SBTVD PAL-M


Bem-Vindos ao Blog SBTVD PAL-M!

Continuamos a acompanhar o desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Aberta. Entrementes, trazemos assuntos de interesse geral aos leitores que nos honram com suas visitas.


Síndrome da Caixa de Bombom

Dizem os psicólogos que a vida é como uma montanha russa, na qual o estado emocional oscila entre a euforia e a depressão. Logo, se sua vida é totalmente plana, você está morto.

Sem o tempero da espiritualidade, vivemos apenas para fugir da dor e para perseguir o prazer.


"Socorro, não estou sentido nada..."

Talvez o mais cruel dos sentimentos é o tédio. Para dele fugir, caímos em algumas armadilhas.

Vamos aos fatos. A saúde nos cobra o equilíbrio. Mas o equilíbrio assemelha-se à uma vida plana. Isso, com certeza não é bom para a saúde mental. Então, qual é a faixa de oscilação segura?

As compulsões (que nos provocam desequilíbrios) são as mais diversas, desde as mais brandas como a compulsão por figurinhas de futebol, até as mais graves e socialmente inaceitáveis como a compulsão pelo sexo ou pelas coisas alheias (por sinal, comuns nos Bastidores do Poder).

Gosto de chocolate, mas evito de ter caixas de bombons em casa. Enquanto essas delícias não se acabam, a compulsão não acaba. 

Essa é a tática da "dieta da despensa vazia".

Parentes nos agradam e trazem coisas para comer, como prova de amor e afeto. Quando chega segunda-feira, levo essas coisas para a empresa onde trabalho. É uma maneira "solidária" de dividir o meu aumento de peso com os colegas.

Festas são sinônimos de desequilíbrio.

Casamentos, Aniversários, Churrascadas, Natal, Ano Novo, Carnaval, Páscoa, Festas Juninas. O que melhor caracteriza todas elas: porre alimentar, isto é, superalimentação calórica ou superdosagem alcoolica. Depois vem a ressaca...

Bebidas, tabaco e outros.

Vejo na TV: 

"Beba com Moderação"; 

"Se persistirem os sintomas, procure um médico."

Bingo!

Por que não buscar um médico para administrar essas drogas com moderação?

É sabido que uma droga tem sua dosagem crítica. Se é pouca, é inócua. Se muita, pode matar.

Deveria haver médicos alcoolistas e tabagistas (entre outras especialidades), para acompanhar a saúde do pacientes dependentes dessas drogas, a fim de mantê-lo saciados e saudáveis, sem a necessidade de superdosagem ou risco de crise de abstinência. 

 

Será que exames periódicos de sangue e potência pulmonar ajudariam?



Escrito por Jonas às 06h45
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COPA DO MUNDO - QUEM ENTRA, QUEM SAI?


O técnico e seus onze escalados.


Essa notável galeria de fotos foi baseada num artigo especulativo de quem seriam os doze homens que acreditaram na Teoria da Relatividade desde o princípio.

O aval desse grupo ao técnico é um típico caso de falácia de autoridade. Como ir contra esse grupo de notáveis guardiões?

Bem, um deles não aceitou a Relatividade: Ernst Mach. Quem poderia ocupar o seu lugar?

O engraçado é que Mach "fez a cabeça" de Einstein por muito tempo, principalmente quando seu seguidor mandou o éter às favas...

Lorentz, defensor da existência do éter, ficou magoado com seu aluno, mas Einstein voltou às boas com o mestre quando disse que "apenas" relativizou o imperscrutável éter.



Escrito por Jonas às 06h44
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Está na Rede:

 

Raios contra apagões



Roya Nikjoo descobriu uma forma de tirar proveito dos raios e transformá-los em uma ferramenta de "medicina preventiva" para as redes elétricas. [Imagem: Hakan Lindgren/RIT]

(Não se preocupem com a integridade física da cientista... a chave geral está desligada Riso !

