Blog de negrjp


Está na Rede:

 

Entrevista com o prof. Assis  na TVE de Maringá

Você acredita em tudo que aprendeu nos livros de escola?

Você acredita que tudo que o Discovery Channel passa é verdade absoluta?

Acompanhe essa entrevista e tire suas conclusões:

https://www.youtube.com/watch?v=EszIKJKwTiE

 

 

O Problema do Gato de Schrodinger

 

 

Solução física, matemática e filosófica.

 

 

"Falácias da Concretude Deslocada" 


"Tempo é aquilo que os relógios medem." 

(A. Einstein)



Três amostras de Espaço-Tempo de Minkowski

 

Esqueça a Relatividade e adote uma postura filosófica otimista:
O tempo está sempre começando. 
Que tal olhar para frente e começar de novo?


O dilema do relógio quebrado


Erro de leitura de um relógio analógico parado.


Comentário de um físico relativista:

"Quando o relógio para, a média aritmética do erro é igual a zero. Logo, o tempo não existe."


Comentário de um físico quântico:

Após a passagem de seis horas, o ponteiro do relógio encontra-se-á em dois lugares ao mesmo tempo.

 

Comentário de um homem do povo:

"A matemática é uma linguagem complexa. Algumas de suas respostas aos nossos problemas são absurdas. A razão humana deve prevalecer."

 

Deu no New York Times:

 

A crise na borda da física

 


Os físicos precisam de evidências empíricas para confirmar suas teorias?

Você pode pensar que sim, mas há uma controvérsia crescente nas fronteiras da física e da cosmologia que sugere que a situação não é tão simples assim.


Link em inglês:

http://www.nytimes.com/2015/06/07/opinion/a-crisis-at-the-edge-of-physics.html?_r=1

 

 

Enlace de tradução automática:

https://translate.googleusercontent.com/translate_c?act=url&depth=1&hl=pt-BR&ie=UTF8&prev=_t&rurl=translate.google.com.br&sl=en&tl=pt-BR&u=http://www.nytimes.com/2015/06/07/opinion/a-crisis-at-the-edge-of-physics.html%3F_r%3D0&usg=ALkJrhhEBw2reX3h0U2IRL-2ornFlay1XQ

 

Está na Rede:


Tinha  "A Mente Brilhante"  acabado de fazer seu melhor trabalho? 

 

Matemático Nash disse a amigos que tinha inventado uma equação para substituir famosa teoria de Einstein, poucos dias antes de morrer em acidente de carro

 

O matemático John Nash e esposa, em foto recente.

Nash e sua esposa Alicia, 82, foram mortos em um acidente de táxi em Nova Jersey em os EUA na semana passada.

.

.

O que teria acontecido?

.

.

 

L' Ispettore Derrick

 

É hora de chamar o inspetor...

 

 

Enlace:

http://www.dailymail.co.uk/news/article-3103618/Had-Beautiful-Mind-just-finest-work-Mathematician-Nash-told-friends-devised-equation-replace-Einstein-s-famous-theory-just-DAYS-died-car-crash.html

 



2015 - Ano Internacional da Luz

 


 

Como defender a Teoria da Relatividade sem Embaraçar-se:

 

Deus não joga dados... muito menos pôquer.

 

 

O movimento relativo de Einstein é Surreal.

Einstein é o fundador do Movimento Surrealista.

 

 

 

Está na Rede:


 

É possível fazer alguma coisa, além de reclamar da qualidade do trânsito das grandes cidades?

Essa é a proposta de MOVA-SE,  um canal de discussão da mobilidade urbana.

Dê um pulinho até lá!

Link:

https://www.youtube.com/channel/UC33HW8N4B-5CPM5BtN0_psA


 

 



Escrito por negrjp às 20h38
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2015 - O Ano da Luz

Está na Rede:

Ação Pioneira à Revolução Social na Ciência



Artigo d Harry H. Ricker sobre documentário de David de Hilster


O filme de David de Hilster, Einstein Wrong (Einstein está errado) - O Ano Miraculoso , é um documentário que explora um importante movimento social nascente que está atualmente ignorado pela mídia vinculada ao "status quo". Ele documenta as aspirações das pessoas comuns a entender mais completamente e apreciar o mundo em que vivem, mas que não podem, por causa de uma conspiração sistemática para obscurecer a verdade e censurar as diferenças de opinião em matéria de investigação científica. Este documentário faz uma pergunta filosófica profunda: Será que devemos aceitar a verdade entregue a nós por especialistas que têm títulos, dinheiro e poder do governo para produzir conhecimento que eles nos dizem é verdade científica, ou devemos confiar às nossas próprias idéias sobre como o mundo realmente é, baseado em pessoas como nós, como indivíduos humanos que vivem no mundo, na verdade, experimentá-lo? As respostas do filme sobre esta questão como um humanista que, devemos confiar que o mundo existe como nós o experimentamos e não devemos confiar as opiniões e propaganda de especialistas que nos diria que o mundo é um absurdo através de um mito metafísico disfarçado como ciência.

O filme combina uma sofisticada filosofia sobre o que é ciência, e por que a sociedade deve financiar a ciência, e gira em torno e que faz a pergunta: Será que os peritos nos servem bem no ensino da verdade científica, ou é a verdade ensinada a nós nas escolas e universidades meramente um mito criado por especialistas que não têm quaisquer respostas realmente válidas, e assim censuram toda a controvérsia sobre a verdade na ciência, no interesse de manter suas posições sociais e fontes de financiamento?


Mais detalhes em tradução robotizada:


ou em texto original:





Niels Bohr para Albert Einstein


"Estamos todos de acordo em que a sua teoria é uma loucura. A questão que nos divide nós é se ela é louca o suficiente para ter a chance de estar correta. O meu sentimento é que ela não é louca o suficiente." 

-Niels Bohr





Paradoxo Einsteniano



1- Teoria da Relatividade Restrita 
A velocidade da luz é constante, pois as experiências com interferômetros não mediram a esperada variação da velocidade da luz do Sol em relação à Terra, em seu movimento de translação.
 
2 - Teoria da Relatividade Geral 
A esperada detecção de ondas gravitacionais, apesar de tantas experiências realizadas, não foram obtidas até agora.
 
