Blog de negrjp


Brasileiros criam arapuca para pegar partículas de luz

Site Inovação Tecnológica

Com informações da Unicamp -  02/12/2016

A arapuca de luz é um sensor que capturará sinais dos neutrinos. [Imagem: Antonio Scarpinetti]

Captura de fótons

Uma peça fundamental para o futuro da física está sendo criada na Universidade Estadual de Campinas.

Trata-se de uma tecnologia para captar sinais luminosos que serão produzidos na nova geração de detectores de neutrinos, observatórios atualmente em construção nos Estados Unidos e em outras partes do mundo.

A equipe chama seus dispositivos, feitos para aprisionar as partículas de luz, de arapucas, uma referência a pequenas armadilhas usadas para capturar pássaros - o objetivo agora é capturar fótons.

As arapucas fotônicas deverão ser testadas na Europa em 2017 e entrar em ação nos EUA em 2018.

A teoria não explica

O neutrino é uma partícula subatômica sem carga elétrica e de massa muito pequena. Sua existência foi proposta em 1930, para explicar o aparente "desaparecimento" de parte da energia envolvida no processo radioativo conhecido como decaimento beta. Em vez de aceitar uma violação do princípio de que a energia não pode ser destruída, Wolfgang Pauli sugeriu que a energia perdida estaria sendo transportada por uma partícula neutra até então não observada.

Contudo, ao tapar um buraco, os físicos abriram outro. O problema é que mais tarde se descobriu que os neutrinos podem se transformar de um tipo em outro, algo que só pode ocorrer se eles tiverem massa. E essa oscilação - a transformação de um tipo de neutrino em outro - não cabe dentro do Modelo Padrão da Física de Partículas, a grande teoria que explica a composição da matéria, o eletromagnetismo e as forças nucleares - pelo Modelo Padrão, a massa do neutrino deveria ser zero.

"Então, isso significa que o modelo é incompleto, e que tem que ter alguma física além dele. É esta física nova que a gente está pesquisando, e dela o neutrino é o que a gente conhece melhor," explicou o pesquisador Ettore Segreto, um dos coordenadores do projeto arapuca.

Para saber mais, clique:

Nota do Blogueiro:

Quanto mais se pesquisa o mundo subatômico, menos se sabe sobre matéria Língua de fora...

 


 

Está na Rede:


Nova teoria pode resolver cinco grandes problemas da física de uma vez

 


A física também sofre com os rumos da moda...


Físicos europeus propõe que a adição de seis partículas ao modelo fundamental trará a harmonia para a física contemporânea


Para saber mais:

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2016/11/nova-teoria-pode-resolver-cinco-grandes-problemas-da-fisica-de-uma-vez.html

 



Escrito por negrjp às 09h23
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Magnetismo oceânico mostra lado elétrico da Terra


Com informações da ESA -  05/10/2016


Magnetismo oceânico mostra lado elétrico da Terra


Acredita-se que o campo magnético da Terra funciona como uma "bolha" que nos protege dos rigores do espaço e de suas partículas energéticas - mas como ele é gerado ainda é uma incógnita. [Imagem: ESA]


 

Campo magnético da Terra


Que a Terra possui um campo magnético é algo bem estabelecido porque é possível medi-lo.


Mas o que gera esse campo magnético é algo que a ciência ainda luta por descobrir.


Já sabemos que o campo magnético tem origem em diferentes partes da Terra e que cada uma dessas fontes gera um magnetismo de intensidade diferente. Já sabemos também que o campo magnético da Terra está enfraquecendo. Mas exatamente como ele é gerado e por que ele tem intensidades diferentes é algo por se esclarecer.


Foi em busca de novos conhecimentos nesta área que, em 2013, a ESA (Agência Espacial Europeia) lançou o seu trio de satélites Swarm.


Agora, os dados dos três observatórios trouxeram informações sobre uma fonte de magnetismo em nosso planeta que poucos se dão conta: as marés oceânicas.


E, de forma um tanto surpreendente, os primeiros dados, que ainda precisarão ser monitorados por um prazo mais longo para ajudar na questão do magnetismo terrestre, trouxeram informações inéditas sobre o interior da Terra e o funcionamento das placas tectônicas.


Magnetismo das marés oceânicas


Magnetismo oceânico mostra lado elétrico da Terra

O movimento da água salgada dos oceanos ao longo do campo magnético da Terra gera uma corrente elétrica, que por sua vez influencia a Terra até quilômetros de profundidade. [Imagem: ESA/DTU Space]

Graças às medições de grande precisão da missão Swarm, pareadas com as da missão Champ - uma missão que terminou em 2010, depois de medir os campos gravitacionais e magnéticos da Terra por mais de 10 anos - os cientistas conseguiram "pinçar" o campo magnético gerado pelas marés dos oceanos no meio dos dados, um feito inédito, que ajuda a entender um pouco da variabilidade do nosso escudo protetor.


Mas o melhor estava por vir: a equipe descobriu que o campo magnético gerado pelo movimento dos oceanos funciona como uma "bobina de acoplamento" que permite fazer um retrato da natureza elétrica do manto superior da Terra, centenas de quilômetros abaixo do fundo do oceano.


Quando a água salgada do mar flui através do campo magnético terrestre, esse movimento gera uma corrente elétrica que, por sua vez, induz uma resposta magnética que adentra profundamente, abaixo da crosta terrestre, atingindo o manto.


"Os satélites Swarm e Champ permitiram que distinguíssemos entre a litosfera 'rígida' do oceano e a 'astenosfera' mais flexível por baixo," explicou Alexander Grayver, do ETH de Zurique, na Suíça.


Campo magnético e placas tectônicas


"Estes novos resultados são importantes para a compreensão das placas tectônicas, a teoria que argumenta que a litosfera da Terra consiste em placas rígidas que deslizam sobre a astenosfera mais quente e menos rígida e que serve como um lubrificante, permitindo o movimento das placas," disse Grayver.


A litosfera é a parte externa rígida da Terra, que consiste na crosta e no manto superior, enquanto a astenosfera fica logo abaixo da litosfera e é mais quente e mais fluida do que a litosfera.


"O trabalho mostra que, até cerca de 350 km abaixo da superfície, o grau no qual o material conduz correntes elétricas está relacionado com a composição [da crosta]. Além disso, a análise mostra uma clara dependência da configuração tectônica da placa oceânica. Estes novos resultados indicam também que, no futuro, poderemos ter uma visão completa 3D da condutividade abaixo do oceano," disse Roger Haagmans, cientista da missão Swarm.


"Temos muito poucas formas de explorar profundamente a estrutura do nosso planeta, mas a Swarm está dando uma contribuição valiosa para a compreensão do interior da Terra que aumenta o nosso conhecimento de como a Terra funciona como um sistema num todo," completou Rune Floberghagen, diretor da missão Swarm.


Bibliografia:


Satellite tidal magnetic signals constrain oceanic lithosphere-asthenosphere boundary

Alexander V. Grayver, Neesha R. Schnepf, Alexey V. Kuvshinov, Terence J. Sabaka, Chandrasekharan Manoj, Nils Olsen

Science Advances

Vol.: 2, no. 9, e1600798

DOI: 10.1126/sciadv.1600798


fonte:


http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=magnetismo-oceanico-mostra-lado-eletrico-terra&id=010125161005#.V_WCgtQrIsY

 



Escrito por negrjp às 19h52
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NEUTRINOS APRESSADINHOS, ÚLTIMA TENTATIVA

 

Vamos considerar que os neutrinos, em tiro tangente ao

centro da Terra, para do laboratório de Genebra e faça o trajeto AG.