 Mais detalhes em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=raios-ajudam-detectar-falhas-componentes-rede-eletrica&id=010115140416#.U07-I1VdVA0

 

 

Roteiros de Séries de TV - Originais em Inglês

 

Que tal conhecer os textos de suas séries televisivas preferidas?  Aqui vai uma dica para acompanhar séries de TV com os roteiros originais disponíveis na rede:

http://www.simplyscripts.com/tv.html

Um notável exemplar:


 Para baixar o arquivo, clique abaixo:

 

http://leethomson.myzen.co.uk/Star_Trek/1_Original_Series/Star_Trek_1x03_-_Where_No_Man_Has_Gone_Before.pdf

 

Está na Rede (Apenas para assinantes da "New Scientist" - grrr!):


Gravidade:



Onde estás que não te encontro? (III)


Para ouvir as ondas gravitacionais - fracos murmúrios no "tecido do espaço-tempo" - requer um lugar mais calmo do que a própria tranquilidade. 

Pergunta do Blogueiro: No Céu Rindo a toa ?


Enlace do resumo do artigo (em inglês):


 

http://www.newscientist.com/article/mg22229640.600?cmpid=NLC%7CNSNS%7C2014-1004-GLOBAL&utm_medium=NLC&utm_source=NSNS&



Escrito por Jonas às 09h51
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Ação fantasmagórica à distância



Foi Einstein quem cravou o título do tópico quando soube que uma partícula é capaz de alterar as propriedades de sua companheira mesmo estando do outro lado do universo.

Isso porque as partículas subatômicas possuem uma propriedade denominada spin. Quando duas delas são criadas juntas, uma delas terá seu spin (que é o comportamento giratório da partícula) no sentido horário e a outra no sentido anti-horário. Quando se observa uma delas, sua propriedade de spin é alterada (passa a girar no outro sentido), e não somente a sua: mesmo que sua partícula companheira esteja localizada do outro lado da galáxia (e até mesmo do universo), ela também será alterada, pois é impossível que ambas tenham o mesmo sentido de rotação do spin. Isso acontece instantaneamente.

Embora cientistas não tenham testado se isso é verdade do outro lado do universo, o experimento já funcionou do outro lado do laboratório, e teoricamente, a distância não importa nesse incrível fenômeno.

Leia mais em:

http://misteriosdomundo.com/os-10-fatos-mais-incriveis-da-fisica#ixzz2y0uVCOmY



Ação Fantasmagórica à curta distância


Bola Um

Uma bola de chumbo é posta sobre a superfície de uma mesa...


Bola Dois

...O peso da bola é transmitido às quatro pernas da mesa. Se a reação a estas forças não acontecer no mesmo momento em que a bola é posta sobre a superfície da mesa, esta afundaria sobre a superfície do piso verde.


Bola Três

Com um pouco de imaginação, podemos afirmar que a superfície do solo verde é como um espelho e, que abaixo desta linha, forma-se uma "imagem acústica" da mesa e da bola de chumbo.


Bola Quatro



Quando a bola de chumbo começa a rolar sobre a superfície a mesa, sua "imagem acústica" deve ser instantânea. Desta maneira, o "spin" (sentido de giro da bola) da imagem da bola deverá ser simétrica e instantânea. Caso contrário, a mesa se inclinaria no sentido do movimento da bola de chumbo. Mas, para isso acontecer, a imagem da bola em movimento deve ser instantânea; a natureza terá de "adivinhar" esse fato. Ou a velocidade da gravidade deve ser infinita...ou não existe gravidade.

 

Mais detalhes, em:

http://www.physforum.com/index.php?showtopic=53620



Escrito por Jonas às 09h50
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Está na Rede:

Guerra aos Crackpots (pobres aracnídeos)



Crackpots, vasos quebrados (ou teorias de pessoas excêntricas), é um joguinho do Atari 2600, console lançado no Brasil pela Gradiente no início dos anos 1980, elogiado pelos aficcionados em videogames, pelo alto grau de "jogabilidade".