3 - Conclusões 
No primeiro caso, as experiências foram aceitas como corretas; no segundo caso, as experiências, realizadas até agora, deram errado.


Escrito por negrjp às 10h07
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Recordando uma antiga postagem

e

CORRIGINDO UM POSSÍVEL ERRO DE CÁLCULO


Gravidade Radial Lunar cai em desgraça outra vez



A sonda LADEE, exploradora da atmosfera lunar, terminou sua missão na quinta-feira do dia 17 de março.




Por se tratar de um assunto que põe a gravidade radial lunar em cheque, fomos à rede em busca de dados: 


Inovação Tecnológica:

A NASA confirmou que a sonda espacial LADEE (Explorador da atmosfera e da poeira ambiente lunar, em tradução livre) caiu na superfície da Lua, conforme planejado, na última quinta-feira.


NASA:

10:59 p.m. PDT Thursday, April 17

Ground controllers at NASA's Ames Research Center in Moffett Field, Calif., have confirmed that the Lunar Atmosphere and Dust Environment Explorer (LADEE) spacecraft has impacted the surface of the moon, as planned. Additional information will be posted as it becomes available here at: http://www.nasa.gov/ladee


Inovação Tecnológica:

A órbita da sonda já vinha decaindo naturalmente após a fase final de sua missão científica, feita em uma altitude extremamente baixa, um recorde entre 12 e 60 km, mas que chegou a meros dois quilômetros da superfície lunar nos últimos dias, antes que seus motores fossem acionados pela última vez para o mergulho final.


SPACE.com:

Because the flight plan required LADEE to maintain a very low-altitude lunar orbit, its extended science mission was put on course for a dramatic end on April 11, when NASA used the last of the unmanned probe's fuel to put it into a very low lunar orbit only about 1 to 2 mi (2 to 3 km)[ above the lunar surface.


Inovação Tecnológica:

"No momento do impacto, a LADEE estava viajando a uma velocidade de 3.600 quilômetros por hora, " disse Rick Elphic, cientista do projeto. "Não há nada gentil em um impacto a essas velocidades - é apenas uma questão de se a LADEE fez um buraco em uma encosta ou deixou detritos espalhados por uma área plana. Será interessante ver que tipo de característica a LADEE criou.


SPACE.com:

"At the time of impact, LADEE was traveling at a speed [b]of 3,600 miles per hour [5,800 km/h][/b] — about three times the speed of a high-powered rifle bullet," Rick Elphic, LADEE project scientist at NASA's Ames Research Center in California, said in a statement. "There's nothing gentle about impact at these speeds — it's just a question of whether LADEE made a localized craterlet on a hillside or scattered debris across a flat area. It will be interesting to see what kind of feature LADEE has created."


Nosso interesse por esses dados é obter a diferença entre a previsão da gravidade radial Lunar, gravidade oficial e gravidade calculada através da queda da sonda LADEE. Como o momento do choque aconteceu a 3 km da superfície lunar, esse valor poderá ser desprezado nos cálculos.


De acordo com Newton, podemos calcular a velocidade necessária para um corpo perder totalmente seu peso:

g = v^2 / r


Gravidade Lunar Oficial: 1,622 m/s^2


Raio da Lua: 1.737.400 m


Gravidade Radial Lunar: 2,728 m/s^2


Gravidade do site Inovação Tecnológica:

g = 0,575 m/s^2


Erro crasso. O tradutor da IT confundiu milhas com quilômetros.


Gravidade do site SPACE.com

g = 1,493 m/s^2

(O erro foi bem menor em relação a gravidade oficial.) 

A unidade de medida utilizada no cálculo é a milha terrestre, que é igual a  1.609,344 metros. 


Gravidade a partir de milhas náuticas:


Milha náutica = 1.852 metros

g = 1,97 m/s^2 


Para saber mais:


http://www.nasa.gov/mission_pages/ladee/main/#.U1uE11VdVA0]http://www.nasa.gov/mission_pages/ladee/main/#.U1uE11VdVA0


FONTES:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sonda-nasa-cai-superficie-lua&id=010130140422#.U1uEOlVdVA0

 

http://www.space.com/25551-nasa-moon-probe-crash-ladee-spacecraft.html


http://www.youtube.com/watch?v=NxZMjpMhwNE


Bem, ainda não mediram a gravidade em solo lunar...


 

Afinal, onde estaria o meu erro?!


Faço citação desse antigo post por um motivo muito simples:


Utilizamos cálculos newtonianos para o satélite sinistrado baseado nessa fórmula:

 

fcp = v^2/r


Ou seja:

força centrípeta é igual a velocidade ao quadrado divida pelo raio.


Como o satélite estava muito próximo da Lua, desprezamos a altitude de 3000 metros.


Gravidade do site SPACE.com


g = 1,493 m/s^2


O erro foi bem menor em relação a gravidade oficial. 

A unidade de medida utilizada no cálculo é a milha terrestre, que é igual a  1.609,344 metros. 


Se considerarmos que o satélite ENCONTRAVA-SE EM ÓRBITA MUITO BAIXA...


SPACE.com:

"At the time of impact, LADEE was traveling at a speed of 3,600 miles per hour [5,800 km/h] — about three times the speed of a high-powered rifle bullet," Rick Elphic, LADEE project scientist at NASA's Ames Research Center in California, said in a statement. "There's nothing gentle about impact at these speeds — it's just a question of whether LADEE made a localized craterlet on a hillside or scattered debris across a flat area. It will be interesting to see what kind of feature LADEE has created."


... A EQUAÇÃO ADEQUADA SERIA ESTA:


[(5.800.000 m / 3600 s)^2 +(5.800.000 m/3600 s)^2]^1/2]^2 / 1.737.400 m =


{SQR [(1.611 m/s)^2 + (1.611 m/s)^2)]}^2 / 1.737.400 m =


= 2,98 m/s^2


DADOS COMPARATIVOS


[PERDA DE] Gravidade do site SPACE.com:


g = 1,493 m/s^2


Gravidade Lunar Oficial: 1,622 m/s^2


Gravidade Radial Lunar: 2,728 m/s^2


Tirem suas conclusões, senhores  Tonto ...


Mais detalhes, em:


http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p140-gravidade-acao-ou-reacao#8691



Escrito por negrjp às 10h06
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Imprensa Brasileira passou batida?