Conforme comentado anteriormente, os neutrinos não perdem velocidade relativa a expansão radial por serem "abastecidos" por energia negra. Milagre! Milagre!


Nesses termos, ao fazer o trajeto AC, esse excedente de energia negra soma-se a energia cinética dos neutrinos que partem do ponto A e chegarem ao ponto C.


Trajeto AG = AC / cos 3,298º =


Trajeto AG = 732.000 / 0,998 343 = 733.214 m


Excedente Espacial = 733.214 m - 732.000 m = 1.214m


Tempo para a luz percorrer esse excedente espacial:


1.214 m / 300.000.000 m/s = 4.046 ns


Novamente, a "tortura matemática":


sqr 4.046 ns = 63 ns


[quote]

Contudo, sem fazer força alguma, os neutrinos detectados pelo detector OPERA (sigla para Oscillation Project with Emulsion tRacking Apparatus), localizado na Itália, parecem ter percorrido uma distância de cerca de 730 quilômetros 60 bilionésimos de segundo mais depressa do que a luz o faria.[/quote]


fonte:

 

http://www.sbfisica.org.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=339:neutrinos-mais-rapidos-que-a-luz&catid=152:acontece-na-sbf&Itemid=270



Escrito por negrjp às 08h55
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Neutrinos Apressadinhos


O assunto já é "antigo". Trata-se do incidente dos neutrinos, ocorrido entre Genebra e Gran Sasso.


Neutrinos viajaram acima da velocidade da luz. 


Ereditado, diretor do CERN sugeriu aos físicos em procurar explicar o fenômeno "abandonando as velhas teorias".


Ouso em dizer que as "velhas teorias" não foram capazes de explicar o que aconteceu. 


Como nenhuma "nova teoria" emergiu em decorrência do evento; o desvio encontrado foi considerado "um erro de medição".

Ereditato pediu demissão e os relativistas ficaram felizes.


Voltemos ao problema:


Trajetória entre Genebra e Gran Sasso



O corda e a flecha da figura estão exageradas, a fim de  simplificar a compreensão do experimento.


O raio equatorial da Terra é aproximadamente 6.378 km.


A distãncia entre os laboratórios de Genebra e Gran Sasso é 732 km.

 

Passemos esses valores para a trigonometria plana:



A distância entre os dois laboratórios, definido pela corda AC é igual a 732 km. "O" é o centro da Terra.


A soma das duas distâncias AB e BC definem o percurso completo dos neutrinos, igual a 732 km.


A distância AB ou BC definem metade do caminho percorrido pelos neutrinos e é igual a 367 km.


A distância de A ou C em relação ao centro da Terra "O" é seu próprio raio e é igual a 6.378 km


Para definir o ângulo do arco entre A e C, basta fazer as seguintes relações trigonométricas:


hipotenusa = 6.378 km

cateto oposto = 367 km


Arco cujo seno é igual a 367 km / 6.378 km = 3,298 graus


Logo, o arco verdadeiro (não o apresentado na ilustração anterior) é igual a 3,298 x 2 = 6,597 graus



Observemos a nova figura, acima.


O "tiro de neutrinos" dado desde Genebra (ponto "A"), se feito com o canhão tangente à curvatura da Terra, isto é: em ângulo reto em relacão ao raio terrestre (detalhe em verde), jamais atingiria o alvo.


Logo, para atingir o alvo em Gran Sasso (ponto "C"), o ângulo do "canhão de neutrinos" deve ter sido ajustado para menos de 90 graus em relação ao raio da Terra. Em outras palavras, um tiro apontado para o chão.


A distância "dh", representada por CD do triângulo ACD não representa a altura desse triângulo, mas a altura de D (neutrinos,se disparados em ângulo reto desde A) em relação C (localização do laboratório de Gran Sasso).


Inicialmente, estávamos interessados nessa condição hipotética. Queríamoss saber saber qual seria a altura "dh" dos neutrinos quando estivessem passando a pino do laboratório de Gran Sasso, pois isso representaria energia pontencial de D em relação a C. Mas o trajeto AD seria maior que 732 km, O tempo também seria outro. Então, abandonamos essa abordagem.


Isso posto, partimos para uma solução "mais realista".



Consideremos o triângulo formado por ADO, conforme figura acima:


A fim de enquadrar a figura no espaço fornecido pelo provedor de imagens, os ângulos desse triângulo estão propositadamente distorcidos.


O ângulo do vertice "A" está quase correto, enquanto o ângulo do vértice "O" está exageradamente ampliado e o ângulo do értice "D" está moderadamente reduzido.


Dadas a explicações das distorções, voltemos ao problema, a ser resolvido pela trigonometria:


- O triângulo é formado pelos vértices A, O e D.


- O cateto oposto a "O" (verde) mede 732 km;


- O cateto adjacente a "O" mede 6.378 km;


- A hipotenusa mede (r+dh).


Cálculo da hipotenusa:


hyp = sqr{[OA]^2 + [AD]^2} =


hyp = sqr [(6.378 km)^2 + (732 km)^2] =


hyp = 6.419,868 km


Logo, 


dh = hyp - r


dh = 6.419,868 km - 6.378 km


dh = 41,868 km


A linha em azul "dh" representa a energia potencial adquirida pelos neutrinos em um tiro tangente ao raio da Terra antes de chegar em Genebra.



Ganho de Velocidade dos Neutrinos


De acordo com a hipótese radial, "uma teoria diferente" para explicar o aumento de velocidade dos neutrinos, "dh" representa um ganho de energia potencial (altura, dada em "S"), abastecida pela energia negra durante o percurso equivalente ao da luz entre A e C.


Como os neutrinos não puderam partir tangente do raio da Terra, esse ganho de energia potencial transformar-se-ia em energia cinética:


v = sqr 2 * g * S


v = sqr 2 * 9,8 m/s^2 * 41.868 m


v = 905,876 m/s


Logo, os neutrinos partiram de Genebra a 300.000.000 m/s (v1) e chegaram em Gran Sasso a 300.000.905,876 m/s (v2).


A taxa de aumento de velocidade (aceleração) é de difícil obtenção. Não tenho conhecimento matemático para tanto, mas sabemos que o crescimento da velocidade da gravidade é linear e igual a 9,8 m/s.


Se considerarmos que o mesmo acontece com a velocidade dos neutrinos entre os dois laboratórios, podemos aplicar a média aritmética entre a velocidade de partida e a velocidade de chegada. 



média aritmética de velocidades = vm


vm = (v1 + v2) / 2


vm = sqr (300.000.000 m/s + 300.000.905,876 m/s) / 2 =


vm = 300.000.452,9 m/s



Calculemos agora a diferença de tempos entre Luz e Neutrinos para a mesmo percurso:


Luz


732.000 m / 300.000.000 m/s = 0,00244 segundos ou 2.440.000 nanosegundos




Neutrinos


732.000 m / 300.000.452,9 m/s = 0,00243 999 segundos ou 2.439.996 nanosegundos



Nesses termos, os neutrinos chegariam apenas a 3,683 nanosegundos à frente da luz.


"Contudo, sem fazer força alguma, os neutrinos detectados pelo detector OPERA (sigla para Oscillation Project with Emulsion tRacking Apparatus), localizado na Itália, parecem ter percorrido uma distância de cerca de 730 quilômetros 60 bilionésimos de segundo mais depressa do que a luz o faria."

fonte:

http://www.sbfisica.org.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=339:neutrinos-mais-rapidos-que-a-luz&catid=152:acontece-na-sbf&Itemid=270



Nossa elucubração chegou a 3,683 nanosegundos, bem menos que os primeiros valores obtidos pelo CERN.