Apesar do jogo envolver a gravidade, notamos que a queda dos vasos acontece em velocidade linear. Acho que na época ainda não havia o algorítmo de gravidade radial.

Para ver o joguinho em ação, clica:

http://www.youtube.com/watch?v=STWfhiNj_J8


Fórum de Física2100

Fim do Fantastical

Esta é a tabela composta pelo expoente "fantastical", cujo resultado chega muito próximo da previsão newtoniana para queda livre na Terra:


Notamos, que no tempo de um segundo, o resultado do cálculo é igual a metade da aceleração newtoniana (arredondada para 10 m/s^2) para a Terra.

Conforme bem lembrou o colega Casasanta:

"O raio da Lua é 1.738.000 m."

Aplicando-se o fert de um segundo para o raio da Lua, temos:

[1.738.000 m x 1,000 000 785] - 1.738.000 m = 1,364 m

O resultado "1,364 m" deve ser multiplicado por dois!

Logo, a gravidade radial Lunar é 2,728 m/s^2.

Esse resultado aproxima-se ao cálculo do colega Casasanta, baseado na constante sugerida:

1738000m/650375 = 2,672m/s^2 

Agradeço ao colega Casasanta ao "por a bola no chão". 

Havia, de minha parte, uma ânsia terrível em aproximar o valor da gravidade radial ao valor oficial da gravidade lunar.  Mas, minha esperança continua... ainda não mediram a gravidade em solo lunar  Riso !

De qualquer maneira, o "puxão de orelha" do colega ajudou-me a aperfeiçoar a tabela de queda livre.

Irritava-me a diferença entre o valor previsto por Newton e pela gravidade radial:


Notem que, em apenas dez segundos, houve uma diferença de 0,424 m entre as previsões.

Além disso, o cálculo baseado no expoente somatório exigia a soma dos resultados da tabela linha-a-linha, enquanto pelo calculo newtoniano o resultado é direto.

Abandonei o fatorial (!) e a somatória de tempos (+).

Agora, basta elevar o tempo ao quadrado para obter uma tabela com precisão superior à anterior:



A "coisa" está ficando cada vez mais simples e precisa  !

Mais detalhes, em:





Escrito por Jonas às 19h47
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Gravidade:

 

Onde estás que não te encontro? (II)


 

Detecção de ondas gravitacionais reforça teoria do Big Bang



Inflação cósmica


Quase 14 bilhões de anos atrás, o Universo explodiu em existência em um evento extraordinário chamado Big Bang.

Na primeira fração de segundo, ele expandiu-se exponencialmente, dobrando de tamanho 60 vezes em 10-32 segundo - um evento chamado inflação cósmica.

Tudo isso, é claro, era apenas teoria - até agora.

Pesquisadores do observatório BICEP2, um radiotelescópio instalado no Pólo Sul, afirmam ter encontrado a "primeira evidência direta" para essa inflação cósmica.

Os resultados não foram ainda publicados em uma revista científica, só tendo sido avaliados pela própria equipe.

Mas, se estiverem corretos, são históricos, representando muito mais do que um embasamento para a teoria da inflação cósmica.

Os dados também representam a primeira demonstração de que as ondas gravitacionais realmente existem. Essas ondulações do espaço-tempo foram previstas por Albert Einstein, mas nunca foram detectadas diretamente.

Finalmente, os dados confirmam uma profunda conexão entre a mecânica quântica e a relatividade geral.

Isto porque, como a inflação cósmica é um fenômeno quântico, o fato de que ela tenha produzido ondas gravitacionais é uma demonstração de que a gravidade tem uma natureza quântica, da mesma forma que as demais forças da natureza.

"Detectar este sinal é um dos objetivos mais importantes da cosmologia atual. Um monte de trabalho, feito por um monte de gente, nos levou a este ponto," disse John Kovac, do Centro Harvard-Smithsoniano de Astrofísica, coordenador da colaboração BICEP2.