Morre o físico Ernest Sternglass


Tecnologia de Televisão ultra-sensível, Raios-X seguros; algumas das contribuições que Sternglass deixou para todo  o mundo.

Lembrando velhos tempos asnáticos...


A hipótese da expansão fantástica como explicação da gravidade, depende do abastecimento de energia escura para manter o raio da Terra, como todas as outras coisas, em constante expansão.

Podemos imaginar que a cada segundo o raio da Terra aumenta. A velocidade da luz, base de todas as medições astronômicas, também deve aumentar na mesma proporção, caso contrário, a velocidade de expansão do raio da Terra já teria chegado à velocidade da luz há muito tempo.

Para que as leis de Newton possam valer nesse contexto, a massa da Terra e dos demais corpos do universo não podem aumentar. Logo, a densidade de cada corpo cósmico deve diminuir indefinidademente. Em outras palavras, ficam cada vez mais "esponjosos".


Vamos ao exemplo do satélite geosíncrono para entender como a energia escura poderia participar desse fantástico processo.


No tempo zero, um microsatélite de 1 kg de massa descreve uma órbita geoestacionária sobre a Terra. Digamos que o satélite esteja sobre a cidade de Quito, capital do Equador.

Para que o satélite nunca saia da posição de "meio-dia" sobre Quito, isto é, mantenha-se em prumo sobre esta cidade, é necessário que ele esteja a 42.164 km  distante do centro da Terra e viaje à velocidade aproximada de 11.068 km/h.

Muito bem, sabemos que na hipótese fantástica, o raio terrestre e o resto do universo inflaciona-se à razão de 153 milionésimos por cento, por segundo. Ao cabo de um dia astronômico, isto é: 86.164 segundos, o raio da Terra terá se inflacionado em cerca de 14,18 porcento.

Obviamente, o perímetro da órbita do microsatélite precisaria ter crescido na mesma proporção. Para que este objeto mantenha-se em órbita geosíncrona, sua velocidade deveria aumentar para 12.636,597 km/h.


A fórmula que define a velocidade ou energia cinética do satélite é:

Ec = 1/2 m v^2

onde:

massa, dada em kilogramas;

velocidade, dada em metros por segundo.


A energia cinética do satélite em tempo zero seria:

Ec = 1/2 x 1 kg x (3.074,65 m/s)^2 = 4,726 megajoules


A energia cinética do satélite após um dia astronômico seria:

Ec = 1/2 x 1 kg x (3.510,40 m/s)^2 = 6,161 megajoules


Conclusão:

Para manter-se em órbita geosíncrona, durante um dia astronômico, o microsatélite teria de ser abastecido com uma quantidade de energia escura extra na ordem de 1,435 megajoules.


Esse raciocínio serviria para todos os corpos em movimento: cursos de rios, correntes marinhas, ventos, veículos que transitam sobre a Terra, etc. 


Repassei essa antiga postagem a fim de apresentar um problema que coloca a hipótese da expansão radial em crise.


Imaginemos esta condição:


Uma torre de 35.622.000 metros é montada sobre a superfície da Terra. No pico da torre é fixada uma bola de cor verde cuja massa é de 1 kg.

Nessa condição, somada a expansão radial terrestre e expansão radial da torre, a bola verde estaria sofrendo uma aceleração  de aproximadamente 64,5 m/s^2  ou pesando o equivalente a 6,58 Kgf.


Mas, por que um satélite geoestacionário, conforme a situação abaixo, não tem peso algum?



(Notar que a velocidade  do satélite geo-síncrono da primeira figura é dada em km/s e a velocidade da postagem atual é dada em m/s)


A única explicação plausível, numa tentativa desesperada de salvar a hipótese da expansão radial, é que no primeiro caso, a força de expansão é transmitida por meio material. Essa situação não acontece no segundo caso.


Aguardo, em vida, que alguém faça uma medição de gravidade em solo lunar. Enquanto isso não acontecer, a louca hipótese da expansão radial não poderá ser provada ou negada.

Mais detalhes em:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p140-gravidade-acao-ou-reacao#8691



Polêmica

A lua tem atmosfera?


A única explicação para esta aberração seria a existência de atmosfera lunar, ainda que muito fina.


Mais detalhes em:

http://www.htforum.com/forum/threads/a-lua-tem-atmosfera.247157/





Escrito por negrjp às 09h08
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De volta para o Futuro: 

Implantação de hardware analógico contra ataques cibernéticos


Autor: Perry Pederson

Enquanto a "Internet das coisas" não chega, o mundo segue em direção da era digital. A transição de tecnologias analógicas para digitais parece ser uma tendência inexorável. De alguma forma estranha a mudança para o digital é como uma profecia auto-realizável como embutir o potencial de um desastre para o nosso futuro.


Existem, naturalmente, vários boas razões para esta tendência de aceleração no domínio dos sistemas de controle. Na maioria das vezes ouvimos declarações como 'digital é mais barato, mais conveniente (por causa da operação remota), e mais flexível (por causa de sua capacidade de programação)' ou 'simplesmente não se consegue mais encontrar sistemas analógicos e técnicos especialistas nesta área'. Durante uma recente sessão da Comissão de Regulamentação da Nuclear (NRC) este sentimento foi expresso inflexivelmente pelo Sr. Tony Pietrangelo, Vice-Presidente Sênior e Diretor do Instituto de Energia Nuclear (NEI), quando ele disse que a falta de movimento para o digital foi "vergonhosa".


Enquanto ele pode muito bem ter vindo a manifestar a sabedoria convencional, é tempo para um debate amplo e aberto sobre a questão. A questão de saber "se entrar na era digital ou manter-se na era analógica" não deve pressupor uma resposta, mas sim uma avaliação rigorosa quanto ao conjunto completo de opções e os riscos associados ao processo que está sendo controlado, bem como a sociedade em geral. Se a discussão se limita à indústria nuclear, pode afirmar-se que muitas usinas nucleares existentes ainda estão com sistemas analógicos de proteção dos reatores "desatualizados" e isso significa que têm uma grande vantagem: eles são imunes contra ataques cibernéticos.


