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Blog SBTVD PAL-M

Este é um "site" não-oficial. Agradecemos ao provedor UOL pela cessão do espaço. Agradecemos ao G o o g l e por auxiliar aos que buscam nossa página.

Continuamos a acompanhar o desenvolvimento da TV digital terrestre.

E, como ninguém é de ferro, tratamos também de outros assuntos de interesse dos tecno-afeiçoados.



Escrito por Jonas às 18h10
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Novela Relativística, parte 3

Recapitulando os pontos de importância...

A relatividade einsteniana restrita foi proposta pela primeira vez como uma forma de driblar a grande dificuldade que surgiu na física, como resultado do experimento de Michelson-Morley (1887) [a prova que negou a existência do éter].

Maxwel [em sua teoria eletromagnética] mostrou que as ondas de rádio e luz compartilham do mesmo espectro eletromagnético, diferindo-se apenas no comprimento de onda. Assim como ondas marítimas propagam-se pela água, as ondas sonoras propagam-se pelo ar, as ondas eletromagnéticas devem ter o seu próprio meio de propagação. Esse meio foi chamado de éter.

"O espaço interplanetário e interestelar não pode ser vazio", escreveu Maxwell, "mas são ocupados por uma substância material ou um corpo, que é certamente maior e mais uniforme do que tudo que conhecemos."

Assim, da maneira como os dissidentes modernos enxergam a coisa, a proposta de uniformidade de Maxwell era enganosa.

[Isto é, o éter pode de fato existir, porém sua uniformidade pode ser alterada pela força de gravidade dos corpos celestes].

Continuando...

Agora, com a moderna experimentação, nós chegamos à algumas conclusões. Hoje temos relógios muito precisos, com um  desvio de um bilionésimo de segundo por dia. As diferenças previstas por Einstein agora são mensuráveis.

Algo interessante acontece: as experiências tem mostrado que os relógios atômicos realmente pulsam mais devagar quando estão em movimento e as [instáveis] partículas atômicas vivem mais tempo. Isso significaria que o próprio tempo desacelera? Ou existe uma explicação mais simples?

Os físicos dissidentes que mencionei discordam sobre várias coisas, mas eles estão começando a unir-se por trás dessa proposição:

Há realmente um éter, no qual viajam as ondas eletromagnéticas, mas ele não é tão abrangente e uniforme como proposto por Maxwell.

Em vez disso, considera-se o eter transportado pela campo gravitacional dos corpos celestes, cuja densidade do éter aumenta ao aproximar-se dos corpos celestes.
Próximo à superfície (do Sol, Planeta, ou outras estrelas) o campo ou éter é relativamente mais denso. Quando você
move-se no espaço, essa densidade torna-se mais fraca.

A obra de Beckman "Einstein mais dois" introduz esta hipótese. Creio que esta hipótese, conforme conta Beckman, foi formulada pela primeira vez em 1950, por um de seus alunos de pós-graduação, Jiri Pokorny, do Instituto de Engenharia de Rádio e Eletrônica de Praga. Pokorny juntou-se ao Departamento de Física da Universidade Charles, de Praga, hoje está aposentado.

Creio que todos os fatos que parecem exigir as explicações da Teoria da Relatividade Especial ou Geral podem sem mais facilmente explicados se admitirmos um éter que corresponde ao campo gravitacional local.

Michelson não encontrou nenhum "vento de éter" ou alteração no padrão de franjas luminosas por que, naturalmente, o campo gravitacional da Terra avança com a Terra.

[Não podemos nos esquecer que a atmosfera terrestre também avança com o movimento da Terra e essa massa gasosa é capaz de interferir no movimento das ondas eletromagnéticas]

Quanto à curvatura da luz das estrelas perto do Sol, confirmada pela mundialmente famosa Teoria da Relatividade Geral de Einstein [Eclipse de Sobral - CE], o fenômeno pode ser facilmente explicado, considerando-se que a luz das estrelas passam por um meio de propagação luminosa não-uniforme [com densidade variável].

Há uma lei bem conhecida na física que explica a mudança de direção das frentes de ondas, quando estas entram em um meio mais denso. De acordo com Howard Hayden, podemos calcular a deriva das ondas luminosas das estrelas com algumas operações algébricas usadas pelos colegiais?  As derivas são calculadas com exatidão[!]. O Cálculo Tensorial e a Geometria  Riemanniana da Relatividade Geral dão apenas uma aproximação [!].

[O autor refere-se ao fenômeno da refração da luz, que muda de velocidade com o meio. Esse fenômeno pode ser observado com um lápis dentro de um copo de água. Na interface ar-água, o lápis parece estar quebrado.]

Da mesma maneira  o "Atraso Temporal de Shapiro", observado em sinais de RADAR quando passam pelo Sol, recuperam-se em Mercúrio. Alguns podem preferir tentar entender tudo isso em termos de "curvatura espaço-tempo" para usar a formulação de Einstein (incompreensível para os leigos, acredito). Mas eles devem saber que existe uma alternativa mais simples.