Mas quem pode dizer que o CERN conseguiu "zerar o erro" do experimento?



Escrito por negrjp às 11h23
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Problemas, problemas...


Um problema complexo é excludente:


- Grande risco de existência de falhas imperceptíveis, na formulação ou virtual solução do problema;

- Pequeno número de especialistas capazes de analisar, criticar ou resolver tal problema;

- Grande risco de falso triunfo, diante de tamanha adversidade.

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Uma teoria de unificação pode deixar Deus de fora?

 

É bem conhecido o fato que duas teorias vitoriosas são incompatíveis entre si.

Relatividade e Física Quântica são como água e óleo, não se misturam. A primeira funciona em grandes escalas, a segunda em pequenas em escalas.

O que ambas teorias têm em comum é uma inevitável geração de paradoxos.

Para a física relativista, uma sequência de eventos pode ter a sua ordem cronológica modificada, pois isso depende do lugar onde o observador se encontra.

Para a física quântica, o tempo tem um sentido definido: caminha sempre para a frente. Mas a física quântica admite que uma mesma partícula pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. 

Há uma busca incessante por uma teoria unificada, que explique da mesma maneira o que acontece no micro e no macro cosmos. 

Não sabemos dizer se a teoria unificadora aproveitará uma ou outra das teorias vigentes, ou descartará ambas.

Ouso dizer que nunca chegaremos a uma teoria unificada deixando Deus de fora. 

A maioria das pessoas conhecem rudimentos da relatividade, através da ficção científica ou da imprensa leiga e especializada, propagados pelo poderoso lobby tecno-científico-industrial einsteniano.

Diz a relatividade que é impossível determinar a ordem de acontecimentos de eventos distantes. Se isso é verdade, qual é o tamanho ideal para um "quadro de observações", nos quais dois eventos são registrados por uma câmera de cinema?

"A luz que chega aos meus olhos não é a mesma que chega aos seus" disse certa vez Einstein.

Onde entra Deus nessa história?

 

Ignoramos e não temos como provar a ordem exata de dois eventos distantes, mas ela existe. Deus, revelado ou deduzido, tem o poder da onipresença e onisciência. Somente Deus tem condições de dizer a ordem exata de dois acontecimentos ocorridos em lugares remotos.

 

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Einstenianos estão tentando salvar o conceito espaço-tempo através de outras premissas.



Eu aviso quando concluir o trabalho!


fonte:

http://www.network54.com/Forum/304711/thread/1472113503/last-1472207902/Einstein+Schizophrenic+World-+Emergent+Space-time

 

 

Desvio para o vermelho:

Apenas uma questão de geometria?

Inserção de Enlace


A proposta que fazemos agora não ter ligação alguma com o efeito Doppler.

Qual quer pessoa pode observar que tanto o Lua como o Sol a são alaranjados no nascente e poente. Quando o Sol ou Lua estão à pino, a cor dos mesmos aparentam ser mais brancos.

Sem entrar em maiores detalhes como a possível interferência da atmosfera terrestre, podemos afirmar que esses astros sofrem o desvio para o vermelho quando se encontram próximos à linha do horizonte.

De acordo com a cosmologia moderna, apesar dos astros serem geralmente redondos, diz-se que todos eles "espalham-se" num plano horizontal.

Mas se o espaço é realmente curvo, o que vemos na verdade é apenas parte do cosmos. 

Os astros que estão mais próximos tendem a ser brancos; os astros que estão mais distantes, tal como o Sol e a Lua no horizonte, tendem a tornar-se vermelhos.


Explicação Gráfica

 

Experimento de Newton

Os prismas estão em alturas diferentes, porém com as bases em planos paralelos

 


 


"Desvio" para o vermelho por efeito óptico.

Os prismas estão com as bases tangenciais à curvatura da Terra.

A seta da esquerda é a luz do sol. A seta da direita é o que sobra da luz do sol, ao passar por "prismas imaginários" formados pela atmosfera.

Para o mesmo efeito ocorrer com as estrelas distantes, é necessário que o cosmos se esparrame em uma curvatura, além de existir algum corpo interestelar transparente.

Seria o "corpo interestelar transparente" a "matéria escura" que ninguém vê? Bem humorado

Está na Rede (em inglês) um trabalho científico de fôleto, sobre causas possíveis do "desvio para o vermelho":

http://www.marmet.org/cosmology/redshift/mechanisms.pdf

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Sábia Conclusão do Peixe-Einstein

 

Decididamente a água não existe, pois não há meios de comprovar a sua existência.

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A linguagem da física NÃO é a matemática

 

C


"A linguagem da física é a matemática".

Essa é uma frase recorrente no meio científico. 

Permitam-me os físicos deles discordar. Em última instância, a física é a própria natureza em toda a sua plenitude. A matemática é apenas uma tradução numérica simplificada e incompleta de tudo aquilo que realmente acontece na natureza.


Afirmar que a linguagem da física é matemática é falsa, pois aproximação e igualdade não é exatamente a mesma coisa.


Quando George Simon Ohm descobriu que:

"A corrente elétrica é diretamente proporcional à tensão e inversamente proporcional à corrente",

foi possível "traduzir" essa frase numa sentença matemática:


I = U/R


Foi assim que aconteceu, não ao contrário.


Não foi a equação que levou Ohm à compreensão do comportamento da corrente elétrica.

Ohm foi feliz ao expressar um fenômeno natural em linguagem vulgar. Mas antes de expressar o fenômeno, Ohm precisou entender o que estava acontecendo.

Me atrevo em dizer que o vocabulário corrente cresce à maneira que aumenta a compreensão humana sobre tudo aquilo nos cerca.

Quando uma sentença matemática é traduzida em linguagem vulgar e dá origem à conflitos lógicos, muito certamente alguma coisa está errada.

Isto normalmente acontece quando os físicos são tentados a "extrair da matemática" algo que ela não pode dar. Em outras palavras, uma "especulação númérica" que vai além da identidade.

A origem da ideia do infinito é filosófica e foi implementada pela matemática. O infinito pode ser abstraído pela maioria das pessoas, embora fisicamente é inviável.

No entanto, a contagem do tempo caminha para o infinito. O mesmo poderia estar acontecendo se o espaço estiver em expansão? Seria essa a chave para compreensão para o termo espaço-tempo?


 

 

 

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Radio Digital - O primo pobre da HDTV


O Blog SBTD PAL-M foi aberto nos primórdios da adoção da TV digital no Brasil. Por conta do estouro de memória do provedor, sobrou apenas a última mensagem dessa página. Renasceu como Blog de negrjp, mais voltado às "singularidades" da ciência moderna.

A implantação da HDTV caminha bem, apesar de uma primeira prorrogação para o desligamento analógico.

Quanto ao rádio digital, uma pasmaceira sem fim. O assunto vem sendo discutido desde 2008 no HT-Forum, um verdadeiro histórico sobre esse imbroglio.

Mais detalhes, em:

http://www.htforum.com/forum/threads/e-sobre-a-radio-digital.63916/

 

 



Escrito por negrjp às 12h57
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MAGNETISMO TERRESTRE: UM PROBLEMA NÃO RESOLVIDO

 


Montanhas de aço no polo norte, íma gigante no centro da terra, movimento de convecção de massas quentes no interior da terra, correntes marítimas.

Afinal, o que gera o magnetismo terrestre? Nem Einstein atreveu-se a responder essa pergunta.

Para saber mais, ou menos do que você já sabe, clica:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1326-magnetismo-terrestre-origem

 

 

 

 

Quem levou o Homem à Lua (se é que algum chegou lá) fui eu...

