisão a distância real de uma supernova e a Terra.



Escrito por Jonas às 11h44
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Glória à Deus nas alturas! Paz na terra aos homens de boa vontade!

Grato, mestre! Essa lição eu não vou esquecer... Com vergonha

Está na Rede:

Imagem: Agência Glogo

RECORDE  é registro. O primeiro recorde do novo traçado da São Silvestre é de Bekele.

Somente na 88a. SS de 2012, saberemos se Bekele bateu o recorde de ontem. O esporte também é afetado por problemas de relatividade Sorriso.

fonte:

http://globoesporte.globo.com/programas/verao-espetacular/noticia/2011/12/etiope-tariku-bekele-vence-87-corrida-internacional-de-sao-silvestre.html

Tempo mundial pode mudar em 2012

Com informações de Rebecca Morelle, da BBC - 30/12/2011
Mudanças no tempo mundial - Segundo bissexto


Uma nova forma de marcar o tempo? Esta armadilha de átomos de estrôncio, parte principal de um relógio atômico, poderá mudar a forma como o mundo mede o tempo.[Imagem: NPL]

Segundo bissexto

O tempo, tal como o conhecemos hoje, poderá não ser exatamente o mesmo tempo nos séculos que virão.

Tanto que os cientistas da área estão usando todo o seu tempo durante as festas de fim de ano para discutir uma nova definição da escala de tempo do mundo: o chamado Tempo Universal Coordenado (UTC).

E a principal questão em debate é o segundo bissexto - mais especificamente, a abolição do segundo bissexto.

Mais informações em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=mudancas-tempo-mundial-segundo-bissexto&id=010130111230



Escrito por Jonas às 17h33
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ESTRANHA COINCIDÊNCIA (Mais uma ...)

"Números e pessoas, quando torturados, confessam qualquer coisa".

Por trás da busca por uma explicação dos neutrinos apressadinhos, há a esperança entre filófosos e físicos dissidentes de que a Teoria da Relatividade caia por Terra.

Este conflito é antigo. Transcrevo abaixo, o resumo de um artigo, perdido na rede, que exemplifica a situação.




Van Flandern e o GPS

Nos anos 1990, ele [Van Flandern] trabalhou como consultor especial para o Sistema de Posicionamento Global (GPS), um conjunto de satélites cujos relógios atômicos permitem aos observadores em solo terrestre determinarem sua posição numa precisão de aproximadamente 30 centímetros. Os relatórios Van Flandern surgiram antes do lançamento dos satélites GPS e provocaram uma intrigante polêmica.

A Relatividade Especial dava aos partidários de Einstein razões para duvidarem se tudo ia funcionar. De fato, os GPS funcionaram muito bem.

(...)

Relógios móveis andam mais devagar, em resumo, por que nesta condição seus mecanismos ficam mais lentos. São apenas relógios. Isso não quer dizer que o tempo fica mais lento

[Comentário: Da mesma maneira que o tempo não pára quando um relógio quebra].

Todas as experiências que supostamente confirmam a Relatividade Especial são feitas em laboratórios terrestres, nos quais cada partícula ou relógio atômico sofrem a ação da gravidade da Terra, e portanto, a qual pode desacelerar esses relógios.

[Comentário: Considerar também o giro dessas naves em relação à Terra, que podem ser somados ou subraídos assimetricamente aos giros das órbitas dos átomos desses relógios atômicos embarcados].

Ambas as teorias, Einsteniana ou de Campo Gravitacional Terrestre [de Van Fladern], produzirão os mesmos resultados. Até agora.

Voltemos ao problema do GPS - Sistema de Posicionalmento Global. Na altitude em que se encontram, os relógios dos satélites GPS adiantam aproximadamente 46 milisegundos ao dia em relação aos relógios terrestres, pois o campo gravitacional à 20.000 km da Terra [altura média da órbita dos satélites GPS] é muito menor.

Os relógios orbitais também cruzam por esse campo gravitacional numa velocidade média de três quilômetros por segundo (3.000 m/s), por conta de suas velocidades orbitais. Por tal razão, um tique-taque desses relógios são 7 milisegundos mais lentos que os relógios terrestres.

Para compensar esses dois efeitos, os engenheiros do sistema GPS regularam esses relógios, antes do lançamento, para atrasarem a marcha à razão de 39 milissegundos ao dia. Esse procedimento fez com que o "tique-taque" dos relógios orbitais batessem em perfeito sincronismo com os relógios terrestres e o sistema funcionou.