Vale a pena dar uma olhda em outra famosa confirmação da Relatividade Geral:

O avanço do periélio da órbita do planeta Mercúrio (o periélio é o ponto da órbita do planeta que mais se aproxima do sol).

No futuro, várias teses de pós-graduação poderão ser escritas  sobre esse importante episódio na história da ciência. Em seu livro "Sutil é o Senhor", Abraham Pais relata que quando Einstein viu o seus calculos concordarem com a órbita de Mercúrio, "Ele teve a sensação de que algo realmente bateu forte em sua alma... Essa prova foi, creio eu, a mais forte experiência emocional na vida de Einstein, pois a Natureza havia falado com ele".

Fato:

A equação que demonstrara a órbita de Mercúrio foi publicada 17 anos antes da invenção da Teoria da Relatividade. O autor, Paul Gerber pressupôs que a velocidade da gravidade não é instantânea e se propaga na velocidade da luz.

Depois que Einstein publicou a suas deduções da Teoria Geral da Relatividade, chegando às mesmas equações [de Gerber]. O artigo de Gerber foi reimpresso na Revista Annalen de Physik, a mesma que tinha publicado os artigos da Relatividade de Einstein.


Os editores achavam que Einstein deveria ter reconhecido a primazia de Gerber. Einstein disse que a desconhecia. Foi
salientado que a fórmula de Gerber havia sido publicada no livro de mecânica "Science", de Mach. Esse livro fazia parte do currículo escolar de Einstein. Então, como é que ambos chegaram a mesma fórmula?


Tom Van Fladern estava convencido que a hipótese de Gerber sobre a propagação da velocidade da gravidade estava errada. Então, ele estudou a questão. Ele ressalta que a fórmula em questão é bem conhecida na mecânica celeste. Consequentemente ela poderia ser utilizada como um "alvo"para a formulação de calculos que chegariam a ela.

Comentário do Tradutor:
A matemática não é tão "isenta" quanto se  possa parecer. Ela pode ser "conduzida" para que se chegue a um alvo
almejado...


Van Fladern percebeu que o método de Gerber não fazia sentido, em termos dos princípios da mecânica celeste. "Einstein também disse (num artigo de revista de 1920) que as deduções de Gerber estavam erradas de cabo-a-rabo."


Assim,  como Einstein conseguiu chegar a mesma fórmula?  Van Fladern revisou seus cálculos, e surprendeu-se ao constatar que eles tinham "três contribuições diferentes para o periélio, duas que se somam e outra que anula parte das outras duas. E encerra-se o cálculo apenas com os multiplicadores."

Nota do Tradutor:
Esse trecho do texto é uma descrição literal entre operações matemáticas, cheio de expressões idiomáticas. Não há como
precisar a tradução correta, mas o desfecho da argumentação do físico dissidente é compreensível por todos.

Então, Van Fladern pergunta a um colega da Universidade de Maryland, um jovem estudante que cruzou com Einstein no Instituto de Estudos Avançados de Princeton, qual sua opinião de como Einstein teria chegado ao multiplicador correto da equação.

A impressão do colega é que, como conhecia a resposta, Einstein teve ter chegado aos valores corretos sem justificá-los.  


Se o método da Relatividade Geral está correto, ele poderia ser aplicado em todos os lugares, não apenas no sistema solar. Mas, pelo ponto-de-vista de Van Fladern, há um conflito na teoria quando ela é aplicada em estrelas binárias de massas desiguais. As órbitas dessas estrelas não são previsíveis pela fórmula de Einstein.

Ao saber disso, os físicos encolhem seus ombros. Argumentam que deve haver algo de peculiar sobre essas estrelas, como um achatamento ou efeitos das marés.

Outra possibilidade é que Einstein pegou apenas a parte necessária do cálculo para "explicar" a órbita de Mercúrio, de modo que não é possível aplicá-la em outros lugares.

...

Não percam o último episódio dessa emocionante novela, na próxima edição do Blog SBTVD PAL-M.



Escrito por Jonas às 17h53
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Está na Rede:

Rede Globo de Televisão Digital Terrestre
A Globo está bastante empenhada no projeto. As demais...
Dêem uma olhada no HT Forum:
http://www.htforum.com/vb/showthread.php?t=116951



Escrito por Jonas às 11h40
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 Novela Relativística, parte 2

Uma breve nota sobre a contribuição mais famosa de Einstein para a Física.

Quando os defensores de Einstein percebem que há heresia no ar, algumas pessoas vêm para defender a Teoria da Relatividade com esta pergunta:

- Bombas Atômicas funcionan, não?

A razão delas brotam da seguinte maneira:

A equação E=mC^2 foi descoberta de um subproduto da teoria Especial da Relatividade de Einstein ("verdadeira"). Portanto, eles concluem que a Relatividade é indispensável para nossa compreensão do funcionamento do universo. Mas isso não vai adiante.