Mais detalhes, em:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=deteccao-ondas-gravitacionais-reforca-teoria-big-bang&id=010130140318#.UyoZUKhdVA0




Escrito por Jonas às 19h45
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Está na Rede:

O mito dos Doze Homens que compreenderam a Relatividade de Einstein.

 

Documento Original, em inglês:

http://www.gsjournal.net/Science-Journals/Essays/View/4511

 

Tradução Googliana:

https://translate.googleusercontent.com/translate_c?act=url&depth=1&hl=pt-BR&ie=UTF8&prev=_t&rurl=translate.google.com.br&sl=en&tl=pt-BR&u=http://www.gsjournal.net/Science-Journals/Essays-Relativity%2520Theory/Download/4511&usg=ALkJrhiuP-s5NTlyLb6yP5ftbGu5ZRdxpA



Escrito por Jonas às 06h55
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Proteção efetiva contra a criação de novas teorias "crackpot"

 

 clica:

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ4eYb_u8ssYL85KbAbXV7zolIiqCD2h6Yx7nvSefw9EsfcMDRm



Escrito por Jonas às 06h54
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Esta na Rede há meses:

A notícia é antiga, mas conflita com o conceito expansão radial espiral como forma de explicação da ação da gravidade.

11 de Maio de 2011•17h06 • atualizado às 17h47


Pesquisa aponta que alguns planetas giram em sentido contrário

 

Um estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica britânica Nature aponta que alguns planetas fora do Sistema Solar giram no sentido contrário das suas estrelas, o que invalida teorias em vigor até então sobre o assunto.


No Sistema Solar, no qual o Sol faz uma rotação completa em 26 dias a partir do seu equador, os planetas orbitam no mesmo sentido que o astro central. Há um ano atrás, uma equipe de astrônomos do Observatório de Genebra já tinha lançado "uma bomba no campo dos exoplanetas", ao apresentar numa palestra em Glasgow (Grã-Bretanha) seis planetas que orbitam em sentido contrário em relação à rotação de sua estrela.


"Pensávamos que o nosso sistema solar fosse parecido com os demais do universo, mas desde o início observamos coisas estranhas nos sistemas extra-solares", explica o astrofísico Frederic Rasio, da Universidade americana de Northwestern, coautor do estudo publicado nesta quarta-feira na revista britânica Nature.


Os astrônomos chegaram a essas conclusões ao observar grandes planetas gasosos, que podem ser comparados a Júpiter no nosso sistema solar, que se encontravam muito perto do seu astro, o que levou eles a batizá-los de "Júpiteres quentes".


Segundo eles, cerca de um quarto destes planetas girariam no sentido contrário. "Achamos isso mais estranho ainda por este planeta estar tão perto da estrela. Por que uma giraria num sentido e a outra orbitaria exatamente no sentido contrário?", se pergunta o professor Rasio.


Com sua equipe, ele simulou no computador as órbitas de dois grandes planetas, um sendo localizado muito mais perto do que a outra de uma estrela parecida com o sol. Suas perturbações gravitacionais recíprocas os levam a mudar de órbita, o planeta que se encontra mais perto se aproxima progressivamente do astro central, como acontece com os "Júpiteres quentes" observados.


Sofrendo o efeito das marés devido à proximidade da sua estrela, o planeta perde energia, fica mais lento e acaba se aproximando ainda mais. Sua órbita, que continua perturbada pelo outro planeta, pode mudar de direção, ser contorcida ou até dar uma reviravolta completa: neste último caso, ela acaba girando no sentido contrário.


Astrofísicos já tinham imaginado tal cenário num sistema com duas estrelas, no qual uma delas teria deformado a órbita de um planeta que giraria em torno de outro, segundo Didier Queloz, do Observatório de Genebra, ao lembrar uma das explicações apresentadas pela sua equipe na palestra de Glasgow, no ano passado.


O estudo publicado no artigo da revista Nature mostra que "a reviravolta também acontece com um outro planeta interagindo com o primeiro", o que seria "fundamental", já que existem sistemas que não possuem mais de uma estrela.