 

 

Johannes Kepler


As postagens que vem a seguir são traduções pequenos trechos do livro


Gravimetria Lunar


As referências e texto original são encontradas no livro "Lunar Gravimetry" de Sagitov e outros.

 

Página 2, último parágrafo:

A constante gravitacional G (da fórmula 1.1.1) é usada em diferentes formas, dependendo da aplicação da lei de gravitação. Uma vez que são empregados sistemas de unidades diferentes na medição de massa, comprimento e tempo, a constante gravitacional pode ter diferentes valores. Cada uma dessas constantes é conhecida por um nome diferente: Constante de Cavendish, Gaussiana, Einstein, geocêntrica, selenocêntrica, heliocêntrica e assim por diante. A tabela 1.1 (página 3) apresenta algumas constantes gravitacionais, seus valores numéricos, dimensões e unidades de medida de massa, comprimento e tempo. Todas as constantes são definidas em termos da lei da gravitação de Newton. Em certos


Página 3


casos concernentes a problemas astronômicos, é conveniente usar como equação básica, a fórmula da terceira lei estabelecida por Johannes Kepler (1571-1630), da qual, em última análise, é também derivada a lei de gravitação de Newton. A terceira lei de Kepler é usada, em particular, para derivar a constante gravitacional selenocêntrica GM(lunar) desde o movimento de um satélite da Lua.


Se esse movimento acontece somente pelo campo gravitacional da Lua, o qual é admitido como esférico e uniforme, então existe uma relação entre o período de revolução T do satélite em torno da Lua, o eixo semi-maior "a" da órbita do satélite e a constante GM(lunar):


GM(lunar) = 4 pi^2 * a^3 / T^2


Essa constante tem ganhado significante importância depois do lançamento de veículos espaciais com destino a Lua.


Essa constante é usada para calcular a trajetória de satelites artificiais lunares (ALS) e naves espaciais enviadas paras outros planetas do sistema solar, no estudo da distribuição da densidade média dentro da Lua, na determinação de sua figura dinâmica, e outras aplicações.

 

(continua...)



Fazendo o papel de advogado do diabo sobre a "descoberta" de ondas gravitacionais.

Tradução automática de texto original publicado em:

http://www.newkerala.com/news/2016/fullnews-23659.html

Em 14 de setembro, 2015, a LIGO (Interferometer Gravitational-Wave Observatory Laser) observaram uma "piar" com duração de cerca de um quinto de segundo (GW150914). As análises do sinal sugerem que ela foi produzida pela colisão cataclísmica de dois buracos negros de um bilhão de anos-luz de distância. Esta foi provavelmente a verificação da previsão mais dramática da Teoria Geral da Relatividade de Albert Einstein. Assim, devemos ter um olhar crítico sobre a experiência relevante antes de finalmente incorporar essa grande conquista para o corpo de conhecimento científico.

O experimento LIGO consiste em duas estações idênticas, uma em Hanford, Washington, e outro em Livingstone, Louisiana, cerca de 3.000 km entre si. Cada estação é composta por um sistema de componentes ópticos, eletrônicos, mecânicos e hidráulicos, e cada um tem três superfícies polidas opticamente através da qual o sinal de luz deve passar. 

Os espelhos em cada interferômetro LIGO são definidos quatro km de distância. A variação esperada do comprimento dos braços do interferómetro induzida pelas ondas gravitacionais é de cerca de um décimo milionésimo do diâmetro de um único átomo. Note-se, as melhores superfícies de espelho de precisão têm a lisura de cerca de 25 nanômetros - um nanômetro é um milionésimo de milímetro. Isso é incrivelmente fino tolerância, mas mesmo isso não é nada quando comparado com o que LIGO pretende medir. 

Dito de outra forma, os espelhos mais precisamente polido astrofísicos como aqueles usados ​​em Ligo, pode ter picos de 25 nm acima e abaixo do plano da superfície teórica do espelho, o que significa que algumas partes do espelho pode ser de 50 nm, mais longe ou mais perto do ponto de observação. 

E 50 nm é um bilhão de vezes maior do que as distorções induzidas pelas ondas gravitacionais esperados. Devido aisso, é praticamente impossível de medir a distância entre os dois espelhos em cada interferómetro para as tolerâncias requeridas. Eles tiveram que ter uma média, que não é mais do que uma aproximação adivinhado. A probabilidade de que LIGO, de fato detectar um sinal de GW150914 é remota, simplesmente porque ela excede os limites da precisão tecnológica, mais do que qualquer outra descoberta na história da humanidade. 

Há também algo que parece ser demasiado fortuita sobre GW150914, como observado pelo eminente astrofísico indiano Dr. Abhas Mitra: Tendo em conta que o raio da Terra é 6.370 km, podemos calcular a distância linear entre os detectores de LIGO em Livingstone e Hanford em cerca de 2.500 Km. 

Porque esta distância é absolutamente insignificante em comparação com a distância da origem do GW150914 (1,3 mil milhões de anos-luz), os dois detectores deve ver o evento quase simultaneamente. Deve haver um atraso de alguns microsegundos, no máximo, se ambos os detectores de recebido o sinal do céu acima. 

No entanto, o atraso real de sete milésimos de segundo foi muito maior, e só é possível se a fonte foi quase perfeitamente alinhados com uma linha recta que une Livingstone e Hanford. Além disso, enquanto se move de Livingstone a Hanford, o sinal deve ter viajado através da crosta da Terra. E isso soa como algum tipo de conspiração cósmica. 

Dr. Bibhas De, um astrônomo de rádio da experiência de cerca de 40 anos e um PhD em Física Aplicada da Universidade da Califórnia, San Diego, observou que parece haver alguma anomalia menor entre as amplitudes (forças) dos dois sinais gravados por os dois detectores LIGO. 

Ele admite que isto pode ser atribuído às diferenças entre os detectores instrumentais. Se assim for, que deve simplesmente ser capaz de normalizar-los para assegurar que os dois sinais de corresponder exactamente um com o outro. E o jornal Physical Review Letters publicar este resultado precisa explicar essa aparente anomalia. 

No caso em que a normalização não pode ser efectuada, há alguma chance de que os detectores extremamente sensíveis LIGO pegou um sinal falso, apesar dos melhores esforços da equipe de LIGO para filtrá-los. 

Há inegavelmente alguma possibilidade, ainda que pequena, que o efeito bem estudado de correntes induzidas geomagneticamente em estruturas metálicas longas pode ter provocado ambos os detectores LIGO. Estas correntes no campo magnético da Terra criaria tensões em tubos de vácuo longas do LIGO. Estas tensões, embora extremamente pequena na maioria dos casos, podem, contudo, ser não negligenciável para Ligo tendo em conta a sensibilidade do instrumento extraordinário. 

Além disso, o tempo de escala e a forma de o sinal parece estar desconfiado bem combinado à interferência geomagnético. Além disso, é significativo que o Instituto Lebedov, Moscovo, gravada 14 de setembro de 2015, como um dia de tempestades geomagnéticas: . 

Esses distúrbios têm origem na ionosfera, assim, eles seriam, conseqüentemente, afetar ambos os detectores. Nós não podemos estar certos tais efeitos foram filtrados. 

Finalmente, estes pontos são levantados para não tirar o devido crédito do esforço monumental pela equipe LIGO, mas em vez de enfatizar, com uma frase que se tornou popular por Carl Sagan, que "afirmações extraordinárias exigem provas extraordinárias ''. 



Escrito por negrjp às 08h38
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O "desvio para o vermelho" das microondas

 

 

Se a radiação cosmica de fundo das microondas também "desvia para o vermelho" isto é, reduz sua frequência com a passagem do tempo, é possível que essa radiação seja originada de estrelas distantes que já ultrapassaram a velocidade da luz.