Vamos dar atenção ao Presidente Obama em sua palavra que a segurança cibernética da infra-estrutura crítica é uma questão de segurança nacional. Parece seguir que, se isso fosse verdade,  a pirataria de sistemas de segurança digitais em usinas nucleares seria inaceitável, então o controle analógico de sistemas de segurança deveria ser uma opção viável. Se houve de fato um problema de segurança nacional que poderia ser resolvido radicalmente com um sistema de segurança analógico, haveria uma demanda de mercado e o mercado iria responder. Por exemplo, quando a orientação do NRC sugeriu que uma barreira de dados ou "gateway" unidirecional era uma forma aceitável para o segmento de rede da fábrica com resultados determinísticos, o mercado respondeu com soluções e a maioria das plantas estão a implementar este tipo de tecnologia.


A Voltar à premissa Futuro não é um chamado a abandonar todas as coisas digitais nem é uma sugestão de que uma única solução sirva para todos. A solução ideal é provável uma arquitetura híbrida, onde os benefícios dos sistemas digitais são apreciados enquanto o determinismo do analógico é invocado como a última linha de defesa cibernética, que não pode ser cruzada.


Toda solução digital tem uma vulnerabilidade. Algumas das vulnerabilidades são descobertas durante o projeto, enquanto outras são descobertas após a implantação. Você pode aplicar uma míriade controles de segurança e  mitigar o risco, mas você nunca pode dizer que o risco é eliminado. Você pode afirmar que o risco é realmente muito pequeno, ou você pode usar um cálculo de risco complexo e gerar um número que indica a probabilidade é infinitesimal. No entanto, se houve de fato uma opção para os mais críticos de infra-estrutura crítica que eliminaria a probabilidade de um ataque cibernético, então ele deve ser avaliado objetivamente como uma opção e não apenas descartada.

Tradução livre da página:

http://www.langner.com/en/2014/03/15/back-to-the-future-putting-analog-hard-stops-to-cyber-attacks/

 



Escrito por negrjp às 07h52
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Está na Rede:

 

Desmentida descoberta de ondas gravitacionais e inflação cósmica


Descoberta cancelada


A alegada detecção das ondas gravitacionais, que serviriam como prova da inflação cósmica pós-Big Bang, foi retratada pelos cientistas.


A equipe do experimento BICEP2 voltou atrás em suas alegações depois de refazer a interpretação dos dados juntamente com a equipe do telescópio espacial Planck, cujos resultados deveriam ter servido de parâmetro para a interpretação das medições feitas.


A conclusão é que os sinais medidos pela equipe do BICEP2 devem-se à poeira disseminada pela Via Láctea.


Mais detalhes, em:


http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=desmentida-descoberta-ondas-gravitacionais-inflacao-cosmica&id=010130150204


(Notícia ruim para o centenário da Teoria Geral da Relatividade)

Gravidade, onde tu estás que não te encontro?

 

"A dama perdida"

Alô, Albert! Outro alarme falso?


Gravitational waves discovery now officially dead

(Descoberta de ondas gravitacionais está oficialmente morta)


Foto Nature


fonte:

 

http://www.nature.com/news/gravitational-waves-discovery-now-officially-dead-1.16830

 

 

Valeu, Giovani!

Essa foi a mais linda batalha por um lugarzinho ao podium. Parabéns!

(foto de arquivo da Corrida de São Silvestre, em São Paulo)

 

Está na Rede:

Artigo na revista Nature expõe grave crise na física teórica


Este mês foi publicado um brilhante artigo na revista britânica Nature que denuncia de forma alarmante o crescente distanciamento entre físicos experimentais e físicos teóricos nos últimos dez anos. Apesar de eu não concordar com uns poucos pontos discutidos pelos autores do artigo (pois vejo que certas noções ingênuas ainda persistem mesmo entre os mais céticos), a leitura é obrigatória para físicos, matemáticos e filósofos. Por isso mesmo decidi traduzir o texto original para o nosso idioma e veicular neste blog. Por conta de formatação usual do blog Matemática e Sociedade, decidi omitir as referências citadas. 


mais detalhes, em:

http://adonaisantanna.blogspot.com.br/



Escrito por negrjp às 15h46
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Papai José

 

 

Meu Bom José


Rita Lee



Olha o que foi meu bom José

Se apaixonar, pela donzela

Dentre todas a mais bela

De toda sua galileia


Casar com Débora ou com Sara

Meu bom José, você podia

E nada disso acontecia

Mas você foi amar Maria


Você podia simplesmente

Ser carpinteiro e trabalhar

Sem nunca ter que se exilar

De se esconder, com Maria


Meu bom José você podia

Ter muitos filhos com Maria

E teu ofício ensinar

Como o teu pai sempre fazia


Por que será, meu bom José

Que esse teu pobre, filho um dia

Andou com estranhas idéias

Que fizeram, chorar Maria


Me lembro as vezes de você

Meu bom José, meu pobre amigo

Que desta vida só queria

Ser feliz com sua Maria

 

 

Aos amigos de nosso Blog,

Um Natal com Cristo no Coração.



Escrito por negrjp às 15h45
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Enciclopédia SBTVD PAL-M

Princípio da Equivalência de Einstein

Esse é uma das mais interessantes "experiências mentais" de Einstein. O cientista alemão nos propõe duas experiências, nas quais é impossível determinar a situação de movimento de um foguete.


Instale um elevador dentro de um foguete. Faça o foguete voar no espaço sideral numa aceleração de 9,8 m/s^2.

Dentro do elevador há um astronauta. À maneira que o foguete acelera, o astronauta sente o seu peso em seus pés.

Se o cabo de sustentação do elevador é cortado, o peso do astronauta desaparece.

A mesma experiência, feita em Terra, tem o foguete estacionado no chão. O astronauta sente seu peso nos pés em igualdade de condições ao caso anterior. A aceleração é gravitacional "g" tem intensidade idêntica ao valor de "a" do primeiro caso.

Se o cabo do elevador quebrar, temos situação análoga ao primeiro caso.

Conclusão:

A sensação de peso, e perda de peso, é a mesma. Nestes termos, não há como o astronauta saber se o foguete está voando ou estacionado em solo terrestre.


Baseados na experiência mental einsteniana, propomos um teste no qual um carrinho recebe um impulso de força em um plano inclinado. À maneira que o carrinho sobe, vai perdendo velocidade, até parar.