Com o GPS, observadores terrestres podem localizar-se com alto grau de precisão. Entretanto, pela Teoria Einsteniana, era esperado que, em função do movimento dos relógios orbitais, e da relevante variação da velocidade desses artefatos em relação a um observador em qualquer ponto da terra, esperava-se que seria necessário correções relativistas constantes na frequência (tique-taques) dos relógios.

Pela complexidade dos cálculos, isso tornaria o GPS funcionalmente inviável. Mas essas compensações [relativísticas] não são foram feitas. No entanto, o sistema é gerenciado para funcionar, apesar de não utilizar nenhuma correção relativista após o lançamento.

ELES BASICAMENTE ANIQUILARAM A TEORIA DA RELATIVIDADE.

Os últimos resultados não estão de acordo com as expectativas relativistas. Para acomodar os resultados, os Partidários Einstenianos argumentam que, se você olhar as coisas de um quadro de referência diferente, tudo ainda funcionará bem.

Mas eles têm de fazer o equivalente, do mesmo ponto de observação, e isso não é convincente.


Todo esse preâmbulo se fez necessário para demonstrar uma estranha relação matemática descoberta ao acaso:

Quote:
Para compensar esses dois efeitos, os engenheiros do sistema GPS regularam esses relógios, antes do lançamento, para atrasarem a marcha à razão de 39 milissegundos ao dia. Esse procedimento fez com que o "tique-taque" dos relógios orbitais batessem em perfeito sincronismo com os relógios terrestres e o sistema funcionou.



Se tomarmos o tempo aproximado da viagem dos neutrinos entre Genebra e Suiça, temos:

730 000 m / 300 000 000 = 2,433 milisegundos

Se relacionarmos esse tempo à correção não-relativista de Van Flandern, temos:

2,433 / 39 = 0,062393 ms/ms = 62 nanosegundos ???

Isso parece uma piada sem graça, mas dá o que pensar...


Para saber mais:

http://www.gravitywarpdrive.com/Rethinking_Relativity.htm

http://metaresearch.org/cosmology/gps-relativity.asp

http://metaresearch.org/cosmology/gravity/LR.asp

Ói Nóis Aqui Traveis

TEXTO COMPLEMENTADO

Voceis pensam que nóis fumos embora
Nóis enganemos voceis
Fingimos que fumos e vortemos
Ói nóis aqui traveis
Nóis tava indo
Tava quase lá
E arresorvemo
Vortemos prá cá
E agora, nóis vai ficar fregueis
Ói nóis aqui traveis

ÓI NOIS AQUI TRA VEIS...

 

Massa Inercial no Contexto Asnático

Depois de um longo e tenebroso inverno, volto a fuçar nesse ignóbil assunto.

Longas foram as exemplares situações, nas quais a hipótese asnática foi "posta à prova" para explicar os efeitos de gravidade.

A massa gravitacional foi razoavelmente (no sentido de razão humana ou asnática mesmo) explicada pela hipótese da expansão do raio da Terra.

Mas, e quanto à massa inercial? Como podemos relacioná-la à massa gravitacional no contexto asnático?

Quando um corpo está parado, seu peso (ou a reação a expansão asnática) é anulado pela reação "normal", isto é: o corpo pressiona a Terra e a Terra responde com uma força de igual módulo, porém em sentido contrário.

Quando um corpo é posto em movimento, mesmo num percurso "plano" (força de expressão, pois esse "plano" possui todos os seus pontos com a mesma distância do centro da Terra), é percebida a INÉRCIA, isto é, reação contrária a força que dá origem ao movimento.

À partir do momento em que o corpo "absorve" a força aplicada, passa a mover-se numa velocidade constante, para não complicar demais essa explicação.

Como ficaria a massa inercial nessa situação?

Não podemos nos esquecer que no modelo asnático, o raio da Terra não para de expandir-se e isso acontece de forma exponencial.

Dessa maneira, quando um corpo é posto em movimento, este encontrará, para qualquer direção que possa ir, o raio da Terra em expansão.

Isso significa que o corpo em iminencia de movimento estará alçando uma subida!

Desta maneira, quanto mais rápida for a velocidade a ser imprimida ao corpo, maior será a reação desse pois terá de realizar um trabalho (de ganho de altura) num tempo cada vez menor.

Esse é um esboço do que virá pela frente. A hipótese da expansão asnática é uma maldição... completamente "raciocinável" !!!