Essa é uma possibilidade plausível, desde que nos libertemos do engessamento das "Teorias do Bom Velhinho" 

Língua de fora

 

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TESTE DA GRAVIDADE RADIAL NO POLO SUL

 

(I) Fazer a pesagem de uma torre não metálica desmontada no polo sul.


(II) Fazer a pesagem da torre após sua montagem.


Se a hipótese da expansão radial é verdadeira, a segunda pesagem será maior.

 

 

Está na Rede:

A ciência em busca do computador quântico

 

 

enlace:

http://www.network54.com/Forum/304711/thread/1452657797/last-1452666723/Spooky+interference+at+a+distance

Mais:

 

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=pc-faz-15-minutos-supercomputador-leva-3-dias&id=010150160707#.V4IplPNViko


 

Papai José

 

 

Meu Bom José


Rita Lee



Olha o que foi meu bom José

Se apaixonar, pela donzela

Dentre todas a mais bela

De toda sua galileia


Casar com Débora ou com Sara

Meu bom José, você podia

E nada disso acontecia

Mas você foi amar Maria


Você podia simplesmente

Ser carpinteiro e trabalhar

Sem nunca ter que se exilar

De se esconder, com Maria


Meu bom José você podia

Ter muitos filhos com Maria

E teu ofício ensinar

Como o teu pai sempre fazia


Por que será, meu bom José

Que esse teu pobre, filho um dia

Andou com estranhas idéias

Que fizeram, chorar Maria


Me lembro as vezes de você

Meu bom José, meu pobre amigo

Que desta vida só queria

Ser feliz com sua Maria

 

 

Aos amigos de nosso Blog,

Um Natal com Cristo no Coração.



Escrito por negrjp às 06h05
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TRAVAMENTO DO BLOG

Gravidade, um elefante que incomoda muita gente.

 

Desta vez, outro holandês afirma:


A gravidade não existe

 

enlace:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p170-gravidade-acao-ou-reacao#9483

 

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Gravidade - Temos um problema?

 

Inclusão de enlace

 

 

Ângulo formado por dois pêndulos em locais distantes de 90 graus da Terra.


 

Medição de dois pêndulos distantes 30 cm um do outro:

 

Pêndulos sob ação da gravidade terrestre.


Pêndulos sob ação da aceleração do foguete no espaço sideral.

 

 

Sem gravidade:

 

 

 

Com gravidade:

 

 

Sim, temos um belo problema!

 



A relação entre o arco e a corda da Terra não é linear.

No entanto, para pequenos arcos a diferença espacial entre arco e corda é desprezível.


 

 

fonte:

 

http://www.learner.org/courses/physics/unit/pdfs/unit3.pdf

 

.

 

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Para saber mais sobre esse problema, visite o fórum Fisica2100

 

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p180-gravidade-acao-ou-reacao#9644

 

Einstein contestado:

Ou Deus joga dados, ou é possível superar velocidade da luz

 


Ridiculamente simples:


... Se a velocidade da gravidade for infinita, ou...


A Terra está inchando!

 

 

.

.

.

Um experimento histórico obteve a refutação mais forte até hoje do princípio do "realismo local", defendido por Albert Einstein, que afirma que o Universo obedece a leis, e não ao acaso - uma crítica à mecânica quântica - e que não há forma de viajar ou trocar informações mais rápido que a luz.


 

O experimento, executado na Universidade Tecnológica de Delft, na Holanda, é o chamado "teste de Bell incontestável" (loophole-free Bell test), cujos resultados abrem ou a possibilidade da existência de influências "escondidas" além do espaço-tempo, ou elimina o limite de velocidade universal - a velocidade da luz.


fonte:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=einstein-contestado-deus-joga-dados-possivel-superar-velocidade-luz&id=010130151027#.VjXifPNViko

 

Acho a teoria da relatividade geral tão estranha quanto o efeito de entrelaçamento quântico. 

Como não aceito o modelo de espaço-tempo einsteniano, poderia estar festejando agora.

Mas não sou tão idiota assim...

 


Não entendi o que muda com o experimento dos holandeses.


Para saber mais, com direito a um filminho e pipoqueiro quântico:

 

http://fisica2100.forumeiros.com/t1263p40-acao-fantasmagorica-a-distancia-e-dez-mil-vezes-mais-rapida-que-a-luz#9409


 

 

O que faz uma idéia sobreviver às gerações e ao tempo?


- Elejo duas qualidades: utilidade e simplicidade.

Por que Deus é uma idéia tão resistente ao tempo?
- Deus é um remédio portátil e simples para curar a dor da morte.

Terão chance de sobrevivência idéias concebidas por atletas intelectuais?
- Muito provavelmente não. Essas idéias, em geral, são complexas e não encontram um número suficiente de adesistas preparados para levar essas idéias adiante. A não ser que os seguidores blefem.

Quem vai acabar com as complexas teorias que ainda sobrevivem?
- O computador.

Uma idéia que depende de menos bits, menor velocidade de processamento para ser implantada num programa de computador, terá mais chances de sobrevivência. Isso vale para os computadores e programas, também.

 

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LASER, uma página vergonhosa na história da física quântica.


Carver Mead, professor emérito da Caltech, e toda a cara inteligente acredita que a revolução científica que começou com a descoberta da relatividade e a mecânica quântica especiais estagnou, e que cabe a nós para alavancar-la.

(...)

Credenciais deram a Mead [Engenheiro de Microeletrônica] o direito de ser ouvido - embora ele seria o primeiro a argumentar que meras credenciais e realizações não garantem pensamento inteligente. Na verdade, eles podem causar ossificação intelectual.

Para ilustrar esse ponto, Mead contou a história de como Charles Townes, o inventor do LASER  e MASER, levou as suas ideias para o líderes nababos da mecânica quântica na época, Neils Bohr e Werner Heisenberg.

"Ambos riram dele, e basicamente disseram: 'Sonny [Sorry, desculpe], você simplesmente não parece compreender como a mecânica quântica funciona"


Mead disse à sua audiência no ISSCC: 

"Bem, a história tem mostrado que não era Charlie que não sabia como a mecânica quântica funciona, foram os especialistas pontifícios no campo que não sabiam como funcionava."


Mais:


Mead, Pai dos Chips:

Um grupo de grandes egos está estrangulando a ciência

fonte:

http://www.theregister.co.uk/2013/02/20/carver_mead_on_the_future_of_science/

 



Escrito por negrjp às 12h11
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DEFINIÇÕES DEFINITIVAS DE [UM DISCÍPULO DE] MILLÔR FERNANDES


" Ciência é a arte de transformar perguntas objetivas em dilemas insolúveis."


Ah, vocês querem um exemplo? Lá vai...


Pergunte a Maxwell:

Quem nasceu primeiro, o campo elétrico ou o campo magnético?

 

***************

Perguntas que não querem calar...

 

 

- Porque o céu à noite não é claro, se o brilho de todas estrelas poderia estar integrado?


- Porque não se encontra tanta anti-matéria no cosmos?


- Onde estaria a energia escura?

 

Respostas para todas essas perguntas:

 

 

A energia escura é a resultante da soma da matéria e anti-matéria e está em todo lugar do universo conhecido. A energia escura é a gravidade.

 

Físicos versus Matemáticos

 


"A física não é matemática, não por que sabemos muito do mundo físico, mas porque dele sabemos muito pouco." 

(Bertrand Russell)


"A matemática não é física, por que muito que sabemos do mundo matemático não é descoberta, mas apenas invenção."