Há fórmulas alternativas que dispensam a Relatividade. Uma delas foi fornecida pelo próprio Einstein, em 1946. Esta fórmula é mais simples que a ladainha relativista. Mas poucos livros ou biografias de Einstein mencionam tal alternativa. Eles admiram a sua complexidade e se agarram à ela.

Consideremos Cliffor M. Will, da Universidade Washington, um dos principais defensores da Relatividade nos dias de hoje:

"É difícil imaginar a vida sem a Relatividade Especial", diz na obra "Einstein Estava Certo?"


"Basta pensar em todos os fenômenos ou característiscas do nosso mundo para perceber que a Relatividade Especial desempenha, um papel  importante, tanto na energia atômica explosiva quanto na controlada.

A famosa equação E=mc^2 explica com a massa pode ser convertida em quantidades extraordinárias de energia."
Notem a intenção enganosa na afirmação "desempenha um papel importante".

Há alguma alternativa para olhar todos os fatos, supostamente órfãos sem a Relatividade? Há uma maneira mais simples de explicar tais fatos?

Um critério de simplicidade tem sido usado para defender teorias. Entre os modelos de sistemas planetários, o que apresenta o sol como centro é mais simples que o modelo da terra como centro, e nós o preferimos por esse motivo.

Tom Van Fladern diz que o problema é os Especialistas em Einstein se acostumaram com os "diagramas de Minkowsky" e [aceitam] ao pensamento relativista como a própria realidade"

[Minkowsky foi professor de Einstein e inventou gráficos que representam as fórmulas de espaço-tempo]

Quando esses caras buscam uma alternativa para o tempo universal [tempo absoluto] e ao "Espaço Galileano", percebe-se que esse quebra-cabeças é mais complicado que suas próprias elucubrações matemáticas.

Uma vez que os Relativistas operam seus raciocínios dentro da doutrina Einsteniana, fica difícil para eles repensar o assunto em termos clássicos, da mesma maneira como é difícil para os leigos entenderem a dilatação do tempo e a contração do espaço.

Para os leigos, no entanto, e para os físicos que não se especializaram em Relatividade, ou seja, a imensa maioria dos físicos, não há dúvida que a interpretação de Galileu é muito mais simples que a Relatividade Einsteniana Especial [Restrita].

A Relatividade Einsteniana Restrita foi proposta pela primeira vez como uma forma de driblar a grande dificuldade que surgiu na física, com o resultado do experimento de Michelson-Morley (1887) [que negou a existência do éter].

Maxwel [em sua teoria eletromagnética] mostrou que as ondas de rádio e luz compartilham do mesmo espectro eletromagnético, diferindo-se apenas no comprimento de onda. [luz são ondas eletromagnéticas percebidas pelo olho humano]. Assim como ondas marítimas propagam-se pela água, as ondas sonoras propagam-se pelo ar, as ondas eletromagnéticas devem ter o seu próprio meio de propagação. Esse meio foi chamado de éter.

"O espaço interplanetário e interestelar não pode ser vazio", escreveu Maxwell, "mas são ocupados por uma substância material ou um corpo, que é certamente maior e mais uniforme do que tudo que conhecemos."

Da maneira como os dissidentes modernos enxergam, a proposta de uniformidade de Maxwell era enganosa.

O experimento de Milchelson e Morley foi uma tentativa em detetar esse éter. A Terra em seu movimento orbital deve sofrer a ação do éter, de modo que ele deve ser percebido como uma brisa fora da janela de um carro em movimento. Apesar de repetidas tentativas, nenhuma brisa etérea pode ser observada.

Quando o interferômetro de Michelson e Morley foi posto à prova, esperava-se um padrão de franjas, em decorrência da interferência luminosa ao suposto movimento. Mas não houve nenhuma alteração no padrão.

Einstein justificou o resultado negativo da prova de Michelson e Morley de forma radical:

"Não há necessidade de um éter [para a propagação das ondas eletromagnéticas]. E se não houve mudança na franja é por que a velocidade de uma onda luminosa se aproximando não é afetada pelo movimento do observador".

[Einstein, por influência de Mach, negou o éter por não ter como provar a sua existência].

Mas se a velocidade da luz se mantém constante, o tempo precisa andar mais devagar [distorção temporal] e o espaço precisa contrair-se [distorção espacial], de modo que a divisão de um pelo outro continuará dando o mesmo resultado, ou seja a invariância da velocidade da luz. A FÓRMULA pela qual determinou-se a invariabilidade da velocidade da luz é muito simples, e MATEMATICAMENTE tudo se justificou.

Comentários do tradutor:

Note que o observador depende da percepção da luz para a verificação do teste do interferômetro de Michelson e Morley.  Na física, a velocidade é dada pela divisão do espaço pelo tempo. Velocidade é o espaço percorrido num determinado tempo. Por exemplo, se um carro está a velocidade de 100 km/h, este pode cobrir o espaço de 100 km dentro de uma hora.

Se, no experimento de Michelson e Morley feito na Terra, onde há movimento de rotação e translação em jogo, não foi detetada a variação da velocidade da luz em relação ao movimento do observador, logo, o tempo teria de dilatar-se  e o espaço teria de contrair-se!