Referindo-se ao atual debate com outros astrônomos, que continuam procurando "a segunda estrela" para explicar estes casos, Didier Queloz se disse "muito contente" de ter descoberto este "novo cenário possível".


Ele ainda acredita que "a noção de que todos os outros sistemas seriam parecidos com o nosso cai totalmente por terra. Somos apenas parte de um tipo de sistema solar, no meio de uma enorme diversidade de órbitas e de possibilidades", diz o cientista suíço, que, em 1995, junto com o compatriota Michel Mayor, foi o primeiro a descobrir um exoplaneta girando em torno de um planeta parecido com o sol.


fonte:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa-aponta-que-alguns-planetas-giram-em-sentido-contrario,ed98f9d4566ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

 

 

 

Está na Rede:

 

Gravidade: Onde estás que não te encontro?



Pesquisadores propõem uma nova maneira de detectar o indescritível gráviton


Um cosmólogo e físico propuseram que medir pequenas mudanças na radiação cósmica de fundo do universo poderia ser uma via de detectar os efeitos reveladores de grávitons.


Entre as quatro forças fundamentais da natureza, apenas a gravidade não teve uma unidade básica, ou quanta, detectado. Os físicos esperam que a força gravitacional é transmitida por uma partícula elementar chamado de gráviton, assim como a força eletromagnética é transportado pelo fóton.


Enquanto existem profundas razões teóricas por grávitons deveriam existir, detectando-los pode ser fisicamente impossível na Terra.


Por exemplo, a forma convencional de medir forças gravitacionais - ao refletir luz em um conjunto de espelhos para medir minúsculas mudanças na sua separação - seria impossível no caso de grávitons. De acordo com o físico Freeman Dyson, a sensibilidade necessária para detectar essa mudança distância minúscula causada por um gráviton requer os espelhos para ser tão grande e pesado que eles tinham em colapso e formar um buraco negro.

Devido a isso, alguns têm afirmado que a medição de um único gráviton é impossível. Mas e se você usou a maior entidade você conhece - neste caso, o universo - para procurar os efeitos reveladores de grávitons. Isso é o que dois físicos está propondo.


No papel, "Usando a cosmologia para estabelecer a quantização da gravidade", publicado na Physical Review D (20 fevereiro de 2014), Lawrence Krauss um cosmólogo da Universidade Estadual do Arizona, e Frank Wilczek um físico vencedor do prêmio Nobel com o MIT e ASU , propuseram que medir pequenas mudanças na radiação cósmica de fundo do universo poderia ser uma via de detectar os efeitos reveladores de grávitons.


Krauss e Wilczek sugerem que a existência de grávitons, ea natureza quântica da gravidade, pode ser provada por meio de recurso de alguns ainda a ser detectado de início do universo. Eles descrevem seu trabalho no jornal "Usando Cosmologia para estabelecer a quantização da gravidade."


"Isso pode proporcionar, se Freeman Dyson está correta sobre o fato de que os detectores terrestres não consegue detectar grávitons, a única verificação empírica direta da existência de grávitons", disse Krauss. "Além disso, o que encontramos mais notável é que o universo funciona como um detector que é precisamente o tipo que é impossível ou impraticável para construir na Terra."


Acredita-se geralmente que, na primeira fração de segundo após o Big Bang o universo passou por um rápido crescimento e dramática em um período chamado de "inflação". Se existir grávitons, seriam gerados como "flutuações quânticas" durante a inflação.


Em última análise, estes seriam evoluir, como o universo se expandiu, em ondas gravitacionais classicamente observáveis, que se estendem do espaço-tempo ao longo de uma direção, enquanto contraí-la ao longo da outra direção. Isso afetaria como a radiação eletromagnética na radiação cósmica de fundo (CMB) de radiação deixados pelo Big Bang, é produzido fazendo-a tornar-se polarizada. Os pesquisadores analisaram os resultados de Planck satélite da Agência Espacial Europeia estão buscando essa "marca" da inflação na polarização da CMB.