(Jonas, filósofo de botequim)

 

 

 

 

Matemática, acredito, é a principal fonte de crença na verdade eterna e exata, 

tal qual [a esperança de] um mundo sensivelmente compreensível.

- B. Russel


A matemática goza de uma completa e falsa reputação de produzir conclusões infalíveis.

[Porém] Sua infalibilidade não vai além da identidade.

- Goethe

 

Traduções livres, minimamente tendenciosas Língua de fora!

 

Qual das duas visões cósmicas: Newton ou Einstein está mais próxima de Deus, ser onisciente e onipresente?

Newton admite espaço infinito e tempo absoluto. Só ficou devendo uma boa previsão de quanta massa há no universo Razz ! De qualquer modo, se tudo isso existe é por que tudo isso foi criado.

Einstein foi de reboque às idéias de Maxwell. Com essa "mãozinha", o "bom velhinho" e outros ajudaram a criar um universo de funcionamento autônomo  e independente de qualquer outra coisa. É a famigerada "Inevitabilidade Cósmica".

O primeiro modelo é simples, desde que se admita Deus, o criador de todas as coisas.

O segundo modelo é uma terrível e diabólica abstração matemática.

Einstein, ao contrário de Newton, nos estudos de relatividade restrita, nos diz que é impossível determinar a sincronicidade ou mesmo definir a ordem de dois eventos remotos.

Embora não tenhamos o poderes divinos da onipresença ou onisciência, criamos o Sistema de Posicionamento Global via Satélites (projeto cuja viabilização é reivindicada por newtonianos e einstenianos) que permite definir (com um certo atraso) exatamente isso.

Se um navio afunda no Oceano Pacífico e um avião cai no meio do Deserto do Saara, através do GPS podemos dizer qual evento aconteceu primeiro, a que tempo cada um aconteceu, além de definir a exata coordenada geográfica de cada sinistro.

 

 

 

 

 

A Relatividade é uma Teoria Reacionária.

 

Por que lutar, se o passado e o futuro já estão definidos?

Por que tentar ir mais longe, se o limite de velocidade nos rouba o espaço e o tempo?

Não percam tempo em refutar as bases da relatividade.

A relatividade serve apenas para justificar o discurso do lobo.

 

A relatividade é uma teoria castrante, pois ela tolhe o direito de sonhar e anula toda a liberdade humana.

Apoiem todas loucas teorias, pois mais loucas que sejam. Pois a relatividade é a camisa-de-força para todas elas.

 

Furo no Princípio de Equivalência de Einstein


O Princípio de Equivalência de Einstein nos diz que, se um astronauta está dentro de um foguete, não tem como dizer se está estacionado ou em movimento acelerado à razão de 9,8 m/s^2.

 

Instalamos uma cabine de elevador dentro do foguete. Se o cabo de aço quebrar, o astronauta poderá achar que o foguete parou de acelerar.

Se o cabo de aço não romper-se e se o astronauta supor que a nave está em movimento acelerado e permanecer muito tempo dentro dela, esse "viajante" poderá calcular o momento em que a velocidade da nave ultrapassará a velocidade da luz.

De acordo com Einstein, nenhum corpo pode ultrapassar a velocidade da luz...

Para quem gosta de contas:

Pegue a velocidade da luz e divida pelo aumento de velocidade de 9,8 m a cada segundo:

Em [300.000.000 m/s] / [9,8 m/s^2] = 30.612.244 segundos,

ou seja: em 354,30 dias, o astronauta perceberá que está na Terra, se estiver na Terra, é claro.

Logo, o princípio de equivalência de Einstein está 50% certo. E 50% errado  !

Mais um detalhe: 354 dias e 8 horas - quase um ano - É de arrepiar a espinha  !



Escrito por negrjp às 18h09
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Sobre a inevitabilidade cósmica


Quando discutimos entropia, esbarramos nas inevitáveis, invariáveis e intermináveis questões sobre o estrondão (big-bang), morte térmica, esmagamento (big-smash) ou universo ressonante (teoria do universo iô-iô).

Em minha humilhante opinião, todos esses modelos são igualmente provincianos, pois tentam impor limites ao universo. São modelos modernos, mas todos guardam em si as raízes da ideologia dos epiciclos.

Hoje, em certas rodas, se discute a inevitabilidade do cosmos. 

Falta um pouquinho de coragem para aceitarmos a inevitabilidade da criação contínua, do infinitamente pequeno, do infinitamente grande e da eternidade.

Isso não é física? É milagre? Qual é a diferença entre os dois?

A diferença é Deus!

 

 

TEMPOS BICUDOS

 

Permitam-me apresentar algumas provas que põem em xeque a precisão de cálculos financeiros.

Nada é mais relativo que a porcentagem. Se um número pode expressar uma quantidade exata, ao aplicar-se porcentagens sobre ele, teremos algumas surpresas.

Imaginemos uma mercadoria vendia a 100 dólares.

Numa certa promoção, o comerciante resolve dar um desconto de 10% para uma mercadoria.

100 - 10% = 90

Passado um tempo, o  comerciante resolve aumentar em 10% o valor de venda da mesma mercadoria.

90 + 10 % = 99


Para evitar esse erro, a solução poderia ser esta:


a) Na ocasião do desconto:

100 x (100-10) / 100 = 90


b) Na ocasião da majoração:

90 / (100-10) x 100  = 100

 

Essa questão é matemática ou filosófica?

Mais detalhes em:

 

 

Está na Rede:

 

 

 

Cientistas e jardineiros tentam moldar a natureza. A diferença é que as falhas dos especialistas são mais difíceis de serem encontradas.

Quando um "insight" ou "iluminação" atinge um pobre mortal, ele se sente na obrigação de abandonar sua vida confortável, arriscar sua reputação, e partir para uma batalha sem a menor perspectiva de vitória. A história está cheia de exemplos como este.

Louvados sejam os Profetas e Quixotes de todos os tempos!

 

link do vídeo:

http://videos.r7.com/mineiro-elabora-nova-teoria-da-gravidade-e-tenta-provar-que-a-ciencia-esta-errada/idmedia/55707f5a0cf2ce6a917876fc.html

 

Para saber mais:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1507-a-verdadeira-natureza-da-gravidade




 

Epiciclos Modernos


Quanto mais o homem conhece sobre o cosmos, menos significante se torna. A Terra já foi o centro do universo. Hoje não é mais.

Por que havia a idéia dos epiciclos?

Epicíclos eram cascas que serviam para limitar o tamanho do cosmos. 

A idéia de infinito aterroriza a humanidade desde sempre. Com a ideologia dos epiciclos, deixava-se de se preocupar com o que havia do lado de fora das cascas superpostas.

Há quem ache que a população humana deva atingir um limite. Há quem ache a nossa realidade é apenas um pequeno programa de computador.

Há quem ache que deve existir um limite de velocidade para as coisas: o limite de velocidade cósmica é só mais um epiciclo

Esses são os epiciclos modernos. Epiciclos são feudos.

A possibilidade de tempo, espaço e matéria infinitos nos tornam infinitamente insignificantes.

Deus não tem limites.



Escrito por negrjp às 04h18
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Frère Jacques!

Frère Jacques!


Dormez vous?

Dormez vous?


Forget this machine!

Forget this machine!


How are you?

How are you?

 

 

Está na Rede:

 

Entrevista com o prof. Assis  na TVE de Maringá

Você acredita em tudo que aprendeu nos livros de escola?

Você acredita que tudo que o Discovery Channel passa é verdade absoluta?

Acompanhe essa entrevista e tire suas conclusões:

https://www.youtube.com/watch?v=EszIKJKwTiE

 

 

O Problema do Gato de Schrodinger

 

 

Solução física, matemática e filosófica.