Prova Asnática da Relação entre Massa Gravitacional e Massa Inercial.

Conforme nosso primeiro esboço (acima) nessa arriscada afirmação, dizíamos que a sensação de inércia é devida ao movimento de um corpo em relação ao centro da Terra e à expansão do raio terrestre. "Sentimos a inércia, porque ao movimentarmos estaremos sempre subindo!"

Quando nos movimentamos numa pequena aceleração, durante um determinado tempo (f * t), a expansão o raio da Terra é proporcional ao tempo dessa viagem.

Quando nos movimentamos numa aceleração mais elevada, durante o mesmo tempo da experiência anterior, realizamos o "mesmo trabalho", pois a distância de expansão do centro da Terra é exatamente a mesma da situação anterior.

Dessa maneira, independentemente da velocidade final, o trabalho realizado nas duas experiências é o mesmo.

Cessado o impulso (f*t) das duas experiências, cessará a aceleração e as velocidades (desconsiderando-se o atrito) se estabilizarão.

A velocidade final dos experimentos, isto é, a energia cinética de cada corpo será diferente.

Isso coloca essa hipótese dentro do contexto da expansão asnática em cheque, pois na falta de atrito, a diferença de sensação de aceleração deveria continuar acontecendo em ambos os casos, pois os corpos continuariam afastando-se do centro da Terra em velocidades diferentes. Contínuaríamos "subindo".

Tanto um caso como o outro e até de um observador parado, todos continuarão "subindo" na mesma velocidade de expansão do raio da Terra.

Sabemos que quando um corpo entra em movimento, este diminui seu peso em relação à Terra. Então, a relação entre massa inercial e massa gravitacional se dá por esse fenômeno.

À maneira que um corpo aumenta a velocidade, e em função da tendência de caminar em linha reta, sem considerar efeitos aerodinâmicos, diminui a sua pressão em relação ao solo terrestre. Na verdade, nesta situação, o corpo tem a tendência de não acompanhar a curvatura terrestre. Em outras palavras, o corpo "recusa-se a descer!"

Ou seja, quando se aumenta a velocidade em solo terrestre, perde-se peso.

Concluindo: é necessário passar pelo efeito de reação à aceleração da massa inercial, para sentir a diminuição da aceleração da massa gravitacional, em igualdade de condições.

Esse raciocínio vale para Newton ou para a hipótese da expansão asnática.

mais informações em:

http://www.youtube.com/watch?v=Kj8Xp4V7jgY

 

 



Escrito por Jonas às 17h32
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http://negrjp.fotoblog.uol.com.br/images/photo20111203065943.jpg

 

é perdoando que se é perdoado

Oração de São Francisco de Assis
 
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

Afinal, o que é movimento?

O ano de 2011 será lembrado pelas sacudidas que a física vem enfrentando nesse período, notadamente no caso dos neutrinos apressadinhos.

Fora poucas exceções, a comunidade científica "está em cima do muro". Poucos falam em apostas de 10 dólares, outros falam em comer as próprias cuecas. Vamos precisar de paciência até a chegada do veredicto sobre esse incidente.

Neutrinos bateram a velocidade da luz? Se confirmada a proeza, que suprema energia levou essas partículas a uma velocidade proibida?

Aceleradores de partículas são incapazes de levar um objeto acima da "velocidade de onda luminosa", produzida dentro de seus túneis. Mas uma partícula pode chocar-se frontalmente com outra, vindas de aceleradores opostos.

Nesse caso, e, de acordo com Newton, as velocidades entre as partículas poderia dobrar. Teríamos do dobro da velocidade da luz entre as partículas, umas em relação às outras.

Einstein diz que isso é impossível. A somatória entre as velocidades-limites de duas partículas, vindas de uma mesma direção e sentidos opostos continuará sendo a mesma velocidade-limite da luz. As partículas simplesmente aumentam a massa.

A questão-chave continua aberta: o que é movimento?

Movimento é energia cinética?

Mas o que é energia cinética? Uma manifestação mecânica ou elétrica?

Se a natureza do movimento de uma  partícula é elétrica, então não há como essa entidade superar a velocidade da luz.

Se a natureza do movimento é mecânica, por que uma partícula não pode superar a velocidade da luz?

Feliz Ano Novo à Todos!


ESTÁ NA REDE:


Neutrinos são táquions?