Krauss disse que seu papel e de Wilczek combina o que já é conhecido com algumas novas rugas.

"Embora a percepção de que as ondas gravitacionais são produzidos pela inflação não é novo, eo fato de que nós podemos calcular sua intensidade e que este fundo pode ser medido em medidas de polarização futuras do fundo de microondas não é novo, um argumento explícito de que tal medida proporcionará, em princípio, uma confirmação inequívoca e direta que o campo gravitacional é quantizado é novo ", disse ele. "De fato, é talvez a única verificação empírica deste pressuposto muito importante para que possamos entrar em um futuro próximo."


Usando uma ferramenta analítica padrão chamado de análise dimensional, Wilczek e Krauss mostrar como a geração de ondas gravitacionais durante a inflação é proporcional ao quadrado da constante de Planck, um fator numérico que só surge na teoria quântica. Isso significa que o processo de gravitacional que resulta na produção dessas ondas é um fenómeno de mecânica quântica inerentemente.


Isto implica que a conclusão da impressão digital de ondas gravitacionais na polarização da CMB irá fornecer evidências de que existem grávitons e é apenas uma questão de tempo (e sensibilidade do instrumento) para encontrar sua marca.

"Estou muito feliz que a análise dimensional, uma técnica simples, mas profunda cujas virtudes eu prego para os alunos, fornece uma visão clara, limpo em um assunto notório por sua dificuldade e obscuridade", disse Wilczek.

"É bem possível que a próxima geração de experiências, na próxima década, ou talvez até mesmo o satélite Planck, pode ver este fundo", acrescentou Krauss.


Tradução googliana:

https://translate.google.com.br/translate?sl=en&tl=pt&js=n&prev=_t&hl=pt-BR&ie=UTF-8&u=http%3A%2F%2Fwww.sciencedaily.com%2Freleases%2F2014%2F03%2F140304113515.htm&act=url


Texto Original:

 

http://www.sciencedaily.com/releases/2014/03/140304113515.htm




Escrito por Jonas às 10h00
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"Não importa quão bela é a sua teoria, não importa  quão inteligente você é. 

Se a teoria não concorda com o experimento, ela está errada."

Richard Feynmann

Físicos amadores, não desanimem com as críticas dirigidas aos seus trabalhos!

A crítica faz parte de quem faz arte  Bobo !

 

A feliz declaração de R. Feynman deixam todos, desde os festejados "gênios da ciência", até os "excêntricos crackpots*", em justíssimo e rigoroso pé de igualdade!

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*

 

 

*Crackpot:

 Sentido literal: vaso quebrado. Por extensão, o estrago pode ser bem maior Bobo  ...


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Uma explicação insólita para a inércia em situação de contato - Justificativas Complementares


Se a reação ao peso da esfera é originária da própria superfície da Terra, essa explicação "insólita" sobre a inércia não fará o menor sentido.

Porém, se a informação do peso da inércia tiver de chegar até o centro da Terra para ocorrer a "resposta" da reação "normal", será necessário percorrer 12.600 km para tanto.

Nesta situação, haverá um retardo entre a ação e reação de aproximadamente 42 milisegundos, considerando-se que a informação caminhe aproximadamente à velocidade da luz.



Nesses termos, haverá uma defasagem entre ação e reação e o aparecimento de um "esforço binário" será inevitável. Esse esforço binário seria o próprio torque que manteria a esfera em movimento. 

Em outras palavras, inércia decorrente da ação da gravidade. Se é que existe gravidade.



Escrito por Jonas às 09h58
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Uma explicação insólita para a inércia em situação de contato.


Na primeira situação, temos uma esfera parada sobre a superfície terrestre.


A Terra "atrai" a esfera e vice-versa. O par ação-reação acontece no mesmo raio. Podemos dizer que a ação e reação é "co-radial e as forças anulam-se mutuamente.


Na segunda situação, a esfera recebe um impulso é posta em movimento, conforme vetor superior. Como é esperado um tempo de propagação entre ação e reação, os vetores "A" e "R" defasam-se.