O espaço e o tempo encolhem, mas a resultante da divisão de um pelo outro (a velocidade da luz no interferômetro) continua a mesma.

Voltando à tradução...

Os céticos, no entanto, foram apaziguados com esta fórmula:

"Eu sei que parece estranho o tempo ficar lento e o espaço contrair-se quando as coisas se movem. Mas não há com o que se preocupar. Esse fenômeno é muito pequeno para ser notado no dia-a-dia,  pois depende de velocidades absurdas para ser medido."

 "Assim, para efeitos práticos, podemos continuar vendo o mundo à moda antiga. Se, algum dia, alcançarmos as velocidades relativistísticas, iremos nos acostumar com esses estranhos efeitos."

(Continua no próximo capítulo).

Mais comentários...

As velocidades dos veículos construidos pelo homem ainda não são suficientes para verificar a distorção espaço-tempo com facilidade. Desta maneira, para a engenharia aeroespacial, a física clássica de Newton continua valendo.

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Aproveito a oportunidade para incluir um texto encontrado no blog "Física na Veia".

O que Einstein procurava, quando enunciou sua “Teoria da Relatividade Especial”, era salvar o princípio de Galileu, quando aplicado às leis do eletromagnetismo, que haviam sido brilhantemente sintetizadas por Maxwell, durante o século XIX. Parecia, inicialmente, que as leis do eletromagnetismo não eram descritas da mesma maneira, quando se mudava de referencial.


Ao unificar os resultados de Michelson e Morley sobre o fato de que a luz não necessita suporte material para se propagar com as equações de Lorentz para cálculo de velocidades relativas e com o fato da velocidade da luz independer do referencial, concluiu que as leis do eletromagnetismo também são as mesmas para todos referenciais inerciais.

José Roberto Castilho Piqueira
Professor titular da Poli-USP

Aproveitei o gancho e perguntei ao professor Dulcídio, titular do blog "Física na Veia":

- Einstein fez um esforço danado para salvar a teoria eletromagnética de Maxwell. E se a teoria de Maxwell estiver errada?

Resposta:
- Como eu disse (...) num comentário anterior, aprendi que certo ou errado não são termos aplicáveis na Física.
Feynman dizia mais ou menos assim " fazer Física é como assitir a uma partida de xadrez sem saber as regras. A gente vai entendendo às regras do jogo aos poucos, em tempo real". Logo, dentro da Física, tudo pode evoluir e se adequar.

Entender o jogo do Universo não é algo definitivo, nunca!

fonte:

http://fisicamoderna.blog.uol.com.br/arch2009-10-18_2009-10-24.html



Escrito por Jonas às 11h03
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Auto-Harpa, um instrumento celestial
http://pt.wikipedia.org/wiki/Auto-harpa

Maybelle Carter - Wikipedia (em inglês)
http://en.wikipedia.org/wiki/Maybelle_Carter

"Mother Maybelle" em ação:
Earl scruggs
http://www.youtube.com/watch?v=HdICsUed2wo&feature=related

Família Carter - Wildwood Flower
http://www.youtube.com/watch?v=ewnfWoSQz3o&feature=rec-LGOUT-real_rev-rn-HM

Skye Boat Song
http://www.youtube.com/watch?v=by3ZblKLzMc&feature=related

Autoharp - Wayfaring Stranger
http://www.youtube.com/watch?v=27I8lZtmgjo&feature=related

Jesus, Alegria dos Homens
http://www.youtube.com/watch?v=ERDFnTGbMRM&feature=related

Pedimos desculpas aos nossos visitantes. Ao aplicar o logo do blog e texto de forma gráfica, nossa página acabou ficando difícil de ser encontrada pelo Google. Voltamos ao texto original em ASCII. Ó poderoso buscador! Não esqueça da gente!



Escrito por Jonas às 18h57
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 Novela Relativística, parte1

Conforme prometido, aqui vai a primeira parte da novela, incluindo o prólogo.

Confesso aos queridos leitores do Blog SBTVD PAL-M que esta tradução está dando muito trabalho.

Alerto que esse artigo foi escrito há 12 anos, por um astrônomo já falecido. O objetivo dessa tradução não é dar "a última palavra" sobre o tema, e sim, "dar ciência" que a Teoria da Relatividade não é tão "certinha" quanto parece, e que teorias rivais estão sofrendo discriminação por parte das revistas "sérias", que descartam sistematicamente qualquer artigo não-relativista.

Repensando a Relatividade

por Tom Bethel

Ainda ninguém se deu conta, mas uma respeitada revista de física publicou apenas um artigo, cuja conclusão, se for aceita pela maioria, irá minar as bases da física moderna e a Teoria da Relatividade de Einstein, em particular.

A materia foi publicada em "Physics Letters A" (21 de dezembro 1998), o artigo afirma que a velocidade com que a força da gravidade se propaga deve ser pelo menos vinte bilhões de vezes mais rápida que a velocidade da luz. Isto contradiz a Teoria da Relatividade Especial de 1905, que afirma que nada pode viajar mais rápido que a luz . Esta alegação sobre o estatuto especial da velocidade da luz tornou-se parte da visão de mundo dos leigos educados no século XX.