 

 

"Falácias da Concretude Deslocada" 


"Tempo é aquilo que os relógios medem." 

(A. Einstein)



Três amostras de Espaço-Tempo de Minkowski

 

Esqueça a Relatividade e adote uma postura filosófica otimista:
O tempo está sempre começando. 
Que tal olhar para frente e começar de novo?


O dilema do relógio quebrado


Erro de leitura de um relógio analógico parado.


Comentário de um físico relativista:

"Quando o relógio para, a média aritmética do erro é igual a zero. Logo, o tempo não existe."


Comentário de um físico quântico:

Após a passagem de seis horas, o ponteiro do relógio encontra-se-á em dois lugares ao mesmo tempo.

 

Comentário de um homem do povo:

"A matemática é uma linguagem complexa. Algumas de suas respostas aos nossos problemas são absurdas. A razão humana deve prevalecer."

 

Deu no New York Times:

 

A crise na borda da física

 


Os físicos precisam de evidências empíricas para confirmar suas teorias?

Você pode pensar que sim, mas há uma controvérsia crescente nas fronteiras da física e da cosmologia que sugere que a situação não é tão simples assim.


Link em inglês:

http://www.nytimes.com/2015/06/07/opinion/a-crisis-at-the-edge-of-physics.html?_r=1

 

 

Enlace de tradução automática:

https://translate.googleusercontent.com/translate_c?act=url&depth=1&hl=pt-BR&ie=UTF8&prev=_t&rurl=translate.google.com.br&sl=en&tl=pt-BR&u=http://www.nytimes.com/2015/06/07/opinion/a-crisis-at-the-edge-of-physics.html%3F_r%3D0&usg=ALkJrhhEBw2reX3h0U2IRL-2ornFlay1XQ

 

Está na Rede:


Tinha  "A Mente Brilhante"  acabado de fazer seu melhor trabalho? 

 

Matemático Nash disse a amigos que tinha inventado uma equação para substituir famosa teoria de Einstein, poucos dias antes de morrer em acidente de carro

 

O matemático John Nash e esposa, em foto recente.

Nash e sua esposa Alicia, 82, foram mortos em um acidente de táxi em Nova Jersey em os EUA na semana passada.

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O que teria acontecido?

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L' Ispettore Derrick

 

É hora de chamar o inspetor...

 

 

Enlace:

http://www.dailymail.co.uk/news/article-3103618/Had-Beautiful-Mind-just-finest-work-Mathematician-Nash-told-friends-devised-equation-replace-Einstein-s-famous-theory-just-DAYS-died-car-crash.html

 



2015 - Ano Internacional da Luz

 


 

Como defender a Teoria da Relatividade sem Embaraçar-se:

 

Deus não joga dados... muito menos pôquer.

 

 

O movimento relativo de Einstein é Surreal.

Einstein é o fundador do Movimento Surrealista.

 

 

 

Está na Rede:


 

É possível fazer alguma coisa, além de reclamar da qualidade do trânsito das grandes cidades?

Essa é a proposta de MOVA-SE,  um canal de discussão da mobilidade urbana.

Dê um pulinho até lá!

Link:

https://www.youtube.com/channel/UC33HW8N4B-5CPM5BtN0_psA


 

 



Escrito por negrjp às 20h38
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Recordando uma antiga postagem

e

CORRIGINDO UM POSSÍVEL ERRO DE CÁLCULO


Gravidade Radial Lunar cai em desgraça outra vez



A sonda LADEE, exploradora da atmosfera lunar, terminou sua missão na quinta-feira do dia 17 de março.




Por se tratar de um assunto que põe a gravidade radial lunar em cheque, fomos à rede em busca de dados: 


Inovação Tecnológica:

A NASA confirmou que a sonda espacial LADEE (Explorador da atmosfera e da poeira ambiente lunar, em tradução livre) caiu na superfície da Lua, conforme planejado, na última quinta-feira.


NASA:

10:59 p.m. PDT Thursday, April 17

Ground controllers at NASA's Ames Research Center in Moffett Field, Calif., have confirmed that the Lunar Atmosphere and Dust Environment Explorer (LADEE) spacecraft has impacted the surface of the moon, as planned. Additional information will be posted as it becomes available here at: http://www.nasa.gov/ladee


Inovação Tecnológica:

A órbita da sonda já vinha decaindo naturalmente após a fase final de sua missão científica, feita em uma altitude extremamente baixa, um recorde entre 12 e 60 km, mas que chegou a meros dois quilômetros da superfície lunar nos últimos dias, antes que seus motores fossem acionados pela última vez para o mergulho final.


SPACE.com:

Because the flight plan required LADEE to maintain a very low-altitude lunar orbit, its extended science mission was put on course for a dramatic end on April 11, when NASA used the last of the unmanned probe's fuel to put it into a very low lunar orbit only about 1 to 2 mi (2 to 3 km)[ above the lunar surface.


Inovação Tecnológica:

"No momento do impacto, a LADEE estava viajando a uma velocidade de 3.600 quilômetros por hora, " disse Rick Elphic, cientista do projeto. "Não há nada gentil em um impacto a essas velocidades - é apenas uma questão de se a LADEE fez um buraco em uma encosta ou deixou detritos espalhados por uma área plana. Será interessante ver que tipo de característica a LADEE criou.


SPACE.com:

"At the time of impact, LADEE was traveling at a speed [b]of 3,600 miles per hour [5,800 km/h][/b] — about three times the speed of a high-powered rifle bullet," Rick Elphic, LADEE project scientist at NASA's Ames Research Center in California, said in a statement. "There's nothing gentle about impact at these speeds — it's just a question of whether LADEE made a localized craterlet on a hillside or scattered debris across a flat area. It will be interesting to see what kind of feature LADEE has created."


Nosso interesse por esses dados é obter a diferença entre a previsão da gravidade radial Lunar, gravidade oficial e gravidade calculada através da queda da sonda LADEE. Como o momento do choque aconteceu a 3 km da superfície lunar, esse valor poderá ser desprezado nos cálculos.


De acordo com Newton, podemos calcular a velocidade necessária para um corpo perder totalmente seu peso:

g = v^2 / r


Gravidade Lunar Oficial: 1,622 m/s^2


Raio da Lua: 1.737.400 m


Gravidade Radial Lunar: 2,728 m/s^2


Gravidade do site Inovação Tecnológica:

g = 0,575 m/s^2


Erro crasso. O tradutor da IT confundiu milhas com quilômetros.


Gravidade do site SPACE.com

g = 1,493 m/s^2

(O erro foi bem menor em relação a gravidade oficial.) 

A unidade de medida utilizada no cálculo é a milha terrestre, que é igual a  1.609,344 metros. 


Gravidade a partir de milhas náuticas:


Milha náutica = 1.852 metros

g = 1,97 m/s^2 


Para saber mais:


http://www.nasa.gov/mission_pages/ladee/main/#.U1uE11VdVA0]http://www.nasa.gov/mission_pages/ladee/main/#.U1uE11VdVA0


FONTES:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sonda-nasa-cai-superficie-lua&id=010130140422#.U1uEOlVdVA0

 

http://www.space.com/25551-nasa-moon-probe-crash-ladee-spacecraft.html


http://www.youtube.com/watch?v=NxZMjpMhwNE


Bem, ainda não mediram a gravidade em solo lunar...


 

Afinal, onde estaria o meu erro?!


Faço citação desse antigo post por um motivo muito simples:


Utilizamos cálculos newtonianos para o satélite sinistrado baseado nessa fórmula:

 

fcp = v^2/r


Ou seja:

força centrípeta é igual a velocidade ao quadrado divida pelo raio.