De acordo com o nosso bestunto, a roldana montada sobre o carrinho (em amarelo), deve girar noventa graus, durante a subida do plano inclinado, até o momento de parada.

O tempo de subida do carrinho, para a mesma distância de percurso, é exatamente mesmo ao tempo de descida.


A experiência deve funcionar emo solo terrestre ou dentro do foguete de Einstein.


Mais detalhes, em:




e...




Escrito por negrjp às 12h42
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Baú do Blogueiro  -  Maré de Azar

 

Daquela vez , a idéia asinina do blogueiro era a de tentar dar "uma nova explicação" para as marés,sem o concurso da gravidade terrestre, ou da forma como os newtonianos a concebem.

Várias de nossas postagens no Physforum (normalmente aberto às idéias excêntricas) foram simplesmente suprimidas. Censura?! Justificou-se o moderador pela atitude extrema, por se tratar de "puro lixo". 

Se assim fosse, por que não enviar as postagens para uma lixeira do próprio fórum Nervoso ?

Pelo sim, pelo não, o assunto rendeu bons comentários no fórum "Fisica2100".

Para conhecê-los, sigam o endereço, abaixo:

 

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p130-gravidade-acao-ou-reacao#8437



Escrito por negrjp às 12h38
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ESTÁ NA REDE:

Conheça seis cientistas modernos que possuem crenças espirituais


Max Planck

“A ciência não pode resolver o maior mistério da natureza. E isso acontece porque, em última análise, nós mesmos somos partes da natureza e, portanto, parte do mistério que estamos tentando resolver.”

(Max, concordo com você! Cheguei tardiamente à mesma conclusão, antes de conhecer a sua Língua de fora...)

Para saber mais:


http://www.epochtimes.com.br/cientistas-modernidade-possuem-crencas-espirituais/#.VILNhcJdVb1

 


Quebra de Paradigma - II

Tele-Forno de Microondas



Escrito por negrjp às 08h00
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ACIDENTES COM CELULARES

Em quem recai a culpa ? Quem liga ou quem recebe?

Esse bate-bola rendeu bons comentários no HT-Forum. Para saber, clique no endereço abaixo:

http://www.htforum.com/forum/threads/qual-e-o-risco-de-chamar-alguem-que-possui-celular.243057/

 

Está na Rede:

JAZZ SOBRE RODAS

 

https://www.youtube.com/watch?v=zSRxvfR-_nE&list=PLYsafTYSWnrcs9i8JiW80T41M69ld68Cu



Escrito por negrjp às 18h40
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Está na Rede:

 

Sistema elétrico pode migrar para corrente contínua?

Redação do Site Inovação Tecnológica - 24/10/2014


No final do século XIX, travou-se uma batalha que definiria toda a atual infraestrutura elétrica mundial.

 

Tesla versus Edison


Nicola Tesla 

 

X

Thomas Edison

 

De um lado, Thomas Edison propunha a adoção da corrente contínua (CC); do outro, Nikola Tesla propunha a adoção da corrente alternada (CA).

Tesla venceu. Contudo, apesar de sua genialidade, ele nunca foi bem-sucedido nos negócios, e coube a George Westinghouse, entre outros, transformar suas ideias em projetos práticos e lucros.

Agora, três pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, acreditam que é hora de refazer esse trajeto e lançar um novo projeto, voltado não apenas para a renovação da economia e a geração de lucros, mas também para garantir o bem-estar das populações e gerar menos impacto para o meio ambiente.

Para saber mais:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sistema-eletrico-corrente-continua&id=010115141024#.VFTOBcJdVb0 

 

 

 

BAÚ DO BLOGUEIRO

 


CASABLANCA-MIRIM 

Uma graciosa mensagem de fim-de-ano, veiculada em algum natal do passado.


As long as there is you

 

Timi Yuro - A Dona da Voz

 

All of my life I needed to belong

play the game pretending to be strong

but I'll learn, I'll learn to live my life anew

as long as there is you

all the time

I'll be fine

I'm no longer like a child

who's always stood apart

hiding dreams of love within my heart

for at last those dreams can all come true

as long as there is you

 

I'll survive

I'm alive

gone are all those wasted years

regretting all the things that I'm not

now I'm grateful for the things I've got

it means a lot to know know know this love of ours will last

all my fears will fade into the past

come what may, I know I'll see it through

as long as there is you

 

Oh yeah baby.

 

(Sé que el mar

Es mucho más azul

cuando estás aquí conmigo tu

y también caliente más el sol, el sol

estando así los dos)

 

Oh yeah baby.

Oh yeah baby.

 

All I need is to belong

now I know that I'm not so strong, baby

 

I will learn to live my life anew

as long as there is you

you

you

you

you

 

I'll regret the things I'm not

yeah and I'll be grateful, grateful for what I've got

 

(Read more: Timi Yuro - As Long As There Is You Lyrics | MetroLyrics)

 

Enlace do Vídeo:

 

https://www.youtube.com/watch?v=ZKqj6zwvPko&list=RDZKqj6zwvPko#t=0

 


Acredite se quiser...

Analógico para o digital; Agora, de volta digital para analógico 



Nick Negoescu 

Atualização Tecnológica: A volta para a instrumentação e controle analógico pode oferecer mais do que benefícios nostálgicos.

Essa ação pode resultar em alta confiabilidade e menores riscos de segurança cibernética. Podem algumas coisas que são são novas tornarem-se velhas outra vez?

Comentário:

 Estranha essa lógica anglo-saxônica, a frase soaria melhor assim:

Podem algumas coisas que são são velhas tornarem-se novas outra vez?

Bem, no mundo da moda isso é muito normal.

"Old Fashion e New Fashion se revezam" Língua de fora

 

Fique de olho para o potencial de economia.

Mais detalhes, em:

 

http://www.controleng.com/single-article/analog-to-digital-now-digital-back-to-analog/69582c7413f898c7dac28b0b48b9e605.html




Escrito por negrjp às 08h08
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Quem tem medo de Rupert Sheldrake?

 

OS DEZ DOGMAS DA CIÊNCIA

 

Convidamos aos amigos do SBTVD PAL-M em acompanhar essa palestra de 18 minutos,

disponível no Youtube:


 

http://www.youtube.com/watch?v=JKHUaNAxsTg

 

 

O que teria acontecido com o experimento dos neutrinos no CERN?