A Teoria da Relatividade Especial [1905], ao contrário da Teoria Geral (1916), é considerada pelos especialistas estar acima de qualquer crítica, porque ela foi confirmada "várias vezes". Mas alguns físicos dissidentes acreditam que há uma maneira mais simples de enxergar os fatos, de modo a evitar a confusão mental provocada pela Relatividade. Seus argumentos podem ser compreendidos por leigos.

Eu [Tom Bethel] escrevi sobre um desses dissidentes, Peter Beckmann, ao longo de cinco [dezesseis] anos atrás. (Revista TAS, agosto de 1993, e correspondência TAS, Outubro de 1993) . O presente artigo apresenta novas personagens e argumentos. O assunto é importante porque, se a Teoria da Relatividade Especial for suplantada, grande parte da Física do século XX, incluindo a teoria quântica, terão de ser repensadas a partir desse novo ponto-de-vista.

O artigo da Revista "Physics Letters A" foi escrito por Tom Van Flandern, um associado de pesquisa no Departamento de Física da Universidade de Maryland. Ele também publica [publicava] o "Boletim de Pesquisa Meta", que apoia as "promissoras, mas impopulares idéias alternativas em astronomia.

Nos anos 1990, ele trabalhou como consultor especial para o Sistema de Posicionamento Global (GPS), um conjunto de satélites cujos relógios atômicos que permite aos observadores em solo terrestre determinarem sua posição geográfica numa precisão de aproximadamente 30 centímetros. Os relatórios Van Flandern surgiram antes do lançamento dos satélites GPS e provocaram uma intrigante polêmica. A Relatividade Especial dava aos partidários de Einstein razões para duvidarem se tudo ia funcionar.

De fato, os GPS funcionaram muito bem. (Saiba como, mais adiante).

[Curioso é notar que os físicos contemporâneos invocam o GPS como prova contundente em favor à teoria da relatividade.]

A publicação de seu artigo numa "revista séria" se deu por um capricho da sorte. Durante anos, a maioria dos editores de revistas de física ortodoxa vem rejeitando automaticamente artigos que argumentam contra a Relatividade Especial.

Essa estratégia foi informalmente adotada na esteira da "Controvérsia Dingle Herbert".

Dingle, um professor de ciência da Universidade de Londres, havia escrito um livro de popularização da Relatividade Especial. Mas na década de 1960, ele se convenceu de que a teoria não era verdadeira. Então, ele escreveu outro livro, Science at the Crossroads (1972), contradizendo a primeira obra. Revistas científicas, especialmente a "Nature", foram bombardeadas de cartas, suas e de outros.

Um editor da "Physics Letters A" prometeu a Van Flandern que os revisores não rejeitariam o seu artigo, simplesmente porque isso conflitaria com seus princípios.

Van Flandern começa [o artigo] com a "uma coisa maravilhosa" que ele aprendeu como um estudante de pós-graduação de mecânica celeste em Yale: a de que todas as interações gravitacionais devem ser tomadas como instantâneas [conforme Newton].

Ao mesmo tempo, foi ensinada aos estudantes a Teoria da Relatividade Especial, na qual Einstein provou que nada poderia propagar mais rápido que a luz no vácuo.

"O desacordo estava lá, como um rival irritante", me disse Van Flandern. Ele determinou que um dia iria encontrar a sua resolução. Hoje, ele acha que uma nova interpretação da Relatividade pode ser necessária.

O argumento é que a gravidade tem de viajar mais rápido que a luz. Se o limite de velocidade da gravidade é igual ao limite de velocidade da luz, deveria haver um atraso considerável na sua ação.

[A "lentidão" da força da gravidade solar alteraria a posição dos planetas]

Se cada "puxão" do Sol sobre a Terra demorasse 8 minutos e 18 segundos para chegar até nós [como demora a luz do Sol para chegar a Terra], a Terra caminharia em linha reta durante esse período até o próximo puxão. Mas, em seguida, o puxão do Sol sobre a Terra não será na mesma linha reta do puxão da Terra sobre o Sol. [O sol atrai a Terra assim como a Terra atrai o Sol]. 

O efeito desse desalinhamento de forças, em 1200 anos, "faria com que a distância da Terra ao Sol aumentasse ao dobro.

Obviamente isso não está acontecendo. A estabilidade das órbitas planetárias nos diz que a gravidade deve se propagar muito mais rápido que a luz. Aceitando esse raciocínio, Isaac Newton assumiu que a força da gravidade deve ser instantânea.

Dados astronômicos apoiam esta conclusão.

Sabemos, por exemplo, que a Terra se acelera a um arco geométrico de 20 segundos de arco à frente [da Luz] do Sol vísivel [em geometria, um arco é um "pedaço de um círculo; um circulo tem 360 graus, cada grau tem 60 segundos], isto é, em busca da verdade, na direção instantânea do Sol.