Como o satélite estava muito próximo da Lua, desprezamos a altitude de 3000 metros.


Gravidade do site SPACE.com


g = 1,493 m/s^2


O erro foi bem menor em relação a gravidade oficial. 

A unidade de medida utilizada no cálculo é a milha terrestre, que é igual a  1.609,344 metros. 


Se considerarmos que o satélite ENCONTRAVA-SE EM ÓRBITA MUITO BAIXA...


SPACE.com:

"At the time of impact, LADEE was traveling at a speed of 3,600 miles per hour [5,800 km/h] — about three times the speed of a high-powered rifle bullet," Rick Elphic, LADEE project scientist at NASA's Ames Research Center in California, said in a statement. "There's nothing gentle about impact at these speeds — it's just a question of whether LADEE made a localized craterlet on a hillside or scattered debris across a flat area. It will be interesting to see what kind of feature LADEE has created."


... A EQUAÇÃO ADEQUADA SERIA ESTA:


[(5.800.000 m / 3600 s)^2 +(5.800.000 m/3600 s)^2]^1/2]^2 / 1.737.400 m =


{SQR [(1.611 m/s)^2 + (1.611 m/s)^2)]}^2 / 1.737.400 m =


= 2,98 m/s^2


DADOS COMPARATIVOS


[PERDA DE] Gravidade do site SPACE.com:


g = 1,493 m/s^2


Gravidade Lunar Oficial: 1,622 m/s^2


Gravidade Radial Lunar: 2,728 m/s^2


Tirem suas conclusões, senhores  Tonto ...


Mais detalhes, em:


http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p140-gravidade-acao-ou-reacao#8691



Escrito por negrjp às 10h06
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Imprensa Brasileira passou batida?

Morre o físico Ernest Sternglass


Tecnologia de Televisão ultra-sensível, Raios-X seguros; algumas das contribuições que Sternglass deixou para todo  o mundo.

Lembrando velhos tempos asnáticos...


A hipótese da expansão fantástica como explicação da gravidade, depende do abastecimento de energia escura para manter o raio da Terra, como todas as outras coisas, em constante expansão.

Podemos imaginar que a cada segundo o raio da Terra aumenta. A velocidade da luz, base de todas as medições astronômicas, também deve aumentar na mesma proporção, caso contrário, a velocidade de expansão do raio da Terra já teria chegado à velocidade da luz há muito tempo.

Para que as leis de Newton possam valer nesse contexto, a massa da Terra e dos demais corpos do universo não podem aumentar. Logo, a densidade de cada corpo cósmico deve diminuir indefinidademente. Em outras palavras, ficam cada vez mais "esponjosos".


Vamos ao exemplo do satélite geosíncrono para entender como a energia escura poderia participar desse fantástico processo.


No tempo zero, um microsatélite de 1 kg de massa descreve uma órbita geoestacionária sobre a Terra. Digamos que o satélite esteja sobre a cidade de Quito, capital do Equador.

Para que o satélite nunca saia da posição de "meio-dia" sobre Quito, isto é, mantenha-se em prumo sobre esta cidade, é necessário que ele esteja a 42.164 km  distante do centro da Terra e viaje à velocidade aproximada de 11.068 km/h.

Muito bem, sabemos que na hipótese fantástica, o raio terrestre e o resto do universo inflaciona-se à razão de 153 milionésimos por cento, por segundo. Ao cabo de um dia astronômico, isto é: 86.164 segundos, o raio da Terra terá se inflacionado em cerca de 14,18 porcento.

Obviamente, o perímetro da órbita do microsatélite precisaria ter crescido na mesma proporção. Para que este objeto mantenha-se em órbita geosíncrona, sua velocidade deveria aumentar para 12.636,597 km/h.


A fórmula que define a velocidade ou energia cinética do satélite é:

Ec = 1/2 m v^2

onde:

massa, dada em kilogramas;

velocidade, dada em metros por segundo.


A energia cinética do satélite em tempo zero seria:

Ec = 1/2 x 1 kg x (3.074,65 m/s)^2 = 4,726 megajoules


A energia cinética do satélite após um dia astronômico seria:

Ec = 1/2 x 1 kg x (3.510,40 m/s)^2 = 6,161 megajoules


Conclusão:

Para manter-se em órbita geosíncrona, durante um dia astronômico, o microsatélite teria de ser abastecido com uma quantidade de energia escura extra na ordem de 1,435 megajoules.


Esse raciocínio serviria para todos os corpos em movimento: cursos de rios, correntes marinhas, ventos, veículos que transitam sobre a Terra, etc. 


Repassei essa antiga postagem a fim de apresentar um problema que coloca a hipótese da expansão radial em crise.


Imaginemos esta condição:


Uma torre de 35.622.000 metros é montada sobre a superfície da Terra. No pico da torre é fixada uma bola de cor verde cuja massa é de 1 kg.

Nessa condição, somada a expansão radial terrestre e expansão radial da torre, a bola verde estaria sofrendo uma aceleração  de aproximadamente 64,5 m/s^2  ou pesando o equivalente a 6,58 Kgf.


Mas, por que um satélite geoestacionário, conforme a situação abaixo, não tem peso algum?



(Notar que a velocidade  do satélite geo-síncrono da primeira figura é dada em km/s e a velocidade da postagem atual é dada em m/s)


A única explicação plausível, numa tentativa desesperada de salvar a hipótese da expansão radial, é que no primeiro caso, a força de expansão é transmitida por meio material. Essa situação não acontece no segundo caso.


Aguardo, em vida, que alguém faça uma medição de gravidade em solo lunar. Enquanto isso não acontecer, a louca hipótese da expansão radial não poderá ser provada ou negada.

Mais detalhes em:

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p140-gravidade-acao-ou-reacao#8691



Polêmica

A lua tem atmosfera?


A única explicação para esta aberração seria a existência de atmosfera lunar, ainda que muito fina.


Mais detalhes em:

http://www.htforum.com/forum/threads/a-lua-tem-atmosfera.247157/





Escrito por negrjp às 09h08
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Baú do Blogueiro  -  Maré de Azar

 

Daquela vez , a idéia asinina do blogueiro era a de tentar dar "uma nova explicação" para as marés,sem o concurso da gravidade terrestre, ou da forma como os newtonianos a concebem.

Várias de nossas postagens no Physforum (normalmente aberto às idéias excêntricas) foram simplesmente suprimidas. Censura?! Justificou-se o moderador pela atitude extrema, por se tratar de "puro lixo". 

Se assim fosse, por que não enviar as postagens para uma lixeira do próprio fórum Nervoso ?

Pelo sim, pelo não, o assunto rendeu bons comentários no fórum "Fisica2100".

Para conhecê-los, sigam o endereço, abaixo:

 

http://fisica2100.forumeiros.com/t1237p130-gravidade-acao-ou-reacao#8437



Escrito por negrjp às 12h38
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ESTÁ NA REDE:

Conheça seis cientistas modernos que possuem crenças espirituais


Max Planck

“A ciência não pode resolver o maior mistério da natureza. E isso acontece porque, em última análise, nós mesmos somos partes da natureza e, portanto, parte do mistério que estamos tentando resolver.”

(Max, concordo com você! Cheguei tardiamente à mesma conclusão, antes de conhecer a sua Língua de fora...)

Para saber mais:


http://www.epochtimes.com.br/cientistas-modernidade-possuem-crencas-espirituais/#.VILNhcJdVb1

 


Quebra de Paradigma - II

Tele-Forno de Microondas



Escrito por negrjp às 08h00
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