 

A constância da velocidade da luz é um dogma!


1926: 299.798 km/s

1928: 299.778 km/s

1932-5: 299.774 km/s

1947: 299.792 km/s

2012: ????

 

Que vergonha!...  Embaraçado

 



fonte:
http://micro.magnet.fsu.edu/primer/lightandcolor/speedoflight.html


A adoção da velocidade da luz como constante (o que pode não ser), da qual se derivam outras medidas, facilitou enormemente o comércio, pois agora todos os interessados mentem por igual Língua de fora !


Para acompanhar a palestra de Sheldrake, clique na tarja amarela, acima ou abaixo:

 

http://www.youtube.com/watch?v=JKHUaNAxsTg



Escrito por negrjp às 19h08
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Enciclopédia SBTVD PAL-M 

Republicação da série de estréia de nosso blog, lá pelos idos anos 2005.

Agradecemos ao HT-Fórum, pela conservação destas postagens em seus arquivos.

 

NOVELA DIGITAL - Prólogo

 

Qual o significado da palavra "analógico"?

Qual o significado da palavra "digital"?

 

Em tecnologia, é a forma de como uma grandeza física varia em função de outra.

Quando a variação de uma grandeza acontece de forma "suave" ou "contínua", dizemos que ela é "analógica". 

Quando essa variação acontece de forma "abrupta" ou "discreta", dizemos que ela é "digital".

Um exemplo bem simples para entender esses conceitos é imaginar a forma de como vencer obstáculos em terrenos acidentados.

Digamos que existam dois terrenos planos com uma diferença de altura de 10 metros entre eles.

Uma forma de permitir a passagem de um pedestre de um terreno para o outro é construir uma rampa. A outra é através de uma escada.

Ao deslocar-se de um terreno mais baixo para o mais alto através de uma rampa, o pedestre faz uma caminhada suave, desde que a rampa seja longa.

Ao deslocar-se através de uma escada, o pedestre ganha altura através de pequenos lances.

No primeiro caso, não é possível determinar com precisão a altura em que o pedestre está a cada momento do deslocamento. A forma de expressar de tal situação é meio vaga, ou "analógica".

No segundo caso, sabendo-se qual é o desnível do terreno e o número exato de degraus, é possível dizer com boa precisão a altura em que o pedestre se encontra. É possível expressar tal situação de forma númerica, ou "digital".

Adendo:

Uma definição de Allan Turing sobre o que é digital:

Digital é tudo aquilo que pode ser contado.

Definição de gênio...

 

Novela Digital - Primeiro Capítulo

O que diferencia a TV digital da TV analógica?

O funcionamento da TV analógica depende da óptica, eletricidade e lógica fixa. O funcionamento da TV digital depende da óptica, eletricidade, lógica flexível, matemática e estatística. A TV analógica, nos primórdios (anos 40-60), somente transmitia imagens. Com o tempo, passou a transmitir outras mensagens.

A "gestação" da TV digital vem acontecendo no "ventre" da TV analógica.

A primeira aplicação de TV digital aconteceu na década de 1970, quando as emissoras passaram a transmitir a hora certa para sincronizar a rede de repetidoras.

Uma importante aplicação das técnicas digitais é a aplicação da "legenda oculta" (close caption), introduzida na década de 1980, pois permitiu aos deficientes auditivos acompanharem os noticiários através de um texto auxiliar.

Na ponta do telespectador, as técnicas digitais vem sendo aplicadas no receptor de TV, tais como: controle remoto infra-vermelho, decodificador de legenda oculta, memória de canais prediletos, anotador de recados, etc.

Uma aplicação muito interessante, bem explorada no Reino Unido pela BBC, é o teletexto. Conhecido como CEEFAX, este sistema envia, através da TV analógica, páginas e páginas de textos sobre os mais diversos assuntos, tais como: metereologia, utilidade pública, notícias, e alguns joguinhos.

A principal função, a transmissão de imagens em tempo real, continuou sendo realizada apenas pelas técnicas analógicas até a década de 1990.

 

Novela Digital - Capítulo Dois

Antes de se pensar em televisão digital, era preciso encontrar meios para converter as imagens em dados digitais, isto é, códigos numéricos. 

Somente após vencer esse desafio, seria possível pensar na transmissão das imagens digitalizadas.

O primeira beneficiária do desenvolvimento das técnicas de digitalização de imagens foi a indústria gráfica (as revistas e os jornais). 

As técnicas estavam no ínicio. Somente através de programas e computadores poderosos (e caros) era possível fazer alguma coisa.

As reproduções de imagens eram ruins, se comparadas ao método tradicional foto-químico-mecânico.

Os contornos das figuras eram serrilhados em zigue-zague e a quantidade de cores limitadas. No entanto, era possível escolher uma infinidade de estilos de letra, tamanhos e formas de composição.

Uma Curiosidade

A imagem que se forma nas máquinas fotográficas "digitais" são analógicas.

A câmara fotográfica digital opera pelo efeito foto-elétrico e reage linearmente à luz, isto é, desenvolve tensões elétricas proporcionais à intensidade luminosa. 

Só após a captura a "imagem elétrica" é digitalizada, isto é, transformada em códigos numéricos.

A imagem que se forma no filme de uma "câmara analógica" é digital, pois ela é formada pela "densidade de grânulos de prata e é proporcional à luz incidente. Esses grãos sensibilizados formam unidades discretas, se vistos num microscópio, podem ser contados (quantizados) com facilidade. 

Logo, a  tradicional técnica de registro de imagens foto-química é totalmente digital!

 

Novela Digital - Capitulo Três

A potência dos computadores gráficos não parava de aumentar. A cada geração, conquistavam-se mais velocidade de processamento e mais espaço para a memória.

Na década de 1980 havia chegada a hora da digitalização de filmes de cinema. Nas filmagens, os resultados de uma tomada de imagens podiam ser observados na hora. E melhor: era possível produzir efeitos especiais como nunca antes. 

Os fãs de Michael Jackson devem relembrar-se do video-clip "Thriller", no qual ocorre a transfiguração do astro da "música pop" em lobisomem.