A luz do sol vem de uma direção e seu "puxão" de uma direção ligeiramente diferente. Isso implica numa velocidade diferente entre a luz e a gravidade.

[Nota do Blogueiro-Tradutor: Eis aqui o conflito central Newton-Einstein: de acordo com Einsten, se as ondas gravitacionais existirem, teriam de viajar à velocidade da luz. Einstein intuiu que, se nada pode viajar acima da velocidade da luz, deveria haver outra explicação para a estabilidade das órbitas planetárias. A explicação de Einstein para essa estabilidade é dada pela distorção espaço-tempo, conforme sua Teoria da Relatividade, porém, ainda não comprovada. Cada um pode imaginar o ente "distorção espaço-tempo" como bem entender, pois ele é provado somente pela matematica. Na minha obscura ignorância, imagino essa distorção como trilhos invisíveis que mantêm os planetas dentro de suas órbitas.]

Parece estranho que algo tão fundamental para a compreensão da física ainda é assunto que gera polêmica. Mas isso nos encoraja a pensar o que sabemos realmente sobre o mundo físico. Em certos grupos de discussão na Internet, o que mais se debate é: "Qual é a velocidade da gravidade?", comenta Van Fladern.

Essa pergunta é ouvida com menos frequência nas salas de aula, por que os professores e a maioria dos livros-textos deixam esta questão de fora. Eles entendem que o argumento da velocidade da gravidade deve ser mais rápido, mas eles também são treinados para deixar que nada exceda o limite de velocidade de Einstein.

Então, talvez haja algo errado com a Relatividade Especial. O filósofo-matemático Bertrand Russel escreveu o " ABC da Relatividade". Neste livro, ele afirma que, tal qual o modelo do sistema heliocêntrico de Copérnico parecia difícil, agora parece óbvio, a teoria de Einstein "vai parecer fácil". Mas ela continua difícil, não por causa da matemática, mas por que a lógica elementar deve ser abandonada.

A Teoria da Relatividade Especial pode ser explicada com a matemática ensinada nos colégios.

 [Embora a teoria da Relatividade Especial possa ser provada com matemática de nível médio, a sua natureza é de difícil compreensão].

A Teoria da Relatividade Geral é realmente difícil. Os livros "fáceis" de Einstein continuam desconcertantes para a maioria das pessoas. O sol como centro de nosso sistema é facilmente compreensível.

A Relatividade Especial (que trata dos movimentos em linha reta) é tratada comos se estivesse acima de qualquer suspeita. No entanto, a Relatividade Geral (que trata da gravidade e dos movimentos acelerados em geral) não goza da mesma reputação.

Francis Stanford Everitt, diretor do lançamento de uma sonda espacial para teste da Relatividade Geral, a ser lançada no próximo ano (1), resumiu sua posição sobre as duas teorias da seguinte maneira: "Eu não ficarei surpreso se a Teoria Geral de Einstein quebrar".

"Einstein reconheceu por si próprio falhas graves nessa teoria, e sabemos que, em termos gerais, é muito difícil conciliar essa teoria com outras partes da física moderna. Quanto à Teoria da Relatividade Especial, se negada, eu ficaria muito surpreso. Os fundamentos experimentais [dessa teoria] parecem mais convincentes". Essa é uma opinão de consenso.

[PARECE QUE NÃO...]

A dissidência da Relatividade Especial é um movimento pequeno e disperso. Mas ele está la, e vem crescendo. O artigo de Van Fladern é apenas uma última manifestação. Em 1987, Peter Beckman, que lecionava na Universidade de Colorado, escreveu o livro "Einstein Mais Dois" e salientou que as observações que levaram à Teoria da Relatividade poderiam ser interpretadas de maneira mais simples, de modo a preservar o tempo universal [tempo absoluto?].

Beckman fundou a revista "Galilean Electrodynamics"[2], assumida por Howard Hayden, da Universidade de Connecticut (física) e agora é editada por Cynthia Kolb Witney, do Centro de Tecnologia de Eletro-Óptica de Tufts. Hayden realizou encontros sobre as idéias de Beckman em várias universidades da Nova Inglaterra, mas não encontrou um físico disposto a discutir o argumento.

[1] A sonda que o texto faz referência deve ser a Gravity Probe B, da NASA. Até agora, anos após o lançamento do satélite, os resultados apresentados parecem inconsistentes

[2] A principal característica da "Galilean Eletrodynamics" é a publicação de artigos científicos não aceitos por outras revistas.

Texto Original:

http://www.gravitywarpdrive.com/Rethinking_Relativity.htm

Relação de artigos recentes da Galilean Electrodynamics:

http://www.eternalchaos.com/CUMDEX3.pdf



Escrito por Jonas às 09h34
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BALEIA VOADORA

Parece um zepellin, mas é um avião Boeing cargueiro...

fonte:

http://www.airlinehobby.com/listings/details/index.cfm?itemnum=623772509

A Insatisfação dos Norte-Americanos com a TV Digital

Uma conferência de especial interesse, no IEEE - Instituto de Engenharia Eletro-Eletrônica nos EUA, num mundo pós-transição da TV digital aberta, foi a análise dos problemas com a recepção de televisão digital terrestre [do sistema ATSC].