Se o universo é preenchido por um campo que interage com partículas e, se os fótons sofrem mais resistência que os neutrinos para cruzar por esse campo, os neutrinos podem bater a velocidade da luz. Mas, se ficar faltando o efeito Cherenkov?

O artigo, em inglês:

http://www.newscientist.com/article/mg21228443.900-smart-guide-to-2012-neutrinos-may-be-tachyons.html




Escrito por Jonas às 15h01
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MRU - Movimento Retilíneo Utópico

ARTIGO AMPLIADO

Para quem estuda cinemática, MRU é uma sigla relacionada a Movimento Retilíneo Uniforme.

Sobre este movimento,  Einstein construiu a Teoria da Relatividade Restrita.

Quando alguém está numa nave com as janelas fechadas, ou no porão de um navio que caminha num lago tranquilo, não há meios para tripulante saber se a nave está parada ou em movimento.

Mas, até que ponto o movimento retilíneo uniforme pode ser comprovado?

Ao observar a cena acima, pode o observador afirmar se o trem está em MRU - Movimento Retilíneo Uniforme?

E quanto ao maquinista, sem olhar no velocímetro, pode afirmar que o trem está em MRU?

 

Bem, a Terra é redonda. A sensação de MRU ao maquinista só é possível desta maneira, Movimento Arqueado!!!

 

Se o trem, de fato, estivesse executando um MRU, o perfil da estrada de ferro teria de ser assim:

- Em r1, o trem estaria descendo a ladeira, pois está aproximando-se do centro da Terra;

- Em r2, o trem teria terminado a descida.

- À partir de r2 até r3, o trem estaria subindo a ladeira, pois distancia-se do centro da Terra.

 

Voltando ao observador terrestre, para que este observe toda a trajetória do trem, será necessário que ele
movimente a cabeça. A distância entre os olhos do observador e o trem varia com essa trajetória.

Se o observador não pôde analisar a estrada de ferro antes de ser perguntado sobre o que vê, ele terá a impressão de que a linha forma um arco de aproximadamente 180 graus, pois ele vê a imagem do trem durante o seu percurso girar em ângulo semelhante.

 

Quem viaja de trem ou ônibus tem sensação semelhante. Os objetos próximos movimentam-se em alta
velocidade, enquanto objetos distantes quase ficam parados. Notar os traços verdes, proporcionais as velocidades relativas. Ao observar todo o conjunto ao mesmo tempo, o viajante terá a percepção de movimento angular (em vermelho).

 

Mesmo o maquinista, sem consultar o velocímetro, terá dificuldades em avaliar a uniformidade do
movimento do trem, pois os dormentes próximos parecem mais velozes que os mais distantes.

 

Esta sensação pode ser melhor constatada em pouso de aviões. Objetos próximos ao cockpit dão a impressão de "desmancharem-se". Somente objetos distantes são claramente observados.

Preparei esse "artigo natalino" para àqueles que nos honraram com suas visitas.

Einstein, quando fazia suas experiências mentais, gostava "evocar" trens e ferrovias. A experiência da gravidade foi baseada num elevador com o cabo de aço quebrado.

Essas eram as máquinas disponíveis na época de construção de suas teorias. Aviões biplanos já existiam, mas voavam em velocidadas mais baixas.

Até que ponto Einstein considerou a "interferência angular" em seus experimentos mentais?

Reservei dois filmetes sobre o desenvolvimento das idéias de Einstein.


Video do Trem, em espanhol
http://www.youtube.com/watch?v=ts8BV_fxLcQ&feature=related

Paradoxo dos Gêmeos, em espanhol
http://www.youtube.com/watch?v=9K2u9sZWTYo


O que o primeiro vídeo mostrou:

Albert vê a trajetória do fóton do relógio de Hendrik aumentar

 

O que o primeiro vídeo não mostrou:

Acima:

Como Albert vê o relógio de Hendrik

Abaixo:

Como Hendrik vê o relógio de Albert.

Pergunta:

Qual  dos dois relógios atrasou efetivamente?

Aceitem esse trabalho como um modesto presente de natal. Feliz Natal a Todos!!!



Escrito por Jonas às 14h53
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Está na rede:

Director de Investigação Científica do CERN na UE

Procura do Bosão de Higgs? Que futuro?
No âmbito da rede IDPASC,  decorreu na Universidade de Évora, um encontro para especialistas sobre o tema matéria escura, na qual esteve presente o director de investigação científica do CERN, Prof. Sergio Bertolucci. Durante a conferência entre outras comunicações, foram apresentados os principais resultados obtidos pelas experiências instaladas no CERN durante o ano corrente, e o que está previsto fazer-se nos próximos anos.