E a televisão? Bem, a digitalização de imagens trouxe um sério problema para a transmissão de televisão: a conversão de imagens em dados provocava uma tremenda inflação de informações.

Como o problema da inflação de dados seria resolvida?

Aguardem o próximo capítulo...

 

Novela Digital - Capítulo Quatro

 

- Como embarcar um elefante num fusca? 

- Como acomodar as informações das imagens digitalizadas num canal de TV analógico? 

Os cientistas tinham de resolver o segundo problema, embora houvesse alguma semelhança como primeiro.

As ondas de rádio, nas quais seriam transportadas as imagens digitalizadas são, por natureza, analógicas.

Era preciso aumentar a capacidade de transmissão numérica das transmissões analógicas. Nesse ponto ocorre a primeira grande cisão entre as pesquisas americanas e européias.

- Os americanos optaram pela modulação das ondas de rádio em amplitude (AM).

Nessa técnica, uma onda pode assumir oito níveis de amplitude discretos, logo, pode transportar a cada momento um valor numérico dentro de uma escadinha de oito degraus (zero-um-dois-tres-quatro-cinco-seis-sete).

- Os europeus optaram pela modulação das ondas de rádio em frequência (FM). 

Nessa técnica, uma onda de rádio pode transportar, a cada momento, um valor numérico compreendido entre zero e 63, coordenado numa "tabela de lugares geométricos" de oito linhas por oito colunas.

O sistema americano de modulação veio a ser conhecido como 8-VSB (Eight [symbol] Vestigial Side Band - uma modalidade de transmissão AM com uma faixa lateral comprimida, herdada do velho sistema analógico NTSC)

O sistema europeu (no qual derivou o sitema japonês e brasileiro) veio a ser conhecido como COFDM (Coordenated Ortogonal Frequency Division Multiplex - Multiplexação por Divisão de Frequência em Coordenadas Ortogonais). 

Ambos "nasceram" com vantagens e desvantagens "complementares":

- O sistema americano é, por natureza, menos sensível às interferências de descargas elétricas (faíscas de raios, velas de ignição de veículos e motorzinhos de liquidificador). No domínio da televisão analógica, essa interferência pode ser percebida pelo aparecimento de "traços e pipoquinhas" na imagem;

- O sistema europeu é, por natureza, menos sensível aos efeitos de ondas rebatidas (pelo relevo ou edificações). No domínio da televisão analógica, a ocorrência dessas reflexões provocam o aparecimento de "fantasmas" ao lado direito das imagens recebidas.

O que um tinha de bom, o outro tinha de ruim...

Afortunadamente desde o início dos testes de transmissão, ambos os sistemas vêm melhorando o desempenho, através de ajustes na estrutura lógica-estatística-matemática.

Bem, a ampliação da capacidade de transporte de dados pelas ondas de rádio foi suficiente para embarcar o elefante no fusca?

Ainda não.  Mas meio caminho estava andado. 

A capacidade de transporte de um canal de televisão ainda não era suficiente para transmitir esse excesso de informação. 

Mas sobrava um prêmio de consolação: a produção de TV nos estúdios podia ser digitalizada.

Durante a década de 1980 começou a digitalização dos estúdios de televisão. Das prosaicas superposições de duas imagens e os efeitos em "chroma-key" da era analógica (recortes de imagens sobre fundo azul), era então possível produzir efeitos especiais fantásticos, vistos principalmente nas reportagens de carnaval. Já era possível "dar um nó" nas imagens.

O problema da inflação de informações na TV digital seria resolvido somente na década de 1990.

Aguardem o próximo capítulo...



Escrito por negrjp às 17h04
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Novela Digital - Capítulo 5

Como embarcar um elefante num fusca? II

O elefante, ou melhor, o problema da inflação de dados, foi parcialmente resolvido com a expansão da capacidade de transmissão de símbolos numéricos das ondas de rádio.

Infelizmente, isso provocou a ruptura entre as pesquisas americanas e européias, que resolveram o problema por caminhos diferentes. A esperança de se obter um único padrão de televisão digital mundial foi perdida.

Deixemos esse problema para mais adiante e vamos acompanhar o que foi feito para resolver o problema da inflação de dados.

Vamos recorrer ao que acontece com o cinema para entender a solução do problema.

Para se capturar o movimento de uma cena (por exemplo, um cavalo correndo), uma máquina fotográfica precisa fazer uma foto a cada 1/24 segundo, ou seja, a cada segundo são feitos 24 disparos. Obviamente, cada chapa congela posição em que o cavalo se encontrava no momento do disparo. No entanto, ao reproduzir as fotos na mesma velocidade que foram capturadas, a ilusão de movimento é restituída.

Ao se observar a olho nu as fotos da sequência filmada, percebe-se que há muito pouca diferença entre um quadro e outro, como também são pequenas as diferenças de tons no corpo do cavalo ou do céu, etc.

O principal trunfo da TV digital, devido a disponibilidade de circuitos de memória é a eliminação da transmissão daquilo que não se altera (redundâncias).

O que acontece é que após a captura de uma certa imagem, ou "formação" da imagem, o trabalho da TV digital resume-se na "manutenção" da cena memorizada, isto é, transmitir apenas que muda de uma cena para outra.

Este truque permitiu uma drástica redução de dados a serem transmitidos. Todos ficaram surpresos ao perceberem que um canal analógico de TV poderia transportar quatro programas digitais ao mesmo tempo, em qualidade de imagem convencional, ou então, um único programa cuja qualidade de imagem rivaliza-se à do cinema, permitindo a exibição de cenas de TV em telas gigantes sem o aparecimento de falhas.

 

Essa técnica de compressão permitiu o advento do DVD e da DTH (Direct to Home Television), TV digtal via satélite.

 

Novela Digital - Capítulo 6

O Elefante no Fusca III

Com todos os artíficios apresentados nos capítulos anteriores, finalmente já era possível embarcar o elefante no fusca. Mas ainda era preciso saber para que lado ia o fusca. 

Foi criada a técnica de previsão do movimento da imagem. E o problema se acabou. (Não sei se o drible de um jogador de futebol pode enganar essa técnica de previsão de movimento...) .

Como pôde ser notado, as técnicas que permitiram a digitalização de imagens, usam e abusam dos recursos da matemática e estatística. Essas técnicas são conhecidas como técnicas de compressão de dados: MPEG II, MPEG IV, JPEG, etc.