Embora nenhum fator isolado foi identificado como o principal causador de problemas, os participantes da conferência citaram os principais motivos da insatisfação do telespectador com o novo sistema de distribuição de TV aberta:

- Os [baixos] níveis de potência de transmissão permitidos pela FCC são inadequados [querem mais?];

- Interferência de estações locais de FM*;

- Interferência de eletrodomésticos [computadores? liquidificadores? microfone sem fio?];

- Falta de sinal de TVD em áreas onde nem a recepção da TV analógica era possível [acredite se quiser].

Comentários

Quem vem tendando receber o sinal TV digital brasileira, à longas distâncias, tem sofrido com as interferências de emissoras de FM. Estariam essas emissoras operando fora das especificações de convivência pacífica FM x TVD?


Fonte: http://www.tvtechnology.com/article/88900



Escrito por Jonas às 07h36
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Está na Rede:
UIT avaliza padrão nipo-brasileiro de TV Digital
Convergência Digital
http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=20624&sid=8

Quarentona...
O futuro da internet
Renato Cruz
http://blog.estadao.com.br/blog/cruz/?title=o_futuro_da_internet&more=1&c=1&tb=1&pb=1

O que eu penso...
... Quando vejo ampulhetas ou rodinhas girantes (trabalhando... carregando...), durante a espera da abertura por uma página da Rede ou filmete do Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=60bNNliArbM

 




Escrito por Jonas às 09h52
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A hesitação de Einstein

Trecho do Artigo "Luz e Matéria", do físico Luiz Davidovich, na Revista Pesquisa FAPESP,
por ocasião do Centenário da Teoria da Relatividade:

"Deus não joga dados"

(...)

Em uma carta que enviou a [seu] um amigo, o físico dinamarquês Niels Bohr, Einstein
declarou que "ficaria muito infeliz se tivesse de renunciar a causalidade completa".
"Os resultados entravam em choque com o determinismo da físca clássica", observou Davidovich.

Poucos anos depois outro físico, o francês Louis de Broglie, propôs que não só a luz, mas também partículas elementares da matéria como elétrons e protons poderiam comportar-se como ondas.

 

CRISE DE IDENTIDADE 

Fóton Filosofando: Ser ou Não Ser...
Eu sou um fóton de raios-x...? Ou uma radiação fotônica? Ou visível?
Oh, Raios! Por que preocupar-se com tudo isso de novo? Eu nunca terei certeza se sou uma onda ou uma partícula!

(...)

"Onda não é mais um ente físico, como uma onda de água, mas um ente abstrato, que descreve uma probabilidade" disse o físico da UFRJ" "Se essa idéia é difícil para nós hoje, imaginem naquela época".

Einstein não se conformava (...) Seu argumento: "Deus não joga dados". Pouco depois, em 1927, o físico alemão Werner Heisenberg anunciou o que se tornaria conhecido como o princípio da incerteza que reforçava o desconforto de Einstein: era impossível conhecer com precisão  a velocidade e a posição de uma partícula ao mesmo tempo: aumentar a precisão de uma variável implica em reduzir a de outra."

Comentários do Blogueiro

Nem sempre a razão e intuição humanas são suficientes para progredir nos inúmeros
campos do conhecimento. A filosofia foi fator de avanço e atraso na compreensão dos mistérios da natureza.

Mas a busca pelo conhecimento tem seus paradoxos: por que aceitar algo que não entendemos, se a busca do conhecimento é exatamente para alcançarmos o entendimento das coisas?

Nasce a física quântica, na qual a ordem causa-efeito, unipresença no espaço e tempo,
nem sempre são respeitados...

De qualquer maneira, a física quântica vem dando muitos frutos:
Foto-células, televisão, transistor, computador...

O pensamento pragmático nos deixa uma lição:

"Teoria é quando nada funciona, mas todo mundo sabe porquê.
Prática é quando tudo funciona e ninguém sabe porquê..."

Rindo a toa

Acima: trágicas semelhanças entre curvas estatísticas (à esquerda) e físicas (à direita).
A curvas estatísticas mostram a distribuição de um evento qualquer. As curvas físicas mostram o comportamento de um fenômeno oscilante eletromagnético.

 Isso posto, podemos concluir que a física moderna deixou de ser uma ciência natural e transformou-se em pura matemática! Bobo

Para saber mais:

A luz e a matéria

 http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3760&bd=1&pg=1&lg=

Física ou Estatística? (Após a matéria de Barkhausen)
http://sbtvd.anadigi.zip.net/arch2009-08-09_2009-08-15.html

 

Placar Indicador de Velocidade Máxima


Sugestão do Blog SBTVD PAL-M para aumentar a segurança nas estradas:

A instalação de um placar luminoso, que indique a velocidade real dos veículos,
poderá ajudar disciplinar o tráfego e reduzir acidentes nas estradas.