Desta maneira, surge um efeito de torque entre a Terra e a esfera. Esse efeito manterá a esfera em movimento até a dissipação total da energia do impulso.

O movimento da esfera azul acontece numa relação exclusiva com a Terra, sem a necessidade de relacioná-lo com o éter ou estrelas distantes.

Mais detalhes em:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1352-balde-de-newton-uma-explicacao-plausivel



Escrito por Jonas às 01h20
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Está na Rede:

Nova teoria cosmológica descarta Big Bang

 

Com informações da Universidade de Heidelberg - 28/02/2014

 


Adeus Big Bang?

Será que o universo começou com uma grande explosão - o Big Bang - ou será que ele lentamente vem se descongelando de um estado extremamente frio e quase estático?

Embora a ideia de um Big Bang tenha sido ridicularizada e enfrentado grande ceticismo entre os físicos quando foi apresentada, a atual geração de cientistas cresceu sob esse arcabouço teórico.

E, por mais incômodo que possa ser, os físicos ainda não conseguiram se livrar de fato de um "momento da criação".


Para a atual geração, o Big Bang parece tão natural que muitos se esquecem de que se trata de um modelo teórico, e se referem a ele como um "fato histórico inegável".

 

O Dr. Christof Wetterich, um físico da Universidade de Heidelberg, na Alemanha,

não comunga desse "paradigma".


Wetterich acaba de detalhar em três artigos científicos um novo modelo teórico de expansão cósmica que consegue um feito inusitado: ao mesmo tempo que parece virar a cosmologia atual de pernas para o ar, seu modelo acomoda os dados observacionais obtidos nas últimas décadas.

Para saber mais:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nova-teoria-cosmologica-descarta-big-bang&id=010130140228#.UxJZ4ONdVA1



Escrito por Jonas às 09h19
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Transito nas Cidades: Carro de Passeio tem Futuro?



Auto Particular

 


 

Auto Coletivo

 

 


 

Congestionamento



Escrito por Jonas às 09h17
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Balde de Newton, Uma explicação plausível?


A força centrífuga é tida como uma força fictícia.

Temos abaixo, um arranjo composto por uma trave, uma corda torcida, um balde e água.



Ao libertar o balde, a corda torcida provoca um movimento circular ao balde. As partículas de água que estão no ponto A vão para o ponto B, e vice-versa.

Ao chegarem em pontos opostos, pela inércia, essas partículas exercem força sobre a parede do balde.

A reação do balde (ou "normal") impede que as partículas que chegaram aos pontos opostos ultrapassem a sua parede, através de uma força de igual intensidade, porém em sentido contrário.


Se assim fosse, não haveria explicação para as partículas da água subirem pela parede do balde girante.


Nos esquecemos de um detalhe...



A superfície da água entre o ponto A e B do balde não é plana.

Nessa situação real, tanto as partículas que partem do ponto A como as partículas que partem do ponto B, terão de fazer sua trajetória através de uma superfície curva.

Mas as partículas teimam em fazer essa trajetória em linha reta. 


 

Não podemos deixar de considerar que a gravidade fará com que as partículas façam a trajetória em parábola, por uma questão de balística.



Desta maneira, quanto maior a velocidade das partículas, maior será o ganho de altura de uma partícula que cruza os pontos opostos do balde.


Assunto encerrado, Senhores?

Mais detalhes em:

http://pir2.forumeiros.com/t64397-balde-de-newton-uma-explicacao-plausivel#227087


Ah, no fórum português Física2100 a  discussão tomou outro rumo:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1352-balde-de-newton-uma-explicacao-plausivel


 

 

 




Escrito por Jonas às 19h14
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Bem-Vindos à Nova Idade das Trevas


Carros com vidros esfumaçados

 

 

Apresentadores de TV


Tecnologias Inacessíveis

 


Energia Escura domina o Cosmos


 


"A grande sacada é esconder aquilo que você não tem."



Escrito por Jonas às 19h13
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