O Prof. Gigi Rolandi, investigador do CERN deu uma palestra sobre o tema “Dark Matter searches at the LHC” e apresentou ainda os resultados das experiências ATLAS e CMS, os quais são usados para fundamentar a existência do Bosão Higgs. Embora os resultados obtidos sejam promissores, o significado estatístico do sinal obtido nas duas experiências é  muito pequeno, e será necessário que  ATLAS e CMS produzam mais resultados para se poder confirmar ou rejeitar definitivamente a existência da partícula Higgs no intervalo de massas entre 115 a 130 GeV. O  Professor Roland diz:  “More data are needed to understand the nature of the excess of events seen by ATLAS and CMS below 127 GeV” (1 GeV é equivalente à massa do protão). A existência de um Bosão de Higgs com uma massa neste intervalo de valores é consistente com o mais popular modelo da física das partículas, chamado, modelo supersimétrico de física de partículas ou abreviadamente SUSY (super–symmetric model of particle physics), o qual é uma extensão mais simples do modelo padrão de partículas e interacções fundamentais.     

Na sequência desta comunicação o Prof. Sergio Bertolucci fez uma palestra onde apresentou o programa de experiências prevista no CERN para o próximo ano. O Director Científico do CERN informou que com o aumento significativo na recolha de dados pela experiências actualmente a funcionar no LHC, até ao inicio de 2013  vai ser possível de forma definitiva sabermos se o Bosão de Higgs com uma massa próxima do 125 GeV existe ou não.  Além disso ele informou que está ainda previsto, num futuro próximo, colisões protão protão a energias mais elevadas o que poderá levar à descoberta de novas partículas, nomeadamente, partículas fundamentais que possam explicar o problema da matéria escura.

Referindo-se às recentes medições da velocidade de neutrinos pela colaboração OPERA (Oscillation Project with Emulsion- Racking Apparatus), os quais parecem se deslocar a uma velocidade superior à da luz no vácuo, o Prof. Sergio Bertolucci informou que outras experiências a nível europeu e internacional estão a ser organizadas com o objectivo de validar ou rejeitar estas medições.

fonte:
http://www.ueline.uevora.pt/Canais/%28canal%29/2/%28item%29/1323

Verdade Científica ?!

1. O problema da verdade nas ciências

É comum depararmos com a idéia de que a ciência reproduz uma verdade comprovada, irrefutável e infalível. Dar a algo a qualidade de científico equivale a atestar a sua veracidade inquestionável. A Matemática, por exemplo, é comumente compreendida como um conjunto de verdades irrefutáveis. A Física, endeusada por Augusto Comte, seria o supra-sumo das certezas inquestionáveis e da racionalidade. Todavia, não é assim que a comunidade científica deve ver a ciência, pois, o conhecimento científico não é irrefutável e suas verdades são sempre provisórias, pois duram enquanto não são retificadas por uma nova teoria ou experiência.

Para saber mais:

http://rodrigobello.wikidot.com/a-questao-da-verdade-cientifica-bartira-santos


Mensagem dos telespectadores brasileiros ao Ministério das Comunicações, pelo atual descaso com a TVD:

http://www.youtube.com/watch?v=HWzpEqnxGVE



Escrito por Jonas às 11h37
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Neutrinos Turbinados

Semana passada (eureka! eureca?), comentamos que os neutrinos poderiam ter saído do acelerador com uma energia acumulada superior à declarada para a imprensa.

Além de energia cinética, que tipo de energia poderia o neutrino carregar para fora do acelerador?

Quando pensamos em energia cinética, pensamos em movimento retilíneo. Mas, além do movimento retilíneo, os neutrinos podem carregar energia cinética em movimento angular.

Para entender o processo, dê uma olhada nesse vídeo:



http://www.youtube.com/watch?v=3dtO86Y9f-8

Considerando-se que, de fato, o rolamento, impulsionado pelos jatos de ar comprimido, atingiu 12 000 rpm nesse experimento, temos:

12 000 rpm (rotações por minuto)

12 000 rpm = 33,333 rotações por segundo ou 33,333 hertz.