Isso ajudaria, por exemplo, aos veículos manterem uma distância segura de frenagem,
em dias secos ou chuvosos.
Aumentaria o cuidado de quem dirige, por saber que está sendo observado.

Incialmente, os indicadores de velocidade poderiam ser instalados em veículos de socorro.

Depois em ônibus, caminhões e utilitários. Por último, em veículos particulares.



Escrito por Jonas às 09h51
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Está na Rede:

Conversores populares para TV digital chegam ao mercado em fevereiro
Tele Síntese News
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13325&Itemid=105

Países estudam adoção de canal de retorno comum
Tela Viva News
http://www.telaviva.com.br/News.asp?ID=150753&Chapeu=

Edição: AESP

A história das coisas.
O vídeo dura cerca de 20 minutos. Mas, depois de assistí-lo, você vai entender melhor como esse mundo (não) funciona:
http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E

 



Escrito por Jonas às 07h38
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Lata de Cerveja Voadora

Stipa-Caproni Flying Barrel, precursor dos turbo-fans.

Dê uma olhada no vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=xYqr2h_xQRk&feature=channel

O cargueiro aéreo mais esquisito que já vi:


U2847 RCAF Bristol Br170 Freighter 9698 1966 poss DUPE

Parece personagem de desenho animado...


fonte: http://www.airlinehobby.com

 



Escrito por Jonas às 06h58
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Abdomen Artificial

A necessidade é a mãe da invenção. Há algum tempo ando irritado com o desconforto provocado pelos cintos disponíveis no mercado. Como eu acho os suspensórios pouco práticos, passei a pensar no assunto, em busca de uma solução.

 

Nunca um furo de um cinto ajusta-se adequadamente ao perímetro da barriga. Ou falta ou sobra.

Inicalmente pensei em uma fivela com molas. Isso é difícil de industrializar.

A solução encontrada é o uso de dois passantes feitos com o mesmo material do cinto. Internamente são aplicados calços de espuma de poliuretano (em verde escuro) de densidade semenhante ao abdomen.

Esses calços aumentam o perímetro efetivo do abdomem humano Por serem macios, não causam desconforto aos diversos movimentos da cintura (principalmente a dobradura).

Não tenho interesse em patentear essa invenção, mas espero encontrá-la em breve nas lojas.

Barrigudinhas(os) Uni-vos! Chega de sufoco!



Escrito por Jonas às 06h20
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Lagartos Miraculosos

Semana passada, falamos da tensão superficial versus resistência hidráulica. E lá apareceu um lagarto que gosta de correr sobre a água.

Nessa semana mostramos o lagarto doméstico, capaz de subir em qualquer superfície, como o vidro por exemplo.

Esses lagartos "colam" as patas na parede por efeito elétrico.

São as chamadas forças Van der Waals, que se desenvolvem nas palmas das patas do animal.


Uma dúvida paira no ar:

Se os lagartos tem eletricidade nas patas, se correrem sobre superfícies metálicas (condutoras), poderá ocorrer curto-circuito?

Para saber mais:

http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_de_van_der_Waals

Nanotecnologia (tudo a ver com a lagartixa e o "waterstrider")

http://www.ethevaldo.com.br/Generic.aspx?pid=1438

Esqueceram de Mim

Produzo várias cores sem o uso de pigmentos. Domino a nanotecnologia bem antes do homem. Também estou no artigo do Ethevaldo Siqueira (link acima).



Escrito por Jonas às 11h55
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Está na Rede:

TV Digital: Governo prepara PPB para massificar conversor barato e interativo
Cristina De Luca e Luiz Queiroz
Convergência Digital

Comentários:
Vale a pena acompanhar a entrevista do assessor André Barbosa, para entender o plano do governo. Espero que a alternativa dPAL-M faça parte do plano.

http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=20330&sid=7

Fiat Lux, o inventor do Big-Bang
http://pt.wikipedia.org/wiki/Georges_Lema%C3%AEtre



Escrito por Jonas às 21h03
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Tensão Superficial

Vez ou outra, leio relatos sobre fratura de nadadores, no momento de mergulho em piscinas ou desmantelamento de aviões, quando estes tentam fazer pousos forçados em lagos, rios ou mares. Há, também, os trágicos capotamentos de lanchas de competição "offshore".

Invariavelmente, citam a "tensão superficial" como "responsável" pelo estrago.

Mas é só isso?

A tensão superficial existe é responsável pela flutuação do inseto.

Mas, é pouco lembrado é que a água e ar são fluídos que oferecem resitência ao movimento dos corpos em intensidades diferentes.

Para qualquer corpo, a velocidade limite no meio gasoso é muito maior que no meio líquido.

Quando um corpo em queda cruza o limite entre o ar e a água, há uma drástica redução na velocidade do corpo invasor.

Essa desaceleração é a principal responsável pelo choque do corpo.

Adivinha o que acontece se lagarto parar de correr.



Escrito por Jonas às 20h58
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