Quando quatro programas diferentes são embutidos em um único canal, o aproveitamento das técnicas de compressão é levado ao máximo.

Outra questão em jogo são os anúncios comerciais. Eles precisam ser "escalonados" pelas emissoras, a fim de evitar "congestionamento de dados, pois nesses tipos de mensagens há uma troca muito rápida de cenas e "surtos" na produção de dados.

Todos esses benefícios sacrificaram um recurso da TV analógica: o "zapping". (Alguém se lembra disso?) .

A mudança rápida de canais só é possível quando toda a imagem é renovada a cada 1/30 de segundo. Como na TV digital, a imagem precisa ser "formada" para depois ser "mudada", o "zapping" inviabilizou-se.

 

Novela Digital - Capítulo 7

O sistema digital de televisão via satélite consolidava-se pelo mundo afora. Esse sistema, adotado pela maioria de países do mundo era o Europeu DVB-S (Introduzido no Brasil em 1996, através da Globo e Abril. 

A TV digital via cabo tem dois grandes concorrentes, em versões dos padrões americano e europeu.

Esses sistemas permitem multiprogramação, interatividade (por terem canais de retorno em tempo real) e alta definição.

A principal vantagem da TV a cabo é o assinante quem decide por qual tipo de serviço vai pagar.

A transição de sistemas também é decidida pelo assinante, que conta inclusive com a opção dos velhos sistemas analógicos, pois todos eles convivem pacificamente na transmissão via cabo.

A TV digital via cabo começava a engatinhar no Brasil.

Quanto à televisão terrestre, nem tudo são flores...

 

Novela Digital - Capítulo 8

Após 8 anos de lançamento do sistema ATSC (versão terrestre) nos EUA, a TV digital estava presente em 1 milhão dos 20 milhões de lares cobertos por esse serviço.

Os radiodifusores americanos não estavam satisfeitos com os resultados obtidos, pois o desejo deles é que a TV aberta amplie a sua fatia de participação no mercado e que o serviço volte a ser um sério concorrente da TV a cabo e satélite. 

Agora, já no fim da transição, marcada para o ano que vem (2008), alguns preveem uma conclusão "catastrófica". A transição vai acontecer "na marra".

Os gigantes da informática compraram os canais analógicos para uso em banda larga. Os radiodifusores reclamam sobre os riscos de interferências, muita gente vai migrar para cabo ou satélite. Nove milhões pessoas ainda dependem do serviço de TV analógica terrestre.

Há uma grande ameaça da TV aberta desaparecer nos EUA.

Nota do Blogueiro: Nada como o tempo para acomodar as coisas. A catástrofe não aconteceu, ao menos por enquanto.

Nos EUA, a digitalização revigorou a TV aberta.

 

 

Novela Digital - Capítulo 9

 

Os maus resultados obtidos nas primeiras experiências da Televisão Digital Terrestre, devido à baixa penetração nos EUA e algumas falências na Inglaterra e Espanha, deram origem a mais duas "tentativas" híbridas.

Uma delas é o sistema Indiano "Telisar", que permite a transmissão silmultânea de dois programas de televisão em um único canal analógico NTSC.

O outro sistema é o norte-americano "dNTSC", criado pela Dotcast, que permite o serviço de televisão sob encomenda dentro de um canal analógico NTSC.

Ambos modelos foram apresentados na feira da NAB- Associação de Radiodifusores Americanos em 2002.

O sistema indiano não foi reconhecido pela União Internacional de Telecomunicações.

O sistema americano recebeu a autorização de funcionamento nos EUA pela FCC - Comissão Federal de Telecomunicações.

A Disney testou o sistema dNTSC durante dois anos em três cidades dos EUA. A Disney oferecia cem títulos de filmes de cinema por semana, graváveis em um equipamento especial, nas casas dos assinantes.

Embora os sistemas híbridos, americano e indiano, fossem limitados em relação à cobertura e capacidade de transporte dos sistemas "totalmente digitais", tinham a vantagem de evitar a duplicação dos sistemas de trasmissão (Estúdios, Canais, Transmissores, Repetidores).

Essas operações em duplicidade, conhecidas como "simulcast", são muito caras e forçam as emissoras apressarem o "apagão" da televisão analógica.

Isso pode levar aos telespectadores a necessidade inadiável de compra de conversores para que seus aparelhos analógicos continuem funcionando.

Particularmente, torci muito pelo sucesso do modelo dNTSC que atualmente sobrevive apenas na TV a cabo. 

Nenhum modelo de TV totalmente digital atingiu o limite da técnica, vão passar por muitas revisões.

O modelo hibrido é um excelente laboratório de desenvolvimento e não devia ser desprezado.

 

Novela Digital - Último Capítulo?

 

Enquanto o Brasil pesquisa o modelo ideal de TV digital terretre, a fim de contemplar o telespectador com alguma forma de interatividade, os concorrentes mundiais de TV terreste, a cabo e satélite se digladiam.

Para complicar o quadro, surge agora mais uma personagem nessa interminável novela.

As velhas operadoras de telefone, que apanharam tanto para acompanhar o desenvolvimento das técnicas de comunicação digital, estão estreando um serviço de IP-TV nos EUA, Itália e Suíça nas suas (ociosas) linhas de comunicação em banda larga.

Curiosamente, esse novo serviço está sendo implementado ém áreas em que participação da TV a cabo convencional é muito baixa...

A IP-TV é a TV em protocolo internet, padrão mundial único (até que enfim!), permite ao assinante a assistir vários canais de TV em tempo real além de gravar programas e filmes "a la carte".

A interatividade é total e o assinante paga apenas pelo que usa.

Cogita-se adotar esse padrão em transmissões terrestres, o que permitiria alocar 20 canais de TV em um único canal convencional. No entanto, a técnologia para esse serviço ainda não está madura. (Nota: em 2005)

O grande desafio é reduzir alto custo dos receptores, pois tornam-se complicados como os computadores. 

Um padrão de IP-TV universal, produzido em escala mundial, venceria esse desafio?

Para saber mais sobre o debate, vá a este endereço:

 

http://www.htforum.com/vb/archive/index.php/t-85680.html

 



Escrito por negrjp às 17h04
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