Notar que o rolamento está preso ao eixo. Sua velocidade linear é nula, mas, considere:

diâmetro do rolamento = 0,2 m aprox.

perímetro = 2 * pi * r = 2 * 3,1416 x 0,1 m

perímetro = 0,628 m

velocidade escalar da superfície do rolamento = 0,628 m x 33,333 Hz = 32,7 m/s

Velocidade máxima: 117 km/h 

Se o rolamento, ao atingir a máxima velocidade angular, caísse sobre uma pista de boliche, desprezando-se a energia dissipada em atrito, provavelmente chegaria à velocidade próxima de 100 km/h

Isso é quase uma loteria, mas imaginamos que alguns dos neutrinos saíram de Genebra fortemente carregados de energia cinética angular. Ao rumarem para Gran Sasso, através de choques sucessivos com a massa da Terra, e, favorecidos pela assimetria do campo gravitacional, essas partículas conseguiram transformar a energia cinética angular em energia cinética linear, suficiente para que esse seleto grupo de "esferas girantes" chegassem ao destino 60 nanosegundos antes do esperado.



Escrito por Jonas às 11h33
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Está na Rede:

fontes:


http://tecnoblog.net/85473/televisao-digital-brasil/

http://gregoripavan.blogspot.com/2011/12/quatro-anos-de-tv-digital-em-apenas-86.html



Escrito por Jonas às 07h56
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EUREKA!  EURECA?!

Durante esses meses, desde o anúncio da quebra da velocidade da luz pelos neutrinos, passamos por três fases.

A primeira fase, concentramos nosso foco na gravidade, pois a diferença de velocidade da partícula era quase igual a velocidade de imponderabilidade terrestre.

Nesta fase, nos concentramos nos possíveis erros geodésicos que levassem a uma inclinação de 310 metros entre a Suíça e a Itália.

Na segunda fase, partimos do princípio que a equipe geodésica que assessorou o projeto não teria cometido um erro tão crasso e fomos em busca de outras assimetrias.

Na terceira fase, encontramos duas pequenas assimetrias:

-O relevo de Gran Sasso provoca uma pequena assimetria gravitacional.

-A distribuição do campo magnético da Terra diminui à maneira que os neutrinos rumam para o equador.

Comparamos os experimentos americano MINOS e o experimento europeu OPERA, baseados em fotos:

MINOS
O experimento MINOS foi realizado em 2006. O percurso dos neutrinos é de Batávia (Illinois) até Soudam (Minnesotta. A distância total é de 735 km



OPERA
O experimento OPERA vem sendo realizado há anos. O percurso dos neutrinos é entre Genebra e Gran Sasso. A distância total é de 732 km.



Na foto abaixo,indicamos a origem e direção de cada experimento:


Azul: os neutrinos partem de Chicago e vão para Noroeste.

Vermelho: Distância de separação entre os dois experimentos

Verde: os neutrinos partem de Genebra e vão para Sudoeste.

Fica muito claro que a assimetria magnética da Terra não interferiu nos experimentos, caso contrário, os neutrinos de Chicago teriam de viajar abaixo da velocidade da luz.

Tanto no primeiro como no segundo experimento, houve aumento de velocidade dos neutrinos.

Considerando-se que a metrologia dos experimentos foram muito bem controladas, ficamos num beco sem saída:

Se as forças terrestres, externas aos aceleradores, não são suficientes para aumentar a energia dos neutrinos, como essas partículas "ganharam" energia cinética?

Não convém pensar em violação do princípio de conservação de energia. Muito menos em atalhos de 5a dimensão.

Só pode haver uma explicação: os neutrinos saíram dos aceleradores com um saldo de energia positiva.

Aceleradores de partículas são câmaras de tortura: as partículas são submetidas a um acréscimo de energia absurdo. E não há como dissipar essa energia dentro da câmara, pois as partículas são obrigadas a manter a velocidade de campo do acelerador.

Se a energia dos neutrinos não foram totalmente "devolvidas" ao acelerador no momento da saída dessa "câmara de tortura", os neutrinos "queimaram" (ou transformaram) essa energia somente após a libertação da câmara, em forma de energia cinética.

Se o percurso do Experimento OPERA fosse maior que o percurso do Experimento MINOS, teríamos a confirmação dessa última hipótese, pois os neutrinos precisam de um tempo para dissipar essa energia extra. Em forma de aumento de velocidade.

Mais um detalhe:

Caso a gravidade não tenha interferido no trajeto dos neutrinos, por, de fato, ela não existir, teremos a volta triunfal da honorável teoria asnática da espansão terrestre Bobo !!!

 



Escrito por Jonas às 07h55
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